Momento Economia

Procel Edifica seleciona propostas para edificações supereficientes

Publicado

A primeira chamada pública deste ano do Procel Edifica – NZEB Brasil, aberta esta semana pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) da Eletrobras, vai selecionar projetos de todo o país que visem a construção de edificações de alta eficiência, com balanço energético próximo de zero.

Serão investidos nos projetos R$ 4 milhões, em regiões de interesse nessa área de pesquisa, ou áreas de interesse turístico que tenham maior atratividade e uma visitação maior. “A ideia é que a gente replique essa informação, porque a sociedade não sabe o que é uma NZEB (prédio eficiente). A ideia também é que a gente fomente junto à indústria da construção civil mais construções desse tipo”, disse a arquiteta do Procel, Elisete Cunha.

As propostas serão pontuadas de acordo com requesitos de sustentabilidade, uso da edificação, novas tecnologias e visitação. As edificações têm que ser visitadas por até dois anos pelos proponentes, que serão responsáveis pela manutenção e pelo processo de visitação.

As edificações podem ser residenciais ou não. “A instituição proponente é que vai nos dar essa informação. Isso significa que é o proponente que vai escolher que função ela vai ter, se vai ser edificação comercial, pública ou de serviços, ou hotel com indicação residencial”, informou Elisete.

As inscrições foram abertas na última segunda-feira (2) e poderão ser feitas até 7 de fevereiro de 2020. O envio das propostas está programado para até 20 de fevereiro, prevendo-se a divulgação dos projetos classificados na etapa preliminar no dia 23 de março. O resultado final sairá no dia 29 de maio. A conclusão da edificação tem prazo de até dois anos.

A chamada pública contribui para inserir o Brasil no contexto mundial das edificações de alta eficiência. As políticas de fomento trazem benefícios energéticos, econômicos e ambientais, com a redução do consumo de energia e das emissões de gases do efeito estufa.

Edição: Denise Griesinger
Comentários Facebook
publicidade

Momento Economia

Inflação pelo IGP-DI sobe de 1,07% para 1,60%, revela pesquisa

Publicado


.

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou em todo o país inflação de 1,60% em junho deste ano, taxa maior que a de maio (1,07%). Com isso, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-DI acumula  inflação de 4,54% no ano e de 7,84% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu 2,22% em junho, acima da taxa de 1,77% em maio. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve inflação de 0,36% em junho, após deflação (queda de preços) de 0,54% em maio.

O Índice Nacional de Custo da Construção também subiu, de 0,20% em maio para 0,34% em junho.

Edição: Kleber Sampaio

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento Economia

Vendas no comércio varejista crescem 13,9% de abril para maio

Publicado


.

O volume de vendas no comércio varejista nacional teve crescimento de 13,9% em maio deste ano, na comparação com abril. A alta veio depois de dois meses de queda devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em abril deste ano, por exemplo, a queda havia sido de 16,3%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado de 12 meses, o comércio varejista mantém estabilidade. Nos demais tipos de comparação, no entanto, foram registradas quedas: média móvel trimestral (-2,6%), comparação com maio de 2019 (-7,2%) e acumulado do ano (-3,9%).

Na passagem de abril para maio, foram registradas altas em todas as oito atividades pesquisadas pelo IBGE: tecidos, vestuário e calçados (100,6%), móveis e eletrodomésticos (47,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (45,2%), livros, jornais, revistas e papelaria (18,5%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (16,6%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,3%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,1%) e combustíveis e lubrificantes (5,9%).

O varejo ampliado, que também considera os setores de materiais de construção e de veículos e peças, teve crescimento de 19,6% na comparação com abril. Os veículos, motos, partes e peças cresceram 51,7%, enquanto os materiais de construção tiveram alta de 22,2%.

Nas outras comparações, no entanto, foram registradas quedas: média móvel trimestral (-5,9%), comparação com maio de 2019 (-14,9%), acumulado do ano (-8,6%) e acumulado de 12 meses (-1%).

Receita nominal

A receita nominal do varejo cresceu 9,9% na comparação com abril deste ano e 2,7% no acumulado de 12 meses. No entanto, teve quedas de 3,4% na média móvel trimestral, de 5,2% na comparação com maio do ano passado e de 0,6% no acumulado do ano.

Já a receita do varejo ampliado teve altas de 15,1% na comparação com abril deste ano e de 1,4% no acumulado de 12 meses. Registrou, no entanto, quedas de 5,8% na média móvel trimestral, de 12,1% na comparação com maio de 2019 e de 5,4% no acumulado do ano.

Edição: Graça Adjuto

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento MT

Momento Nacional

Momento Esportes

Momento Entretenimento

Mais Lidas da Semana