POLÍTICA NACIONAL

Senadores cobram explicações de Salles sobre multas aplicadas pelo Ibama

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Comissão da Senado acompanha a situação do Pantanal e pede explicações de Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente.
Agência Brasil

Comissão da Senado acompanha a situação do Pantanal e pede esclarecimentos de Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente.

Nesta sexta-feira (2), a comissão do Pantanal aprovou um requerimento para que o ministro do Meio Ambiente , Ricardo Salles , preste informações sobre as multas ambientais aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nos últimos cinco anos.

De acordo com o G1 , os senadores querem detalhes sobre as sanções aplicadas pelo Ibama de 2015 a 2020 em cada bioma brasileiro, com destaque para Amazônia e Pantanal.

O objetivo do pedido é ter acesso aos dados sobre sanções decorrentes de desmatamento ilegal e queimadas ilegais .

Além disso, a comissão do Pantanal solicita que haja um comparativo entre multas aplicadas, multas pagas e multas em discussão judicial.

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O requerimento foi apresentado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS).

Para ela, os dados são importantes para que se possa “entender as características das condutas delituosas, a sua dinâmica de crescimento ou decrescimento, a capacidade do órgão em concluir o processo administrativo infracional, bem como a capacidade de fiscalização do Ibama “.

“Diversos meios de comunicação têm divulgado que foi observada, a partir de 2019, a redução no número de multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao passo que as taxas de desmatamento ilegal , especialmente na Amazônia Legal, seguem crescentes”, diz o texto. 

Tebet também diz que esses dados não estão “prontamente disponíveis” nos sites do Ibama e do ministério, o que prejudica o monitoramento.

Ricardo Salles terá trinta dias para apresentar as informações solicitadas. Caso o pedido não seja atendido, o ministro do Meio Ambiente poderá responder por crime de responsabilidade.

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POLÍTICA NACIONAL

General Ramos fiz que “não tem briga nenhuma” entre ele e Ricardo Salles

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Luiz Eduardo Ramos%2C ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência
Isac Nóbrega/PR

Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Eduardo Ramos , disse neste domingo (25) que “não tem briga nenhuma” entre ele e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles . A declaração foi feita durante agenda junto com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Distrito Federal. As informações são do jornal Folha de S. Paulo .

“Rapaz, não tem briga nenhuma”, disse o general quando se dirigia à moto para deixar o posto de gasolina em que foi com Bolsonaro em Sobradinho. “Tem uma definição: briga é quando [tem] duas pessoas”, completou.

O ministro ainda foi questionado sobre o clima entre os integrantes da equipe ministerial, asm ele se limitou a relação dele com Bolsonaro. “Minha relação com o presidente está excepcional como sempre.”

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Na última quinta-feira (22), o ministro Ricardo Salles publicou no Twitter que Ramos tinha um comportamento de “maria fofoca”. A publicação foi apagada minustos depois. A gota d’água para esse desentendimento foi uma nota do jornal O Globo que dizia que o ministro estava esticando a corda com a ala militar do governo em decorrência do episódio envolvendo a falta de recursos no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Naquela ocasião, Salles tinha dito que, sem dinheiro, brigadistas interromperiam atividades de combate a incêndios e queimadas.

As críticas de Salles a Ramos são amparadas pelos filhos de Jair Bolsonaro e fazem parte de estratégia do núcleo ideológico para convencer o presidente a trocar o responsável pela articulação política do governo. Está prevista para uma minirreforma ministerial em fevereiro de 2021.

Essa pressão ocorre nos bastidores desde agosto, mas agora veio a público com a manifestação de Salles nas redes sociais. A decisão de Salles de tornar público o embate, segundo assessores palacianos, busca acelerar o desgaste de Ramos.

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A ideia é repetir a fritura realizada no ano passado com o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que também comandava a Secretaria de Governo e foi criticado pelo núcleo ideológico por sua postura moderada. Bolsonaro foi influenciado a substituí-lo no posto principalmente pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

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