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Receita abre nesta segunda(09) consulta ao 4º lote de restituição do imposto de renda

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     A Receita Federal  libera nesta segunda-feira(09),  a consulta ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda 2019.
 
     Serão R$ 3,5 bilhões pagos em 16 de setembro, valor que também contempla restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018.
 
     Neste lote serão contemplados 2.819.522 contribuintes, sendo 5.746 idosos acima de 80 anos, 37.622 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.719 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave, e 15.267 contribuintes que tenha no magistério sua maior fonte de renda.
 
     Se você entregou a declaração do imposto de renda nos últimos dias de prazo e vai demorar a receber a restituição, não precisa ficar triste.
 
     O valor a que você tem direito será corrigido pela variação da taxa básica de juros, a Selic, pelo período que você esperar – e sem impostos.
 
     A restituição deste lote terá correção  de 3,08%, correspondendo ao período de maio a setembro deste ano.
 
     Veja as datas de pagamento dos lotes de restituição do imposto de renda:
 
     Datas de restituição  
Lote Data
16 de setembro
15 de outubro
18 de novembro
16 de dezembro
 
     Você pode consultar o status e o valor da sua restituição, se tiver dinheiro a receber, no site da Receita. Basta preencher o seu CPF, a data de nascimento e o ano da declaração que você deseja consultar.
 
     Também é possível consultar a restituição pelo Receitafone, no número 146.  
     A consulta também está disponível para quem caiu na malha fina em anos anteriores, de 2008 a 2018, e neste ano regularizou a situação.

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7 perguntas que o recrutador não deve fazer em uma entrevista de emprego

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Recrutador em entrevista de emprego arrow-options
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Perguntas sobre política, religião, orientação sexual e outras preferências pessoais não devem acontecer em uma entrevista de emprego

“E como vai o casamento?”. Foi essa pergunta que a aposentada Valéria Freitas, de 58 anos, ouviu de um recrutador enquanto participava de um processo seletivo .

Na época, ela conta que não se sentiu confortável com a situação, mas acabou respondendo. “Fiquei constrangida, porém, como não tinha problema nenhum, falei a verdade. Mas foi chato”, lembra.

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Assim como a empresa avalia se o candidato tem o perfil ou não para fazer parte da equipe, o contrário também deve acontecer. Se no momento da entrevista de emprego a pessoa se sentir incomodada com algum questionamento do recrutador, o ideal é repensar se deve ou não continuar disputando a vaga.

“Qualquer pergunta que possa gerar algum tipo de preconceito da outra parte não é apropriada”, explica Ana Nery, customer success team leader na Revelo.

Além disso, na maioria dos casos, as respostas para essas perguntas não vão afetar em nada na avaliação do desempenho e da produtividade do candidato. “Até mesmo questionar sobre estado civil e idade não deveria ser consideradas informações relevantes para as empresas, pois abre margem para discriminação”, considera.

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Contudo, não são raras as vezes que essas perguntas são feitas em processos seletivos – e, nem sempre,  o questionamento vem em forma de pergunta. Nery cita como exemplo um candidato que teve que fazer uma redação sobre a situação política atual do país.

“É claro que, no texto, a pessoa acaba expressando seu posicionamento político, o que não deveria ser de interesse do contratante”, afirma.

Bárbara Camargo, gerente de talent experience do Grupo Movile, concorda com Nely e ressalta a importância de treinamentos para recrutadores que visem a diversidade e o respeito com o entrevistado para evitar essas situações. 

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“Recentemente tivemos um treinamento focado para recrutadores sobre vieses inconscientes. Devemos explorar competências necessárias para a posição em específico, mas sempre de acordo com nossos valores. Nunca devemos desrespeitar, ou ser invasivos”, diz.

Para saber se o que foi interrogado é, de fato, uma pergunta antiética, Flávia Teixeira, que é gerente de treinamentos do Centro Brasileiro de Cursos (Cebrac), ensina que tudo o que diz respeito à intimidade do candidato, pode ser considerado invasivo.

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“Perguntas sobre religião, orientação sexual, posicionamento político ou assuntos familiares são sempre constrangedoras, por mais que o recrutador dê um ‘toque’ informal para a entrevista”.

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Veja os exemplos

Entrevista de emprego arrow-options
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A advogada explica que, caso o candidato sinta necessidade, é possível denunciar e processar a empresa por danos morais




Confira  perguntas que não devem ser feitas pelo recrutador de acordo com as entrevistadas:

  1. “Você tem quantos filhos? Pretende ter (mais) filhos?
  2. “Está grávida?”
  3. “Você bebe ou fuma?”
  4. “Qual a sua religião?”
  5. “Toma algum remédio controlado ou tem alguma doença crônica?”
  6. “Qual seu posicionamento político?”
  7. “Qual seu estado civil?”

Ao se deparar com algum tipo de questionamento como os citados acima em uma entrevista de emprego , é direito do candidato entrar em denunciar a empresa ou processo judicial por danos morais, segundo Ana Paula Smidt Lima, advogada especialista em direito trabalhista do escritório Custódio Lima Advogados Associados.

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“Outras atitudes que podem gerar discriminação e que não devem ser tomadas pelas empresas é pedir histórico de antecedentes criminais, salvo em algumas profissões, teste de gravidez e exame de sangue sem justificativa”, alerta Lima.

Fonte: IG Economia
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Competição entre bancos reduz juros do crédito imobiliário

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Com a competição entre os bancos, em um cenário com taxa básica de juros (a Selic) no menor nível histórico, os juros do crédito imobiliário estão em queda. Entre os cinco maiores bancos, a taxa mínima varia entre 7,30% ao ano a 7,99% ao ano.

No último dia 8, após bancos privados, a Caixa Econômica Federal anunciou redução de até 1 ponto percentual nas taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). A menor taxa passou de 8,5% ao ano para 7,5% ao ano; e a maior de 9,75% ao ano para 9,5% ao ano. As novas taxas serão válidas a partir desta segunda-feira (14).

O professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista no mercado imobiliário Pedro Seixas afirma que os bancos “despertaram” para o crédito imobiliário devido à demanda habitacional. “É uma linha de crédito que cria uma relação de longo prazo com o cliente e tem garantia real que é o próprio imóvel. É um crédito muito interessante também para os bancos e eles despertaram para essa modalidade e estão competindo mais pelo mercado”, disse.

Para Seixas, ainda há espaço para redução dos juros, não somente por influência da redução da Selic, mas também por causa da linha de crédito corrigida pela inflação, lançada pela Caixa Econômica Federal.

A nova linha tem saldo corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nesse financiamento, a taxa mínima é o IPCA mais 2,95% ao ano e a máxima, o IPCA mais 4,95% ao ano. Nas outras modalidades, a correção é pela Taxa Referencial (TR). “Essa inovação tem potencial de impacto muito grande na competitividade e, portanto, de redução dos custos para as famílias”, disse Seixas.

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A Caixa lidera o mercado de financiamento imobiliário, com 69% de participação.

Portabilidade

Para o professor da FGV, as reduções nas taxas de juros estimulam a portabilidade do crédito imobiliário. “Os juros mais baixos tendem a beneficiar a portabilidade de contratos antigos, com taxas menos interessantes”, disse. Entretanto, antes de aderir à portabilidade, ele aconselha a analisar os custos com cartório, a taxa do contrato original e o tempo que ainda resta para quitar o empréstimo.

Taxas de juros

O banco Santander informou que iniciou a redução das taxas do crédito imobiliário ainda em 2017. Em julho deste ano, foi feito o terceiro corte, com taxa mínima chegando a 7,99% ao ano.

No final de setembro, foi a vez dos demais bancos. O Bradesco anunciou redução da taxa de juros mínima de sua linha de crédito imobiliário de 8,20% ao ano mais TR para a partir de 7,30% ao ano mais TR, com taxas válidas a partir deste mês. No Banco do Brasil, a taxa mínima foi reduzida para 7,40% ao ano mais TR. No Itaú Unibanco, a taxa mínima foi ajustada para 7,45% ao ano mais TR.

Apesar das reduções, nem sempre o cliente consegue fazer o financiamento com a taxa mínima porque o banco avalia o perfil do cliente, o histórico de relacionamento, o prazo do financiamento, entre outros critérios, para definir a taxa. Além disso, os bancos oferecem as taxas mais baixas para novos contratos ou para casos de portabilidade, que é a transferência do contrato de um banco para outro, com condições mais benéficas para o cliente.

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Especialistas orientam os clientes a observarem não somente a taxa de juros, mas o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, que inclui além dos juros, outros custos como seguros e taxas administrativas.

Modalidades de crédito imobiliário

As principais modalidades de crédito no momento atual têm recursos captados, principalmente, dos depósitos de poupança pelos bancos e outras instituições financeiras integrantes do SBPE, composto pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esse sistema é regulamentado pelo Governo Federal, que estabelece condições como o valor máximo de avaliação do imóvel igual a R$1,5 milhão e o custo efetivo máximo igual a 12% ao ano.

O SFI é destinado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS e sem regulamentação do governo.

Além dessas modalidades e da nova linha com correção pelo IPCA da Caixa, ainda há a modalidade Pró-Cotista do FGTS, oferecida por alguns bancos. O Pró-Cotista é uma linha de financiamento que utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O programa financia imóveis novos e usados e tem prazo de até 30 anos. Para contratar um financiamento nesta linha, é preciso ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições. Caso a conta esteja inativa é necessário ter saldo superior ou igual a 10% do valor do imóvel.

Edição: Nélio de Andrade

Fonte: EBC Economia
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