POLÍTICA NACIONAL

Secretaria da Mulher avalia impacto da pandemia no tratamento do câncer de mama no SUS

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Congresso iluminado em homenagem ao Outubro Rosa
Desde o dia 1º o Congresso está iluminado de rosa em alusão à campanha contra o câncer de mama

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados discute na próxima sexta-feira (9) o adiamento do diagnóstico e do tratamento de câncer no Sistema Único de Saúde (SUS) em função da pandemia de Covid-19.

O evento faz parte da programação do Outubro Rosa – 2020 e tem o apoio da Primeira-Secretaria e da Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara, em parceria com o Senado, por meio da Procuradoria Especial da Mulher, da Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher, do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça e da Liga do Bem.

O debate será mediado pela deputada Liziane Bayer (PSB-RS), a partir das 14h30, e realizado por meio de videoconferência transmitida pelo portal e-Democracia.

Nesta semana, a coordenadora da Secretaria da Mulher, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), alertou para a possibilidade de queda nos cuidados para prevenção e tratamento do câncer durante a pandemia.

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“Com a pandemia de Covid-19, o sentimento de pânico e o medo de se expor ao vírus tem provocado que muitas mulheres deixem de dar a devida atenção a problemas que demandam cuidados sérios, como o câncer de mama, de colo de útero e outras doenças crônicas”, disse Professora Dorinha.

 

 

Da Redação – ND

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POLÍTICA NACIONAL

Itamaraty envia mensagem de saudação a Luis Arce, presidente eleito da Bolívia

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Agência Brasil

Itamaraty
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Mensagem foi encaminhada após a confirmação da vitória de Luis Arce.

O Ministério das Relações Exteriores enviou uma mensagem ao presidente eleito da Bolívia , Luis Alberto Arce Catacora , e ao vice, David Choquehuanca, felicitando-os pela vitória no pleito. Nela, o governo brasileiro saúda povo e governo bolivianos pelo clima de “tranquilidade e harmonia” registrado durante o processo eleitoral, bem como pela “atuação independente do Tribunal Supremo Eleitoral” na contagem oficial dos votos.”

O Governo brasileiro congratula-se com as forças políticas do país pelo respeito à vontade popular expressa nas urnas. Reconhece, em particular, a importância da participação dos observadores independentes das missões que acompanharam a votação – da OEA, do Parlasul, da União Europeia, das Nações Unidas, da Uniore e do Instituto Carter Center – cujo escrutínio contribuiu para afiançar a legitimidade e transparência do pleito e garantir que fosse respeitado o desejo soberano do povo boliviano na escolha de seus dirigentes”, diz a mensagem.

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O Itamaraty reafirmou a disposição do governo brasileiro em trabalhar com as novas autoridades bolivianas “com vistas à implementação de iniciativas de interesse comum e no âmbito dos laços de amizade, vizinhança e de cooperação que unem os dois países e seus povos.”

Após ter sido apontado, segundo pesquisas de boca de urna, como vencedor das eleições, Arce disse que a Bolívia “voltou à democracia”, e que fará um governo em prol de todos os bolivianos. “Vamos constituir um governo de unidade nacional”, declarou o candidato vitorioso, que foi ministro da Economia e Finanças Públicas da Bolívia em duas ocasiões durante o governo de Evo Morales – presidente da Bolívia por três mandatos consecutivos, de 2006 a 2019.

Sob a justificativa de evitar a continuidade de conflitos violentos que ocorreram em 2019 após um relatório preliminar da Organização dos Estados Americanos (OEA) levantar suspeitas sobre as eleições presidenciais bolivianas na época, Evo Morales convocou novas eleições e, em seguida, se exilou no México e, depois, na Argentina, onde ainda permanece.

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