Momento Saúde

Remédio usado para tratar Aids tem bom resultado contra a Covid-19, diz estudo

Publicado


source
Eficácia da cloroquina precisa de comprovação médica arrow-options
Luiz Silveira/Agência CNJ

Eficácia da cloroquina precisa de comprovação médica

Uma pesquisa da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz) mostra que o atazanavir, medicamento usado comumente contra a Aids tem bom resultados contra a Covid-19 . Segundo ess estudo, o remédio tem desempenho melhor até que a cloroquina e impede que o novo coronavírus (Sars-CoV-2) se replique dentro do corpo humano.

Além de atuar impedindo essa replicação, a droga também reduz a produção de proteínas que estão ligadas ao processo inflamatório nos pulmões e, portanto, ao agravamento do quadro clínico da doença.

Leia também: Busca por hidroxicloroquina subiu 17.000% em farmácias on-line, diz pesquisa

Os especialistas também investigaram o uso combinado do atazanavir com o ritonavir, um outro medicamento utilizado para combater o HIV. Como das duas substâncias já são usadas há muito tempo com segurança, se trata de uma substância usada há muito tempo em segurança, ambas podem ser testadas imediatamente em seres humanos.

O estudo tem três tipos de análises. Na primieira os pesquisadores observaram a interação molecular do atazanavir com o coronavírus. Depois eles também realizaram experimentos com esta enzima e testaram o medicamento in vitro, em células infectadas.

Leia também: Australianos descobrem remédio que mata o novo coronavírus em 48 horas

Também foram realizados experimentos comparativos com a cloroquina, que vem sendo incluída em diversos estudos clínicos mundialmente. Neste caso os resultados obtidos apenas com o atazanavir e em associação com o ritonavir foram melhores que os observados com a cloroquina.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
publicidade

Momento Saúde

Covid-19: Senado aprova produção de equipamentos por universidades

Publicado


source

Agência Brasil

mão segura máscara
undefined

Máscaras, álcool em gel e respiradores estão entre EPIs que podem ser prooduzidas



O Senado aprovou nesta quinta-feira, 28, projeto de lei (PL) que autoriza as universidades federais a produzir equipamentos de proteção individual (EPIs) e outros aparelhos para combater a Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus .

Leia também: Covid-19 pode ser problema por décadas, mesmo com vacina

Conforme o PL, as instituições poderão fabricar, para fins de doação, itens como máscaras , respiradores e álcool em gel. O texto segue para apreciação da Câmara dos Deputados.

“Em muitas partes do país, o sistema de saúde já está em colapso, o que implica a morte também de pessoas acometidas de outras doenças. Além disso, milhões de brasileiros tiveram sua renda afetada em consequência da necessidade de respeito à quarentena”, disse o relator da matéria, Cid Gomes (PDT-CE), em seu parecer.

Leia também: SUS oferecerá consulta virtual com foco em paciente crônico

De acordo com o senador, nesse contexto, as universidades federais devem ser consideradas importantes aliadas do Poder Público e da sociedade no enfrentamento da pandemia . “Com efeito, é o que já tem ocorrido de norte a sul”, acrescentou.

Gomes afirmou que já existem iniciativas em várias universidades pelo país e citou a Universidade de Santa Catarina (UFSC), que desenvolveu o protótipo de um ventilador pulmonar, e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que trabalha no desenvolvimento de peças para respiradores artificiais e outros equipamentos para unidades de terapia intensiva ( UTIs ).

Leia também: Covid-19: Confira 8 dicas para continuar seguro ao sair de casa

As universidades federais do Piauí (UFPI), do Ceará (UFCE) e do Acre (UFAC), dentre outras, também estariam trabalhando na produção de máscaras e outros equipamentos para hospitais.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento Saúde

Covid-19: Brasil tem 438.238 casos; total de mortes chega a 26.754

Publicado


.

Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira(28), que 26.417 novas pessoas foram incluídas na estatística de infectados pela covid-19, totalizando 438.238 casos confirmados. O resultado marcou um acréscimo de 26.417 em relação a ontem (27), quando o número de pessoas nesta condição estava em 411.821

A atualização do ministério registrou 1.156 novas mortes, chegando a 26.754. O resultado representou um aumento de 1.156 em relação a ontem, quando foram contabilizados 25.598 óbitos por covid-19.

Do total de casos confirmados, 233.880 estão em acompanhamento e 177.604 foram recuperados. Há ainda 4.211óbitos sendo analisados. 

A letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 6,1%. Já a mortalidade foi de 12,7 por 100 mil habitantes.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.980). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.856), Ceará (2.733), Pará (2.704) e Pernambuco (2.566).

Também foram registradas mortes no Amazonas (1.964), Maranhão (887), Bahia (570), Espírito Santo (538), Alagoas (385), Paraíba (318), Rio Grande do Norte (258), Minas Gerais (255), Rio Grande do Sul (213), Amapá (198), Paraná (169), Rondônia (142), Piauí (138), Distrito Federal (142), Santa Catarina (131), Sergipe (135), Acre (122), Goiás (115), Roraima (102), Tocantins (68), Mato Grosso (51) e Mato Grosso do Sul (18).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (95.865), Rio de Janeiro (44.886), Ceará (37.821), Amazonas (36.146) e Pará (33.699). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pernambuco (30.713), Maranhão (27.979), Bahia (15.963), Espírito Santo (12.203) e Paraíba (11.132).

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento MT

Momento Nacional

Momento Esportes

Momento Entretenimento

Mais Lidas da Semana