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Servidor da Saúde fala à PF da pressão para Covaxin e que informou Bolsonaro

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Luis Ricardo Fernandes Miranda e seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF)
Agência Senado

Luis Ricardo Fernandes Miranda e seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF)

Em depoimento prestado à Polícia Federal, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda, irmão do deputado federal Luís Miranda (DEM-DF), reiterou ter sofrido pressões dos seus superiores para autorizar a importação da vacina indiana Covaxin , que era representada pela empresa brasileira Precisa Medicamentos. Disse ainda que levou detalhes do caso ao conhecimento do presidente Jair Bolsonaro, incluindo o nome de três funcionários que teriam feito as pressões e cópia do contrato.

Miranda afirmou que recebia “insistentemente” telefonemas ou mensagens perguntando sobre o andamento do processo. Na ocasião, Luís Ricardo Miranda era chefe da divisão de importação do ministério.

Seu depoimento foi prestado no último dia 14 de julho no inquérito que apura suspeitas de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro. No depoimento, Luís Ricardo afirma que seu irmão o levou para uma reunião no Palácio da Alvorada para narrar ao presidente as suspeitas de irregularidades e pressões envolvendo o contrato. Após as denúncias, o contrato de R$ 1,6 bilhão foi cancelado.

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Carlos Bolsonaro seria “beneficiário final” em esquema de rachadinha, aponta MP

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Carlos Bolsonaro seria
Reprodução/Redes Sociais

Carlos Bolsonaro seria “beneficiário final” de esquema de rachadinha, aponta MP

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apresentou indícios de que o  vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) seria o “beneficiário final” de uma possível “organização criminosa” em seu gabinete parlamentar. A prática, chamada de ‘rachadinha’, consiste em desviar parte dos salários dos servidores públicos que integravam o gabinete do parlamentar. As informações são do jornal Estado de S.Paulo.

De acordo com os promotores, “pelos elementos de provas colhidos já é possível vislumbrar indícios da existência de uma organização criminosa caracterizada pela permanência e estabilidade, formada desde o ano de 2001 por diversos assessores nomeados pelo Parlamentar”.

O ano citado refere-se ao primeiro ano do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Dois anos e meio após o início de seu mandato, Carlos comprou um imóvel por R$ 150 mil em dinheiro vivo. Os desvios em seu gabinete, porém, teriam ocorrido com a ajuda de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-esposa de Jair Bolsonaro, que trabalhou como chefe de gabinete para Carlos até 2008. Segundo o MP, Ana ocupava posição de destaque, cargos de confiança e relevante acumulo de patrimônio.

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“Tanto a aquisição de imóveis por pagamento ‘em moeda corrente’ quanto a aquisição de bens por preços subestimados sugerem que Ana Cristina Siqueira Valle se utilizasse de dinheiro em espécie em suas operações imobiliárias, de modo que haverá de se aferir a possibilidade de que a remuneração da Câmara Municipal destinada a seus parentes tenha sido clandestinamente repassada em seu favor”, alegam promotores que investigam o caso.


Em meio as investigações, sete parentes de Ana Cristina, além da própria, tiveram seus sigilos quebrados. O presidente Jair Bolsonaro, porém, não é alvo das apurações dos promotores.

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