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Vereador de Fortaleza é preso acusado de atropelar mulher após discussão

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Vereador de Fortaleza é preso acusado de atropelar mulher após discussão
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Vereador de Fortaleza é preso acusado de atropelar mulher após discussão

Um dos veradores mais antigos de Fortaleza , que está em seu quarto mandato, Ronivaldo Maia (PT) foi autuado em flagrante na noite de segunda-feira acusado de ter atropelado uma mulher. O parlamentar, que fez carreira política como líder estudantil, teria passado com o carro propositalmente sobre a vítima, que saiu do veículo após uma discussão. O bate-boca, de acordo com as testemunhas, aconteceu no bairro Conjunto Ceará.

Ronivaldo é professor de história, formado pela Universidade Estadual do Ceará (Uece). Ele despontou na vida pública à frente da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Fortaleza, entiidade que presidiu aos 17 anos. Durante a gestão da prefeita Luiziane Lins, ele ocupou o cargo de presidente da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb). Seu primeiro mandato como vereador teve início em 2009.

A assessoria do vereador ainda não se pronunciou sobre o caso. Entre as pautas defendidas pelo vereador, está o combate à violência contra a mulher, tema que era recorrente em seus discursos.


De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, uma denúncia chegou à Polícia Militar sobre um casal discutindo dentro do carro. A mulher, que teria cerca de 36 anos, saiu do veículo, e o parlamentar acelerou passando por cima dela. Ela foi socorrida por parentes. Ronivado foi detido num posto de gasolina por policiais. A vítima foi internada num hospital da região.

Ronivaldo Maia foi levado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Fortaleza. A polícia agora busca por testemunhas que possam ajudar a eliucidar o que aconteceu. O verador é casado e tem três filhos.

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Bolsonaro divulga agenda com compromisso uma hora após depoimento à PF

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Presidente Jair Bolsonaro (PL) divulga agenda com compromisso uma hora após depoimento à PF
Isac Nóbrega/PR

Presidente Jair Bolsonaro (PL) divulga agenda com compromisso uma hora após depoimento à PF

Horas depois de o  ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinar que o presidente Jair Bolsonaro (PL) preste depoimento na sede da Polícia Federal em Brasília nesta sexta-feira (28), o presidente publicou sua agenda com apenas dois compromissos públicos, um deles uma hora depois do horário previsto por Moraes.

O ministro determinou que o presidente Jair Bolsonaro compareça pessoalmente à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal na sexta-feira, às 14h, para prestar depoimento sobre suspeita de vazamento de documentos sigilosos de uma investigação da PF.

Na agenda pública de Bolsonaro, divulgada no final da noite desta quinta-feira, a Presidência incluiu dois compromissos públicos: uma solenidade às 9h no Palácio do Planalto e despachos com o Subchefe de Assuntos Jurídicos da Presidência, Pedro Cesar Sousa, às 15h. Segundo a Presidência, a agenda com Pedro Cesar Sousa ocorrerá no Palácio da Alvorada.

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Bolsonaro não é obrigado a incluir na sua agenda o depoimento à Polícia Federal, por não se tratar de um evento de caráter público, mas pessoal. A duração da oitiva de Bolsonaro, que consta como investigado no inquérito do Supremo Tribunal Federal, não tem previsão de duração mas é comum que durem mais do que 1 hora. Em novembro do ano passado, o presidente já prestou um depoimento à PF, no Palácio do Planalto. Na ocasião, respondeu a 13 perguntas dos investigadores.

Dessa vez, entretanto, Bolsonaro tem buscado adiar o depoimento. A decisão de Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira, foi em resposta a um pedido da Advocacia-Geral da União para que Bolsonaro não comparecesse ao depoimento, cujo prazo venceria nesta sexta-feira.

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O presidente, entretanto, apresentou nesta quinta-feira, um pedido de dispensa do depoimento. Por isso, Moraes negou o pedido e determinou o comparecimento pessoal à PF para o depoimento.


Como é investigado, Bolsonaro pode decidir se manter em silêncio durante o depoimento.

Mesmo com a determinação do ministro do STF, há a possibilidade de que o presidente não compareça à Polícia Federal. Juristas ouvidos pelo Globo explicam que, por ser investigado, e não testemunha, Bolsonaro não é obrigado a depor — prestar depoimento como investigado é um ato de defesa e, portanto, a pessoa se defende se quiser.

“Mas como existe uma ordem judicial para que Bolsonaro vá, caso ele não compareça estará, sim, descumprindo uma ordem judicial”, pondera Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio.

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