POLÍTICA NACIONAL

Sergio Moro rebate Aras em entrevista e diz que “não existe lavajatismo”

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Agência Brasil

Ex-ministro Sérgio Moro

O ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro afirmou em entrevista publicada pelo jornal Correio Braziliense deste domingo (6) que não pretende revidar aos  “ataques” à Operação Lava Jato, o que ele classifica como “calúnias” veiculadas nas redes sociais. Ele comentou, ainda, as repercussões causadas pela operação nas esferas públicas do país.

Questionado sobre a declaração do Procurador-geral da República, Augusto Aras, sobre correção de rumos para que o “lavajatismo” não perdure, Moro afirmou que o “lavajatismo” citado pelo PGR não existe. “O que existe são servidores públicos que respeitam o salário pago com dinheiro público e tiveram cuidado de fazer bem seu trabalho”, afirmou. Para Moro, a execução bem sucedida desse trabalho culminou na punição de quem cometeu esses crimes graves “de acordo com o devido processo legal”.

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Apesar de ter opinião taxativa quanto à Operação, Moro se esquiva ao falar das investigações sobre interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, um dos motivos que causou o pedido de demissão dele no mês de abril. “Não cabe a mim avaliar o trabalho da PF”, pontuou.

Ele considerou a produção de um dossiê antifascista por parte do Ministério da Justiça como “preocupante”, mas disse não ter conhecimento suficiente sobre o caso para tecer comentário.

Apesar da saída do governo, Moro disse que fez uma “escolha acertada” ao tornar-se ministro. Segundo ele, a decisão foi tomada com objetivo de combater a corrupção, o que ele considerou como a “causa” da vida dele.

“Nem tudo saiu como planejado, mas a vida é assim”, disse. Ele avaliou, ainda, que serviu ao Brasil de forma correta e considerou sua participação no governo Bolsonaro como um “orgulho”. Apesar disso, ele criticou o governo ao falar que não vê medidas feitas na campanha serem honradas.

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POLÍTICA NACIONAL

Sessão especial em homenagem a Chico Xavier é adiada para 2021

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Foi adiada para 2021 a sessão especial destinada a homenagear a memória do médium espírita Chico Xavier (1910-2002) em virtude da suspensão das atividades presenciais no Senado por causa das medidas de prevenção à propagação do coronavírus.

A sessão especial, requerida pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estava inicialmente marcada para o dia 2 de abril deste ano e já havia sido adiada anteriormente para o dia 29 de junho.

O senador justificou a homenagem pela importância de Chico Xavier, falecido aos 92 anos de idade. Durante sua vida, vendeu mais de 50 milhões de livros, revertendo os direitos autorais para obras de assistência social, disse Girão.

“Dentre tantos gestos de solidariedade, alguns ficaram marcados: a distribuição de alimentos a pessoas carentes, o tradicional jantar às quintas-feiras com distribuição de pão e leite, e ainda a entrega de cestas básicas aos sábados”, afirmou o senador em seu requerimento.

Sobre o espiritismo, Girão argumentou que o Brasil é o país com o maior contingente de participantes ativos da doutrina. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 4 milhões se declaram espíritas. É grande também o número de simpatizantes, e conforme os dados mencionados pelo senador, aproximam-se de 40 milhões de pessoas.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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