POLÍTICA NACIONAL

Superfaturamento da compra da Covaxin: “Se provar, o mundo vai cair”, diz Kalil

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Alexandre Kalil opina sobre suposto superfaturamento na compra de vacina pelo governo Bolsonaro
Montagem iG / Amira Hissa/PBH e Isac Nóbrega/PR

Alexandre Kalil opina sobre suposto superfaturamento na compra de vacina pelo governo Bolsonaro

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), comentou na noite desta terça-feira (22) as revelações acerca da compra da vacina Covaxin , produzida na Índia, pelo Governo Federal por um preço 100% maior do que o pedido pela própria fabricante.

“Eu acho que tem que provar, se provar o mundo vai cair, por que 1000% mais caro sema a provação da Anvisa. Olha, tem coisas qeu eu não acredito, só acredito vendo, e vou te falar, não acredito nisso, é uma barbaridade total, isso não existe”.

A revelação da compra supostamente superfaturada foi feita pelo jornal Estado de S.Paulo através de documentos do Ministério das Relações Exteriores.

Uma dose do imunizante , que custava cerca de US$ 1, teve custo de US$ 15 pelo Ministério da Saúde. A empresa que intermediou o negócio é alvo da CPI da Covid.

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POLÍTICA NACIONAL

Nunes Marques sobre voto impresso: ‘preocupação legítima do povo’

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Kassio Nunes, ministro indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o STF
Nelson Jr./SCO/STF

Kassio Nunes, ministro indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o STF

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira que o  debate sobre o voto impresso cabe ao Congresso Nacional e que ele, na condição de juiz, respeitará “a expressão da vontade popular”, “seja mantendo ou alterando a sistemática de votação e apuração de votos, nos termos da Constituição”.

Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro ao Supremo, Nunes Marques foi o único integrante da Corte que não assinou a nota conjunta em defesa da urna eletrônica publicada por ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro, contudo, diz que “não foi consultado previamente em nenhum momento a fim de que pudesse concordar, ou não, com o teor” da manifestação.

“O Ministro considera legítimo o posicionamento externado pelos demais Ministros que compõem ou compuseram o TSE, na medida em que, imbuídos de elevada preocupação para a construção da democracia em nosso país, têm buscado o aperfeiçoamento do sistema eleitoral”, disse.

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Nunes Marques afirmou ainda que “o debate acerca do voto impresso auditável se insere no contexto nacional como uma preocupação legítima do povo brasileiro e que Sua Excelência, na condição de Juiz, respeitará a expressão da vontade popular a ser externada pelo Congresso Nacional, foro adequado para tais debates, seja mantendo ou alterando a sistemática de votação e apuração de votos, nos termos da Constituição”.

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