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Relatório do MPE aponta que 60% das meninas de 7 a 14 anos sofrem abusos em MT

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Segundo dados da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente, em Mato Grosso, durante 2018, a cada 5 meninas de 7 a 14 anos, 3 sofreram algum tipo de abuso sexual, que incluem passar a mão nas partes íntimas, forçar beijo e até o estupro. Para os meninos na mesma faixa etária, os abusos ocorrem em dois a cada 6 menores.

 Para o coordenador da Procuradoria, Paulo Prado, os dados alarmantes fazem parte da realidade do estado, especialmente nos municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e regiões de garimpo. 
“São dados que assustam. Regiões com baixo desenvolvimento econômico e de garimpo tem altos índices de prostituição e exploração infantil, porque é onde esses aproveitadores conseguem atuar. Da mesma forma, nos municípios onde a prefeitura atua com mais intensidade, esse tipo de situação tende a diminuir”, explica o procurador.

Entre as medidas que podem ser feitas para a redução desses índices, Prado afirma que é preciso conversar e orientar os menores. “A gente tem que orientar essas crianças. Porque muita menina está sendo abusada e não sabe, porque é um tio, pai, e pela relação de confiança e ingenuidade não entendem como abuso”.

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Ele enfatiza que a prevenção é a melhor arma contra esse tipo de crime, não só nas famílias, mas também na escola, pois a maior parte dos abusos acontece dentro de casa. “A orientação sexual tem que existir como forma de prevenção”.
 

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Operação Aguapey prende quatorze pessoas suspeitas de grilar terras de MT na fronteira com a Bolívia

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Quatorze pessoas já foram presas durante a operação Aguapey, deflagrada nessa quarta-feira (6), que investiga uma organização criminosa que grilava terras em Mato Grosso na fronteira com a Bolívia.

Mais de 100 agentes da Polícia Federal participam da operação. Ao todo, eles devem cumprir 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Cáceres, Mirassol D’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Porto Esperidião e Pontes e Lacerda.

Os mandados foram expedidos pela Justiça em Porto Esperidião.

Além das prisões, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Os agentes apreenderam espingardas, armas calibre doze e munições.

Um mapa também foi apreendido pela polícia e mostra marcações em uma fazenda que não foi invadida, mas que era alvo dos criminosos. O mapa tem várias marcações com divisões de lotes e como a área seria usada após a invasão.

Quatorze pessoas já foram presas durante a operação Aguapey, deflagrada nessa quarta-feira (6), que investiga uma organização criminosa que grilava terras em Mato Grosso na fronteira com a Bolívia.

Mais de 100 agentes da Polícia Federal participam da operação. Ao todo, eles devem cumprir 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Cáceres, Mirassol D’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Porto Esperidião e Pontes e Lacerda.

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Os mandados foram expedidos pela Justiça em Porto Esperidião.

Além das prisões, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Os agentes apreenderam espingardas, armas calibre doze e munições.

Um mapa também foi apreendido pela polícia e mostra marcações em uma fazenda que não foi invadida, mas que era alvo dos criminosos. O mapa tem várias marcações com divisões de lotes e como a área seria usada após a invasão.

O delegado responsável pelo caso, Carlos Henrique Costa, disse que a investigação aponta que o grupo de invasores é formado por pessoas que já têm envolvimento com outras práticas criminosas.

A maioria deles mora em área urbana da região da fronteira com a Bolívia. Conforme as investigações, a quadrilha já atuava na região há quase 10 anos. No entanto, a investigação teve início há oito meses.

O nome da Operação faz referência ao local onde se concentrava a ação da organização criminosa, às margens do Rio Aguapey.

Como a organização atuava

Segundo a polícia, os criminosos grilavam propriedades rurais para armazenar drogas e veículos roubados de outros estados e países.

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Depois de armazenado, as drogas eram enviadas para o sudeste e abasteciam traficantes de São Paulo, Rio de Janeiro e no Nordeste, onde a droga era exportada para a Europa.

As investigações apontam que o grupo criminoso atuava com violência e ameaça na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.

A organização também é investigada pela prática dos crimes de homicídios (consumados e tentados), ameaças, tortura, receptação de veículos roubados, além de diversos delitos ambientais.

Segundo a PF, quando um imóvel rural se tornava o objetivo dos criminosos, os proprietários e funcionários passavam sofrer ações violentas que continuavam a sendo praticados até a expulsão deles para que o grupo conseguisse a posse dos imóveis rurais.

Em um dos casos investigados, uma proprietária que estava resistindo às ameaças teve sua casa destruída com um trator.

Após esse fato, em razão da permanência da vítima mesmo após a destruição da sede da propriedade, a família dela foi baleada dentro da fazenda.

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Seis homens foram resgatados após lancha virar durante temporal

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Seis homens foram resgatados no Lago do Manso após a lancha que em que eles estavam, virar, neste domingo (3), em Chapada dos Guimarães. A embarcação virou durante um temporal que atingiu a região.

De acordo com as informações já era mais de 20h quando os visitantes foram encontrados pelo comerciante, que mora próximo ao lago. O comerciante conhecido como Betuel Silva, informou que ouviu algumas vozes e depois viu em um grupo de WhatsApp que uma lancha estava desaparecida.

O pessoal do grupo orientou que ele fosse de barco até o local e quando ele começou a se aproximar ouviu os gritos dos rapazes pedindo por socorro.

A chuva começou por volta das 17h. Segundo o comerciante, é comum chuvas com ventos fortes na região do lago de manso.

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