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Tarcísio de Freitas: pessoas nas ruas e cracolândia serão prioridade

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Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva
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Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva

O pré-candidato ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas elegeu a cracolância e as pessoas em situação de rua como prioridades em um eventual governo. Segundo o ministro da Infraestrutura, situação é “complexa”, e demanda “integração de várias políticas públicas”.

“Obras de infraestrutura são importantes, sem dúvida que são, mas determinadas situações me preocupam muito hoje, por exemplo a situação dos moradores em situação de rua. É super complexa, me preocupa a cracolândia. E observe, é complexa na medida em que demanda integração de várias políticas publicas. Acolhimento, assistência e desenvolvimento social, saúde, porque preciso fazer o tratamento do dependente químico, e de habitação, por que a pessoa não vai para a rua por que consome drogas, ela consome drogas por que vai para a rua”, disse, em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura.

Ele aponta que o déficit habitacional é um dos principais componentes da questão. Um levantamento feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgado no início de junho apontou que, apenas na capital, 42,2 mil pessoas estariam vivendo nessa situação de vulnerabilidade. Em janeiro, um censo feito pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento social apontou para um crescimento de 31% nos últimos dois anos.

“Essa situação do deficit habitacional talvez seja um dos maiores desafios que nós temos. Há espaço para construir habitações, há espaço para retrofitar edificações e reaproveitar edificações que são do estado e foram desapropriados no passado”, diz o pré-candidato.

“Se a gente pegar a São Paulo industrial, ela nasceu na margem da linha do trem e morreu na margem da linha do trem. Se você sai do centro e vai andando em direção a Barra Funda, Lapa, Vila Leopoldina, vai ver uma série de galpões abandonados que podem servir para a conjugação de empreendimentos de interesse social, de médio padrão e empreendimentos comerciais, e eu falo os três juntos porque os dois primeiros financiam a habitação social em uma lógica de parceria público-privada e aí dá para trazer o capital privado.”

Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro nomeia 17 novos desembargadores para TRF-6

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Presidente Jair Bolsonaro (PL)
Wilson Dias/Agência Brasil – 20/06/2022

Presidente Jair Bolsonaro (PL)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) definiu quem serão os desembargadores que integrarão o recém-criado Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), que funcionará em Minas Gerais. Os nomes foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira.

O presidente fez sua escolha a partir das listas formadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na última terça-feira. Nomeará os juízes que devem ser promovidos pelo critério de merecimento e os representantes da advocacia e do Ministério Público Federal (MPF). Entre os juízes por merecimento, foram escolhidos Klaus Kuschel; André Prado de Vasconcelos; Simone dos Santos Lemos Fernandes; Luciana Pinheiro Costa; Pedro Felipe de Oliveira Santos e Miguel Angelo de Alvarenga Lopes.

Na classe dos juristas, foram escolhidos Flávio Boson Gambog e Gregore Moreira de Moura. Da lista de indicados pelo MPF, foram escolhidos Álvaro Ricardo de Souza Cruz e Edilson Vitorelli Diniz Lima.

A seleção feita pelo presidente, de acordo com interlocutores que acompanharam o processo de escolha, traz nomes apoiados pelo presidente do STJ, Humberto Martins, e pelo ex-presidente e ministro do tribunal João Otávio de Noronha, um dos idealizadores do TRF mineiro.

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Ainda segundo pessoas próximas ao presidente, o martelo foi batido em torno de nomes apoiados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques, pelo presidente do STF, Luiz Fux, e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. O juiz Pedro Felipe de Oliveira Santos, por exemplo, é atualmente o secretário-geral da presidência do Supremo. Klaus Kuschel é hoje em dia o juiz instrutor do gabinete de Nunes Marques.

André Prado de Vasconcelos, apoiado por Pacheco, foi diretor da Justiça Federal em Belo Horizonte e a juíza Simone dos Santos Lemos Fernandes atua no gabinete de Noronha.

A lei criando o TRF-6 é do ano passado, mas o tribunal, que terá abrangência sobre o estado de Minas Gerais, será instalado apenas este mês. Ao todo são 18 vagas e uma delas já estava garantida à desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Mônica Sifuentes. Minas Gerais é atualmente parte do TRF-1. Assim, a lei criando o TRF-6 abriu a possibilidade para que os desembargadores do TRF-1 migrassem para o novo tribunal. Apenas Sifuentes optou por isso.

Além das nomeações feitas a critério de Bolsonaro, também foram escolhidos para integrar o TRF-6, por antiguidade, sete juízes. Um deles é Vallisney de Souza Oliveira, que foi responsável por casos da Lava-Jato na Justiça Federal de Brasília. Vallisney já condenou, por exemplo, os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves, decisão que foi depois derrubada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

Além dele, constam na lista de nomeações Derivaldo de Figueiredo Bezerra Filho; Evandro Reimão dos Reis; Lincoln Rodrigues de Faria; Marcelo Dolzany da Costa; Ricardo Machado Rabelo; Rubens Rollo D’Oliveira.

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Fonte: IG Política

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