Momento Saúde

Rio tem mais 1.500 casos e 245 mortes por covid-19 em 24 horas

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O estado do Rio de Janeiro registrou mais 1.500 casos confirmados e 245 mortes por covid-19. Com isso, o total chega a 33.589 casos e 3.657 óbitos. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Há 1.023 óbitos em investigação e 28.120 pacientes se recuperaram da doença.

A capital tem o maior número de contaminados, com 20.161 casos, ou 60% do total no estado. Entre os municípios com maior número de casos, aparecem Niterói (1.982), Nova Iguaçu (1.191), Duque de Caxias (1.177), São Gonçalo (860), São João de Meriti (611), Volta Redonda (546), Itaboraí (531), Belford Roxo (507), Mesquita (412), Angra dos Reis (404), Queimados (384), Magé (378), Campos dos Goytacazes (374), Petrópolis (276), Nilópolis (245), Teresópolis (235) e Cabo Frio (226).

A cidade do Rio de Janeiro também registra o maior número mortes, com 2.520 casos, ou 68,9% do total no estado.

Entre os demais municípios com mais óbitos, estão Duque de Caxias (174), Nova Iguaçu (119), Niterói (88), São Gonçalo (78), Magé (69), Belford Roxo (68), São João de Meriti (62), Itaboraí (46), Mesquita (45), Petrópolis (30), Nilópolis (29), Itaguaí (24), Volta Redonda (20), Angra dos Reis (19), Maricá (19), Teresópolis (19), Macaé (17), Campos dos Goytacazes (16), Barra do Piraí (14), Nova Friburgo (13), Tanguá (12), Cabo Frio (11), Paracambi (11), Rio das Ostras (11) e Queimados (10).

O estado do Rio alterna com o Ceará a segunda posição em número de casos de covid-19 no país, atrás de São Paulo. Por isso, o governador Wilson Witzel prorrogou as medidas de isolamento social até o dia 31 deste mês.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Covid-19: cidade do Rio muda cálculo de mortes e registra menos óbitos

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O município do Rio de Janeiro modificou a forma de calcular as mortes causadas por covid-19. Agora, em vez de registrar os casos depois do resultado dos exames, a Secretaria Municipal de Saúde usará a certidão de óbito no momento do sepultamento para confirmar a causa da morte.

Por isso, só serão registrados falecimentos por covid-19 caso a certidão de óbito aponte a doença como causa da morte. A justificativa da Secretaria é fornecer dados mais fidedignos. A nova metodologia não registra, no entanto, confirmações feitas depois de sepultamentos nos casos em que as certidões de óbito não foram corrigidas para conter a nova informação.

Com a nova metodologia, a cidade do Rio de Janeiro passou a registrar cerca de mil casos a menos. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a capital fluminense tem 1.801 óbitos por covid-19. Já de acordo com os dados de ontem da Secretaria Estadual de Saúde, o número de mortes da cidade chega a 2.978.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

MPF pede contratação imediata de pessoal para hospitais do Rio

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O Ministério Público Federal (MPF) pediu que o Tribunal de Contas da União (TCU) determine à União que adote medidas para contratar profissionais de saúde para assegurar a plena capacidade de atendimento na rede federal de hospitais no Rio de Janeiro.

Segundo o MPF, atualmente há 770 leitos impedidos de funcionar nessas unidades de saúde por falta de recursos humanos.

A representação foi feita junto ao Ministério Público de Contas, para que “seja reconhecido que a União violou os princípios administrativos da eficiência e eficácia ao manter leitos e equipamentos ociosos em seus seis hospitais federais no Rio de Janeiro, por falta de recursos humanos, notadamente durante a pandemia de covid-19”, informou o MPF.

O órgão pede que os hospitais federais recebam os insumos e materiais necessários para o trabalho dos profissionais, inclusive de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), “já que a União não reforçou a dotação anual orçamentária destes hospitais para a aquisição extraordinária que está sendo necessária para o enfrentamento da pandemia, como estão fazendo todos os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS)”, justifica o MPF.

Escassez de profissionais

Segundo o MPF, o Ministério da Saúde informou que de 15% a 20% da capacidade dos hospitais federais na capital fluminense não estão funcionando por causa da falta de profissionais. 

O levantamento do MPF indica, ainda, o impedimento de 93 leitos no Hospital Federal do Andaraí, 105 no Hospital Federal Cardoso Fontes, 48 no Hospital Federal de Ipanema, 116 no Hospital Federal da Lagoa, 219 no Hospital Federal dos Servidores do Estado e 189 no Hospital Federal de Bonsucesso.

O órgão alerta que esses seis hospitais federais do Rio de Janeiro têm mais de mil leitos operacionais, entre cirúrgicos, clínicos, de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), de emergência e de hospital-dia.

Porém, a capacidade instalada é maior do que a capacidade de atendimento pelos profissionais existentes, entre estatutários e contratos temporários. Estava previsto para o próximo dia 31 o vencimento de 3.878 contratos temporários de profissionais de saúde para essas unidades, mas a União autorizou a renovação.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que “já está em andamento o processo de renovação dos profissionais de saúde para atendimento dos hospitais e institutos federais do Rio de Janeiro”.

No começo do mês, o ministério autorizou a contratação temporária de 1.137 médicos, 996 profissionais de enfermagem, 865 para técnico de enfermagem, 604 para atividades de gestão hospitalar e 515 para suporte em gestão hospitalar.

 

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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