POLÍTICA NACIONAL

PT vai esperar impacto da propaganda de TV para decidir se tira Tatto da disputa

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Jilmar Tatto é candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PT
Divulçação

Jilmar Tatto é candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PT

Lideranças do PT em São Paulo vão aguardar até que os resultados das campanhas de TV saiam nas pesquisas de opinião para decidir se retiram ou não a candidatura de Jilmar Tatto da disputa da Prefeitura da capital paulista. A informação é do colunista Guilherme Amado, da revista Época .

Nesta quarta-feira (14), o ex-senador e candidato a vereador do Rio de Janeiro,  Lindbergh Farias  (PT) sugeriu uma desistência da candidatura  para que fosse criada uma frente ampla da esquerda nas eleições municipais de 2020. Para Lindbergh, seria melhor a sigla apoiar Guilherme Boulos (PSOL).

A ideia foi criticada pelo vice-presidente nacional da legenda, Washington Quaquá. “Um dirigente não pode dar declaração que enfraquece candidato nosso. E aqui no Rio estamos crescendo. É desrespeitoso com o Tatto e com a Renata. Eleição de segundo turno é democrático tentar disputar”, disse Quaquá ao jornal O Globo .

A avaliação do partido é que a associação da imagem do ex-presidente Lula possa fazer Tatto decolar nas pesquisas eleitorais.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê exames psicossociais de crianças e adolescentes adotados

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Outubro Rosa. Dep. Rejane Dias(PT - PI)
Rejane Dias: o acompanhamento psicológico vai auxiliar o adotado e o adotante

O Projeto de Lei 5000/20 inclui, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a previsão de exames periódicos psicossociais em crianças e adolescentes adotados.

Conforme o texto, os adotados deverão ser submetidos – a cada seis meses durante dois anos – a estudos com o objetivo de avaliar o efetivo atendimento de seus interesses. O prazo será contado a partir da sentença definitiva de adoção. Se aprovada, a medida valerá para crianças e para jovens de até 21 anos de idade.

A proposta foi apresentada pela deputada Rejane Dias (PT-PI) à Câmara dos Deputados.

“Depois que a criança ou o adolescente for morar com a nova família, é importante ter um acompanhamento psicológico, visando a analisar o adotado e o adotante por meio de métodos e técnicas para tornar o processo mais humano e proporcionar uma melhor comunicação entre todos os envolvidos”, defende a autora do projeto.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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