POLÍTICA NACIONAL

Russomanno diz que só é candidato porque teve apoio de Bolsonaro

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Marcos Corrêa/PR

Celso Russomano, deputado e candidato a prefeito de São Paulo, e o presidente Jair Bolsonaro


O candidato à prefeitura de São Paulo Celso Russomanno (Republicanos) declarou em entrevista ao jornal O Globo, que só se candidatou porque teve o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) . “Se fosse para vir sozinho, eu não seria candidato”, contou.


Russomanno disse não ter levado em conta a possível perd de apoio por conta do envolvimento do filho do presidente, Flávio Bolsonaro, no caso das rachadinha com o ex-assessor e amigo pessoal de Jair Bolsonaro, Fabrício Queiroz . Ele diz não temer a rejeição à sua candidatura por conta do apoio de Bolsonaro.

“Quando você é amigo, você não trai”. Estou mandando um recado para todos aqueles que traíram ele (Bolsonaro). Não foi só o Doria. Se fosse só o Doria estava muito bom”, disse.

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O candidato atacou o governador do estado e disse que Doria “foi longe demais” ao fechar estabelecimentos comerciais durante a crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Ele diz que a adoção de políticas de fechamento do comércio “quebrou o estado “.

“Destruiu as empresas e os empresários. Não estava preparado para o que vinha. E tomava uma série de atitudes, depois recuava porque não era exatamente o que tinha que ser feito”, comentou.

Russomanno  afirmou que terá o apoio de Bolsonaro para implementar o “auxílio paulistano” que dará continuidade ao “auxílio emergencial”, caso seja eleito prefeito.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto permite a alunos beneficiados por cotas disputar vagas de ampla concorrência

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Renda Básica. Dep. Felipe Rigoni(PSB - ES)
Felipe Rigoni: o ajuste se faz necessário para tornar o sistema de cotas mais justo

O Projeto de Lei 4799/20 altera a Lei de Cotas nas Universidades para autorizar alunos beneficiados com reserva de vagas no ensino superior a também disputar vagas destinadas à ampla concorrência. Segundo o texto, que tramita na Câmara dos Deputados, cotistas aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados como ocupantes de vagas reservadas.

O autor do projeto, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), explica que a alteração foi inspirada na lei de cotas dos concursos públicos federais. “No regime atual, os alunos cotistas concorrem exclusivamente dentro de suas cotas, ainda que tenham nota suficiente para disputar as vagas da ampla concorrência. O ajuste se faz necessário para tornar o sistema de cotas mais justo”, observa Rigoni.

A Lei de Cotas para o ensino superior estabelece que todas as instituições federais de ensino superior – universidades federais e instituições federais de ensino técnico de nível médio – devem reservar, no mínimo, 50% das vagas de cada curso a estudantes de escolas públicas.

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Dentro dos 50%, metade das vagas deve ser destinada a estudantes de famílias com renda mensal igual ou menor que 1,5 salário mínimo per capita.

Em cada faixa de renda, entre os candidatos cotistas, são separadas vagas para autodeclarados pretos, pardos e indígenas e pessoas com deficiência, proporcionalmente ao censo do IBGE.

Reportagem – Murilo Souza 

Edição – Pierre Triboli

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