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Quando o seguro viagem para pets é necessário? Entenda

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Atualmente as  companhias aéreas oferecem passagens para animais de estimação e muitos hotéis ao redor do mundo se tornaram pet friendlies. O aumento na oferta desses produtos fez com que a inclusão do pet na viagem de férias se tornasse algo bastante comum – tanto em grandes, como em pequenos deslocamentos. 

O problema é que muitas vezes um ponto importante do planejamento é deixado de lado: a contratação do seguro viagem para pets . Ele funciona da mesma forma que para humanos (geralmente por reembolso) e garante que o animal receba todos os cuidados veterinários necessários em caso de emergência enquanto estiver viajando. 

cachorro na janela do carro arrow-options
Shuttersock

O seguro viagem para pets é indicado para todas as viagens a passeio, seja de carro, ônibus ou avião

“Um imprevisto com a saúde do cão ou gato de estimação pode sair muito caro. Por isso, contratar a cobertura de Despesas com Pets é uma forma de ser ressarcido por aquele gasto inesperado na viagem com atendimentos clínicos hospitalares emergenciais ou despesas com medicamentos prescritos nessas consultas”, explica Tais Mahalem, superintendente de Marketing e Digital da APRIL Brasil Seguro Viagem.

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Mas, a contratação do seguro viagem para pets é recomendada para todos os tipos de viagem? Leonardo Dias, sócio proprietário da Pet Work Travel, explica que “ele assegura o animal por um período, o que ele está viajando, por isso é vantajoso para uma viagem a passeio, mas quando se trata de uma viagem de mudança não é recomendável porque no destino o dono vai buscar por um plano de saúde, por exemplo, não por um seguro viagem”. 

Agora, quando se trata de viagens a passeio , ter o seguro é indicado para todas elas, seja de carro, ônibus ou avião. Para que o contrato se concretize, o deslocamento deve ser superior ao determinado pela empresa de seguros. Na  APRIL Brasil, por exemplo, a distância mínima é de 70 Km. 

O que levar em conta na contratação do seguro viagem para pets? 

“Os viajantes devem averiguar se aquele produto atende às suas necessidades durante a viagem, se os valores das coberturas são adequados para o destino e quais procedimentos estão cobertos. Também é importante verificar quais documentos serão necessários para solicitar o reembolso ao retornar da viagem, como os comprovantes de pagamento das consultas e medicamentos, além dos relatórios de atendimento, entre outras exigências”, indica Tais Mahalem. 

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Fonte: IG PET

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Cachorro na janela parece assombração e assusta dona de casa

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Quando os tios de Talita Viana foram viajar, ela achou que seria maravilhoso manter Rae, o  cachorro deles em sua casa. Tudo estava indo muito bem até que ela, sem o costume de ter um pet em casa, se assustou quando o cão apareceu na janela e pensou que fosse um assombração. 

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Na publicação no Facebook Talita conta que morre de medo de assombração e que ao menor sinal, já apela para todos os métodos de proteção possíveis. E, que ao chegar em casa com tudo apagado, levou um susto quando um filete de luz bateu na janela. “Assim que terminei de rezar o credo, me lembrei que era apenas Rae… um Raemônio”, conta referindo-se à cadela dos tios. 

Na foto Rae parece mesmo de outro mundo, assustando todo mundo que olhasse sem prestar muita atenção. 

Cachorro dos tios de Talita que parece assombração arrow-options
Facebook/ Talita Viana Reis

Cachorro dos tios de Talita que parece assombração



Fonte: IG PET

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Vai viajar com o pet? Cuidado para não ter que deixá-lo para trás

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O planejamento de uma viagem internacional passa por muitas etapas: escolha do local, verificar se há vacina obrigatória, visto, etc. Para os animais de estimação é a mesma coisa, eles precisam do chamado ” Passaporte Pet ” e outras documentações para poderem embarcar ao lado do dono. Tudo isso deve ser providenciado com bastante antecedência, caso contrário as chances de o bichinho não poder viajar são grandes. 

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Divulgação

O “Passaporte Pet” está entre os documentos para viagens com animais

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Normalmente os prazos para a documentação a ser providenciada são os maiores causadores de problemas. “Atendemos clientes que precisaram deixar seus bichinhos para trás e retornar após semanas para busca-los por conta de uma vacina que não foi aplicada no prazo correto”, conta Marta Mitico, sócia-fundadora da BR-Visa Migration Solutions. 

Isso aconteceu com Lucas Nascimento. O jornalista e blogueiro ficou mais de 40 dias viajando pela Europa, mas apesar do planejamento e das reservas em estadias pet friendly para que sua cadela fosse junto, Anira teve que ficar no Brasil.  Os empecilhos foram vacinas fora do prazo e o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), emitido com detalhes para cada destino – como Lucas ia para muitos lugares a documentação se mostrou bastante burocrática. 

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Arquivo pessoal

Lucas e sua cadela Anira, que não pode viajar com ele

“Fiquei muito tempo fora e queria levar a Anira por saber que os animais podem adoecer e até falecer por ficar longe dos donos. Ela é acostumada a dormir e acordar na minha cama, a ir para o escritório trabalhar comigo. É um grude. Mas durante o processo de vacinação para dar a entrada na documentação ela ficou doente e não consegui dar todas dentro do tempo de validação. Não poder levá-la foi horrível”, conta Lucas. 

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A solução para o blogueiro foi deixar Anira com a mãe e o irmão, pessoas que a cadela já estava acostumada a conviver. Além disso, ele “Fazia chamada de vídeo ou ligava para ela todos os dias, nem que fosse só para ela ouvir sua voz”. 

Para evitar que situações como a de Lucas aconteçam, Marta Mitico indica que o dono comece a preparar toda a documentação pelo menos 120 dias antes da viagem internacional com pet. 

O Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, mais conhecido como “Passaporte Pet”, pode ser tirado gratuitamente nas Unidades do Vigiagro ou na Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) em até 30 dias úteis. Mas, para isso o animal precisa estar microchipado e com carteira de vacinação atualizada, atestado de saúde e Certificado Veterinário Internacional (CVI). 

Uma vez emitido, o “Passaporte Pet” será válido para toda a vida do animal. Em todas as viagens, o dono deverá solicitar ao veterinário responsável pelo cão ou gato que registre as informações sanitárias no documento no prazo máximo de 10 dias antes. Uma Unidade do Vigiagro deve ser procurada para a legalização. 

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Quando o país de destino possui acordo de equivalência com o Brasil, o Passaporte Pet pode valer também como o CVI, de acordo com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento . Essa informação pode ser encontrada junto ao Vigiagro.  Outros locais possuem requisitos específicos para autorizar o ingresso de cães e gatos no seu território, como o CZI. Por isso é muito importante uma pesquisa prévia para ter tempo hábil de cumprir com todas as exigências. 

Além de tudo isso, Marta ressalta que é preciso verificar as regras das companhias aéreas que serão utilizadas. “As permissões são diferentes entre as empresas, não há uma regulamentação. Temos conhecimento de donos que não puderam transportar seus pets como haviam planejado porque algumas raças não são permitidas, como pug e buldogue – consideradas mais propensas a terem problemas respiratórios durante o voo. São regras diversas e distintas que tornam todo o processo dificultoso”, finaliza. 

Fonte: IG PET

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