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Russomanno oficializa candidatura em São Paulo com aliança com o PTB

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Celso Russomanno concorreu à prefeitura da capital paulista em 2012 e 2016
Reprodução/Facebook

Celso Russomanno concorreu à prefeitura da capital paulista em 2012 e 2016.

O deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) foi confirmado nesta quarta-feira (16) como candidato à Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais de 2020. A confirmação da chapa foi confirmada em convenção partidária realizada na tarde de hoje.

Depois de ter dificuldades de encontrar um aliado para formar sua chapa,  tendo procurado Joice Hasselmann (PSL), o escolhido acabou sendo o advogado Marcos da Costa (PTB), que já tinha oficializado sua candidatura, mas agora a retirou para ser candidato a vice junto com o parlamentar.

Durante a convenção, Russomanno fez acenos ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), de quem ele garantiu que terá apoio. “Nós estaremos alinhados ao presidente da República, não porque eu sou amigo dele desde 1995, ou porque hoje sou vice-líder do governo no Congresso, mas porque estamos embuidos de fazer o melhor para o país”, afirmou o agora candidato.

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Além do anúncio da candidatura de Russomanno, também foi anunciado seu vice e o nome de 86 candidatos a vereadores.

Por meio de nota, o presidente estadual do PTB, Campos Machado, disse que a decisão para formar a coligação foi conjunta, depois que os dois partidos fizeram uma análise do quadro político atual.

A conclusão, segundo texto da nota, é que “essa união de forças amplia – e muito – as chances de vitória e a possibilidade de uma administração na maior cidade da América Latina alinhada com as diretrizes do presidente Bolsonaro”.

A coligação está em linha com as diretrizes nacionais do PTB, de apoio total ao governo Bolsonaro, conforme vem sendo defendido por Roberto Jefferson, que é presidente do partido e um dos maiores defensores do governo federal.

“Nós e Russomano, bem como o Republicanos, somos parceiros de longa data, tendo disputado a Prefeitura de São Paulo juntos, por duas vezes, e estou seguro de que, desta vez, vamos concretizar uma vitória onde a maior vitoriosa, na verdade, será a população de São Paulo”, disse Machado.

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POLÍTICA NACIONAL

Falta de consenso adia instalação da Comissão de Orçamento

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Foi adiada para a próxima terça-feira (6) a instalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO). A decisão foi tomada por causa da falta de consenso quanto à presidência e a proporcionalidade das bancadas. O líder do Centrão, deputado Arthur Lira (PP-PB), questionou o espaço do PROS e do PSC. Segundo o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), a decisão foi tomada para “evitar conflitos” e para que as bancadas possam articular e chegar a um acordo. Ele explicou que a divergência está no método definido pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para a distribuição de vagas entre os deputados. Por esse critério, Pros e PSC ficariam sem representação no colegiado. A regra está respaldada nas consultorias da CMO e do Congresso Nacional, mas o presidente considerou legítimo o questionamento.

A comissão é composta por 40 titulares, sendo 30 deputados e 10 senadores escolhidos pelos líderes partidários. Após a instalação, os parlamentares vão eleger o presidente do colegiado, que deverá ser um deputado, seguindo a regra de alternância para ocupação do cargo entre Câmara e Senado.

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“De fato, a consultoria tem um entendimento. Mas houve a discordância de alguns deputados. Como a gente sabe que a CMO funciona sempre buscando o consenso, pelo menos a maioria para deliberar, para não haver conflito, a gente adiou por uma semana. Na próxima semana, vamos instalar a comissão. Se não tiver esse entendimento para votar por unanimidade o presidente e os relatores da LDO e da LOA, a gente vai para o voto. Aí, quem tiver voto vai fazer o presidente”, adiantou Davi Alcolumbre.

O colegiado é responsável por debater e votar as leis orçamentárias para 2021 e deverá funcionar de forma remota por causa da pandemia. O relator da proposta do orçamentária será o senador Marcio Bittar (MDB-AC), que terá como desafio de apresentar um relatório com a previsão de receitas e despesas da União para o ano que vem, impactado pela pandemia da covid-19.

Edição: Valéria Aguiar

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