POLÍTICA NACIONAL

Russomano diz que só é candidato porque teve apoio de Bolsonaro

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Marcos Corrêa/PR

Celso Russomano, deputado e candidato a prefeito de São Paulo, e o presidente Jair Bolsonaro


O candidato à prefeitura de São Paulo Celso Russomano (Republicanos) declarou em entrevista ao jornal O Globo, que só se candidatou porque teve o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) . “Se fosse para vir sozinho, eu não seria candidato”, contou.


Russomano disse não ter levado em conta a possível perd de apoio por conta do envolvimento do filho do presidente, Flávio Bolsonaro, no caso das rachadinha com o ex-assessor e amigo pessoal de Jair Bolsonaro, Fabrício Queiroz . Ele diz não temer a rejeição à sua candidatura por conta do apoio de Bolsonaro.

“Quando você é amigo, você não trai”. Estou mandando um recado para todos aqueles que traíram ele (Bolsonaro). Não foi só o Doria. Se fosse só o Doria estava muito bom”, disse.

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O candidato atacou o governador do estado e disse que Doria “foi longe demais” ao fechar estabelecimentos comerciais durante a crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Ele diz que a adoção de políticas de fechamento do comércio “quebrou o estado “.

“Destruiu as empresas e os empresários. Não estava preparado para o que vinha. E tomava uma série de atitudes, depois recuava porque não era exatamente o que tinha que ser feito”, comentou.

Russomano diz que terá o apoio de Bolsonaro para implementar o “auxílio paulistano” que dará continuidade ao “auxílio emergencial”, caso seja eleito prefeito.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê exames psicossociais de crianças e adolescentes adotados

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Outubro Rosa. Dep. Rejane Dias(PT - PI)
Rejane Dias: o acompanhamento psicológico vai auxiliar o adotado e o adotante

O Projeto de Lei 5000/20 inclui, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a previsão de exames periódicos psicossociais em crianças e adolescentes adotados.

Conforme o texto, os adotados deverão ser submetidos – a cada seis meses durante dois anos – a estudos com o objetivo de avaliar o efetivo atendimento de seus interesses. O prazo será contado a partir da sentença definitiva de adoção. Se aprovada, a medida valerá para crianças e para jovens de até 21 anos de idade.

A proposta foi apresentada pela deputada Rejane Dias (PT-PI) à Câmara dos Deputados.

“Depois que a criança ou o adolescente for morar com a nova família, é importante ter um acompanhamento psicológico, visando a analisar o adotado e o adotante por meio de métodos e técnicas para tornar o processo mais humano e proporcionar uma melhor comunicação entre todos os envolvidos”, defende a autora do projeto.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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