POLÍTICA NACIONAL

Rogéria Bolsonaro escolhe tesoureira investigada por rachadinha da Alerj

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rogéria e flávio
Reprodução / Instagram

Rogéria Bolsonaro ao lado do filho mais velho, Flávio Bolsonaro

Uma das  investigadas no Caso Queiroz está atuando como coordenadora financeira na campanha da primeira ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Rogéria Bolsonaro (Republicanos).

Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira atuou com o filho mais velho de Rogéria, Flávio Bolsonaro , no gabinete da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), e teve os sigilos bancários quebrados pela Justiça.

Na campanha de Rogéria, Alessandra vai ocupar ao mesmo tempo duas, das três funções importantes de uma campanha eleitoral: coordenadora financeira e contadora.

Ficará sob a responsabilidade de Alessandra prestar contas à Justiça Eleitoral , além de ser a responsável por contratos firmados com gráficas, produções de conteúdo para redes sociais, tv, rádio e também contratos firmados com funcionários.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê uso de cartões de crédito para pagamento de pedágios

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Cartões de crédito e débito podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 4.643/2020, que modifica a Lei 8.987, de 1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.

A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece que sejam aceitos outros meios de pagamento dos pedágios além do dinheiro, como os cartões de crédito, débito e meios de pagamento digitais.

Segundo levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e mencionado pelo senador, aproximadamente um terço dos consumidores de serviços do país preferem o uso de cartões a dinheiro. Girão lembra que nem todos os motoristas conseguem ter o dinheiro para o pagamento das tarifas de pedágio e podem ser pegos desprevenidos, principalmente no período da noite ou finais de semana, quando não há caixas eletrônicos disponíveis.

“No entanto, as concessionárias de pedágio que atuam nas rodovias federais brasileiras ainda adotam a prática arcaica de apenas aceitar o papel-moeda como meio de pagamento válido. Consequentemente, os motoristas são obrigados a carregar cédulas e moedas apenas para esse fim e, quando não se lembram ou simplesmente desconhecem tal fato, acabam impossibilitados de transitar pela rodovia, sendo obrigados a buscar alguma cidade próxima apenas com o propósito de sacar os valores devidos ao pedágio para conseguirem seguir viagem”, diz o senador.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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