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“Prefiro morrer de doença e com a barriga cheia”, teria afirmado Prefeito em áudio que vazou, sobre abertura do comércio em Mato Grosso

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Em um áudio atribuído ao prefeito de Sapezal MT, Valcir Casagrande(foto), o gestor supostamente combina com empresários a publicação de um decreto que determina a abertura dos comércios. “Prefiro morrer de doença e com a barriga cheia”, teria comentado Valcir, ao falar sobre o posicionamento da prefeitura diante de medidas restritivas de combate ao Covid-19, o coronavírus.

O prefeito fala ainda que, caso as algo dê errado – se referindo à chegada da pandemia no município – precisará da ajuda dos comerciantes para que ele não responda às demandas sozinho.

Na gravação, o gestor, supostamente,  declara apoio ao discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que classificou a pandemia do coronavírus como uma “gripezinha” alastrada pela “histeria” da mídia. Contudo, o chefe do Executivo de Sapezal admite que teme o espalhamento da doença.

“O único medo que eu tenho é que esse povo dessa mídia tenha um pouco de razão. Mas morrer todo mundo tem que morrer. A gente morrer de fome e morrer de doença, eu prefiro morrer de doença e com a barriga cheia. Não adianta nada a gente querer que as pessoas fiquem em casa e se não morre de doença morre de fome”, aponta a mensagem de voz.

“Vamos peitar porque parar eu também concordo que não podemos parar. Temos que ter coragem. E agora eu vou falar uma coisa com vocês. Eu concordo plenamente com o Bolsonaro, ele está certinho. Eu nunca tive duvida disso. As pessoas que apertam muito a gente é por causa do medo, do terror que a grande mídia coloca na população. Vocês sabem que eu vou ter muita critica por isso”, acrescenta.

Apesar da ausência de resposta por parte da gestão de Sapezal, sobre a suposta declaração do Chefe do Executivo, a Prefeitura publicou um decreto municipal nesta quinta-feira (26) que libera o amplo funcionamento dos comércios na cidade.

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Com execuções em série cidade de Mato Grosso vive um dos mais sangrentos finais de semana do ano e assusta população

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Quatro homens em um carro preto e em uma moto saíram de dentro de uma casa em construção, onde antes do crime estavam bebendo cerveja, e, numa emboscada, executaram Ailton da Silva, de 25 anos.

O crime aconteceu na noite de sábado (4), na frente da casa da vítima, na Rua Bom Jesus, no Jardim Araguaia, na cidade de Sinop, em Mato Grosso..

Segundo a Polícia Militar, é o quarto homicídio registrado nas últimas 36 horas na cidade.

Conforme testemunhas contaram à Polícia, Ailton desceu do carro dele e, quando estava abrindo o portão, começou a receber tiros de pistolas calibre 380 e Ponto-40, cujas cápsulas foram encontradas no chão.

O homem morreu na hora, sem poder esboçar nenhum tipo de reação.

Em uma varredura pelo local onde as pessoas afirmaram que os quatro homens estavam, os policiais militares encontraram várias latinhas de cerveja ainda geladas.

As pessoas também informaram aos policiais civis e militares que atenderam a ocorrência que ouviram o barulho de moto e carro.

Depois, ouviram os disparos, mas não conseguiram anotar os modelos dos veículos.

O caso está sendo investigado por policiais do Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa (NHPP), que fizeram a liberação do corpo para Instituto Médico Legal (IML), após a perícia inicial de agentes da Perícia Oficial do Estado (Politec).

Quatro Assassinatos

Além de Ailton da Silva, também foram mortos neste sábado(04) Izael Nunes de Oliveira, de 30 anos, com golpes de faca, na Rua das Acálifas, no Jardim das Violetas; Abraão Lincon de Oliveira Costa, de 19 anos, a tiros, na Rua Caiabi, no bairro Pequena Londres, num dos mais sangrentos finais de semana em Sinop.

Na sexta-feira (3), á noite, um garoto de 16 anos foi morto tiros, no Jardim Boa Esperança.

Otavio Ventureli(com DiarioDeCuiabá)

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De 419 A.C ao Covid-19 em 2020, conheça as pandemias que assombraram a Humanidade e provocaram sofrimentos em milhões de pessoas no Planeta

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O novo coronavírus Sars-CoV-2 já infectou mais de 1 milhão de pessoas e matou mais de 51 mil em poucos meses — sua ocorrência foi oficialmente informada pelas autoridades chinesas em dezembro de 2019.

Para comparação, a última pandemia mundial, da gripe A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, matou cerca de 18 mil em um período maior, entre 2009 e 2010, segundo balanço da OMS (Organização Mundial da Saúde).

O vírus influenza H1N1 apresentava menor transmissibilidade e menor letalidade que o vírus da Covid-19. Também havia dois antivirais, um deles o Tamiflu, que se mostraram efetivos no combate à epidemia de H1N1.

Na época do surto de H1N1, o Ministério da Saúde registrou quase 60 mil casos e pouco mais de 2.000 mortes no Brasil.

Outras epidemias mais antigas, porém, deixaram um rastro de destruição muito maior.

A gripe espanhola, em 1918, dizimou 75 milhões de mortos.

Um dos elementos-chave por trás de seu impacto é que ela parece ter sido mais grave quando infectava adultos jovens e saudáveis, enquanto outras formas da doença tendem a produzir mortes de bebês, idosos e pessoas com sistema imune mais debilitado.

Há boas razões para acreditar que parte dessa violência contra jovens saudáveis tem relação com a chamada tempestade de citocinas, uma reação descontrolada do sistema imune à presença do invasor.

Fragilizados pelo vírus, os pulmões dos doentes também podiam sucumbir a infecções bacterianas, e há ainda relatos da época que falam em hemorragias no nariz, nos ouvidos e no sistema digestivo.

O avanço devastador do vírus (um tipo de influenza A H1N1, tal como o da gripe de 2009) foi facilitado pela falta quase total de imunidade natural das populações do planeta e pelo confinamento de jovens em quartéis e campos de batalha durante a Primeira Guerra, uma população aglomerada e sem anticorpos era um campo fértil para a doença.

A comparação de outras epidemias com a pandemia da Covid-19, porém, precisa ser feita com cautela.

Se ainda hoje ocorre a subnotificação nos casos do novo coronavírus, os dados de doenças do passado não eram muito confiáveis.

Confira as doenças e datas:

PESTE DE ATENAS, 429 A.C. –  Talvez uma forma de tifo, a peste teria levado à morte de até 100 mil pessoas.

PESTE DE JUSTINIANO (PROVAVELMENTE, PESTE BUBÔNICA), 541 D.C. – Teria matado até 50 milhões de pessoas (40% da população da bacia do Mediterrâneo).

PESTE NEGRA, 1346 – Até 200 milhões de pessoas foram dizimadas na Europa, na Ásia e no norte da África.

DOENÇAS INFECCIOSAS EM 1492 – Colombo chega às Américas; doenças trazidas pelos europeus podem ter eliminado 90% ou mais da população indígena original.

GRANDE PRAGA DE LONDRES, 1665 – Estimativas apontam que ela deixou 100 mil mortos na capital inglesa.

PRIMEIRA PANDEMIA DE CÓLERA, 1817 – Espalha-se da Índia para países asiáticos, africanos e para a bacia do Mediterrâneo, matando centenas de milhares de pessoas.

GRIPE ESPANHOLA, 1918 – Pode ter matado 75 milhões de pessoas no mundo todo.

AIDS, DOS ANOS 1960 AO PRESENTE – Doença se espalha pelo mundo, matando cerca de 30 milhões de pessoas ao longo de várias décadas.

H1N1, 2009 – Vírus H1N1, da gripe, mata cerca de 18 mil pessoas na pandemia de 2009 a 2010

EBOLA, 2013-2016 –  Ebola leva à morte de mais de 11 mil pessoas na África Ocidental.

 

Otavio Ventureli(com OMS)

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