POLÍTICA NACIONAL

Senadores registram o início da campanha Setembro Amarelo de prevenção ao suicídio

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Os senadores registraram nesta terça-feira (1) o início do Setembro Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre a prevenção do suicídio. A escolha do mês é decorrente do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, comemorado no dia 10. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estima-se que 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, a cada 40 segundos. No Brasil são registrados anualmente 12 mil suicídios. Os atendimentos de urgência cresceram durante a pandemia.

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) solicitou que durante o mês de setembro o Congresso Nacional fique iluminado na cor amarelo para alertar a necessidade da prevenção ao suicídio. Em suas redes sociais, ele falou sobre algumas causas. 

“Segundo o Ministério da Saúde, mais de 96% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais, depressão, transtorno bipolar e/ou abuso de substâncias como a maconha — números que colocam essa entre as três principais causas de morte de pessoas entre 15 e 29 anos no mundo. Não podemos fechar os olhos para essa grande pandemia mundial que é o suicídio! Conscientizemos”.

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Girão também destacou a importância do Legislativo em ações para a prevenção ao suicídio.

— Muita gente sofrendo, ainda mais nesse período de incertezas, de problemas com relação a desemprego, saúde pública. Então iniciativas do Congresso, de audiências públicas, de ações nesse sentindo — nós temos projetos de lei também para fortalecer políticas públicas — são prioridade máxima, questão de humanidade — explicou em entrevista à Rádio Senado.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) relatou dificuldades que a crise econômica gerou na pandemia desencadeando na população uma série de problemas tanto na saúde física quanto mental. Para o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) é importante ajudar as pessoas que pensam em tirar a própria vida. 

“Setembro é o mês da campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Precisamos falar sobre o tema e, mais do que isso, ajudar quem precisa. A vida é nosso bem maior.”

Já o senador Elmano Férrer (Podemos-PI) divulgou o trabalho do Centro de Valorização da Vida (CVV) na prevenção do suicídio.

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“O dia de hoje marca o início da Campanha Setembro Amarelo que tem como objetivo a conscientização sobre a prevenção do suicídio. O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional a todas as pessoas que querem ou precisam conversar”.

CVV

O Setembro Amarelo é uma iniciativa do CVV, do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psquiatria (ABP). O Centro de Valorização da Vida é responsável por oferecer apoio emocional e prevenção ao suicídio, atendendo gratuitamente e sob sigilo por telefone (188), chat e email.

 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Marco Aurélio conclui voto para que Bolsonaro deponha por escrito à PF

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Marco Aurélio
Carlos Moura/ SCO/ STF

Magistrado liberou o recurso para análise no plenário virtual do STF.

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu seu voto a favor de que o presidente Jair Bolsonaro deponha por escrito à Polícia Federal (PF) no inquérito que investiga suposta tentativa de interferência do presidente na corporação. O ministro é o relator do recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) que pede o depoimento por escrito.

O primeiro relator do caso, Ministro Celso de Mello, tinha determinado que o depoimento acontecesse de forma presencial. Como o decano está de licença até o final desta semana, Marco Aurélio se tornou o relator em substituição.

Na última quarta-feira (23), o magistrado liberou o recurso para análise no plenário virtual, onde todos os ministros irão votar de forma remota. O recurso que pede o depoimento por escrito será analisado pelo plenário virtual do STF entre os dias 2 e 9 de outubro.

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Segundo informações da TV Globo, ele já inseriu seu voto no sistema interno da Corte. A emissora diz também que Marco Aurélio irá defender que Bolsonaro tem prerrogativa para depor por escrito mesmo figurando como investigado no inquérito.

No voto, Marco Aurélio diz que “em um estado democrático de direito é inadmissível o critério de dois pesos e duas medidas, sendo que o meio normativo é legítimo quando observado com impessoalidade absoluta”. O ministro completou dizendo que: “a mesma regra processual é possuidora de sentido único, pouco importando o presidente envolvido”.

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