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Prefeito de Liverpool critica realização do jogo contra o Atlético de Madrid pelas oitava de final da Champions League

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Mais um jogo da Champions League está despertando críticas pela possibilidade de ter contribuído para disseminar o coronavírus na Europa. Depois do prefeito de Bérgamo ter chamado a partida entre Atalanta e Valencia, no San Siro, de “bomba biológica”, agora foi a vez do prefeito de Liverpool, Joe Anderson, lamentar a realização do Liverpool 2 x 3 Atlético de Madrid, também pelas oitavas de final, em um Anfield Road lotado.

Questionado no Twitter se a presença de três mil torcedores atleticanos na cidade pode ter ajudado a aumentar a propagação do vírus, Anderson respondeu: “Não poderia concordar mais. Só que, tristemente, não cabia a mim tomar essa decisão (de impedir a presença da torcida espanhola). Agora temos que lidar com o hoje e o amanhã, não com o ontem”, escreveu o político.

No dia 11 de março, o Atlético de Madrid derrotou o Liverpool  e se classificou para as quartas de final da Champions League. Na ocasião, a Espanha já vivia em alerta pela propagação da Covid-19, enquanto a Inglaterra ainda não tinha tantos casos. Esta semana, no entanto, o Reino Unido viu crescer os números de infectados: segundo o último relatório da Organização Mundial de Saúde, o país já soma 9,5 mil casos de Covid-19, com 463 mortes, 41 delas registradas nesta quinta-feira.

Evitando culpar a torcida do Atlético, o prefeito de Liverpool mirou suas críticas à Uefa e às autoridades britânicas, que, segundo ele, deveriam ter impedido a realização da partida, ou ao menos determinado que as equipes jogassem sem público.

– Eu acho que o governo não tomou ações firmes com rapidez suficiente e pareceu relutante em fazer algo que pudesse preocupar as pessoas ou afetar a economia na época – disse Anderson, de acordo com reportagem do jornal “Liverpool Echo”.

O prefeito de Liverpool afirmou ao jornal que reclamou na época da liberação de viagem dos torcedores espanhóis para assistir ao jogo em Liverpool, alegando que eles já estavam proibidos de ir aos jogos do time em Madri. No entanto, o último jogo do Atlético de Madrid antes de enfrentar o Liverpool, o empate em 2 a 2 com o Sevilla, no Metropolitano, foi disputado com torcida no estádio.

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Vasco pode ter redução de receitas se quarentena passar de maio

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O presidente do Vasco, Alexandre Campello, abriu o jogo sobre o as medidas que o clube vem tomando em relação à pandemia do novo coronavírus (covid-19) e à preparação para o restante da temporada de 2020. Atletas e funcionários ganharam férias até o dia 20 de abril, porém o retorno às atividades vai depender de como estará a propagação da covid-19.

Se a paralisação entrar no mês de maio, Campello prevê dificuldades financeiras para o Gigante da Colina.

“Se o futebol voltar a partir de maio, nós temos a possibilidade de cumprir com todo o calendário do futebol até o final do ano entendendo que, em função das férias, as atividades vão avançar pelo mês de dezembro até próximo do Natal. Se, por outro lado, essa paralisação permanecer nos meses de junho ou julho, isso provavelmente trará um impacto muito grande nas competições com a possibilidade real de perda de receitas”.

O presidente do Vasco explicou quais seriam as medidas para tentar diminuir o prejuízo financeiro do clube

“Uma das possibilidades é trabalhar com a redução dos vencimentos, quer seja de atleta, quer seja da comissão técnica. Nós estamos trabalhando junto ao poder público com a suspensão de pagamentos de tributos e de obrigações. Junto às entidades bancárias pedindo a prorrogação dos prazos, renegociando uma série de compromissos e estamos tentando buscar receitas alternativas. Esse é o trabalho que tem sido feito no sentido de minimizar o efeito econômico e esportivo dessa epidemia, mas, certamente, algumas decisões só poderão ser tomadas a partir do momento em que ficar definido a volta das atividades”.

Ouça na Rádio Nacional

 

Outra medida vai mudar drasticamente o dia a dia do Vasco. O clube deixará de treinar no CT do Almirante e vai voltar a fazer as atividades em São Januário. O centro de treinamento em Vargem Pequena, na zona oeste do Rio de Janeiro, é alugado e, com isso, Alexandre Campello espera reduzir custos e investir no novo CT próprio do clube.

A expectativa de Alexandre Campello é inaugurar o novo CT entre o fim de junho e início de julho. Assim, o futebol do Vasco ficaria afastado da parte administrativa, em São Januário. Isso significa mais paz para o técnico Ramon Menezes comandar a equipe em um ano de eleições do Cruzmaltino.

Sobre a escolha do novo treinador, Alexandre Campello justificou que há incerteza em trazer alguém de fora, uma vez que, segundo o presidente, nem todo técnico estrangeiro deu certo no Brasil. Além disso, não gostaria de contratar um brasileiro que não tenha nome “de peso”. Campello elogiou Ramon, lembrou que é muito estudioso, atualizado, conhece profundamente o Vasco e vem demonstrando sua capacidade dentro do clube como auxiliar-técnico.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Covid-19: Rivais, Remo e Paysandu se unem para clássico solidário

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Sem a bola rolando pelo campeonato paraense, desde o último dia 19, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), os dois maiores clubes do Norte do país resolveram transformar a rivalidade em moeda solidária. Os time fazem amanhã (4) um clássico “Re-Pa” diferente: o vencedor será aquele que arrecadar mais doações para a população carente do Pará.

A campanha terá início às 9h nos estádios dos clubes – Baenão (Remo) e Curuzu (Paysandu) –  que estarão abertos para receberem doações de álcool em gel, produtos de higiene e alimentos não perecíveis. As entregas serão drive thru (sem contato físico) e poderão ser feitas até às 16h. Quem não puder se deslocar até os estádios poderá contribuir com depósitos em dinheiro no Banco Itaú (341), agência (1573), conta corrente (51087-0) e CNPJ (109570750002-08).

Todo o material doado será distribuído a vendedores ambulantes e autônomos, profissionais mais afetados pela redução drástica de pessoas nas ruas, em função das restrições impostas para combater o avanço da pandemia de covid-19 no país.

 

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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