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Secretaria de Saúde zera demanda reprimida de laqueaduras em Cuiabá

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A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da secretaria adjunta de Planejamento e Operações tem atuado fortemente junto à Central de Regulação de Cuiabá com o objetivo de diminuir o tempo de espera de pacientes da capital para a realização de procedimentos cirúrgicos eletivos.

No fim do ano passado a SMS recebeu uma emenda parlamentar para ser utilizada no pagamento de procedimentos no Hospital Santa Helena, com o qual a Secretaria tem pactuações de serviços para pacientes que moram em Cuiabá. De acordo com o secretário adjunto de Planejamento e Operações, Milton Correa da Costa Neto, for realizado um estudo na Regulação para decidir qual seria a melhor utilização deste recurso. “O Hospital Santa Helena é referência para a saúde da mulher. Verificamos que havia mulheres esperando na fila há bastante tempo para passar pelo procedimento de laqueadura, então decidimos usar parte do recurso recebido para este fim”, revelou Milton.

Através deste plano de ação, foram realizadas 149 laqueaduras para pacientes de Cuiabá, até o fim do ano passado. “Com isto, conseguimos atualizar a fila de espera de laqueadura para as cuiabanas. Os pedidos que ainda temos para esse procedimento na Central de Regulação foram feitos em dezembro, então podemos dizer que zeramos a demanda reprimida”, comentou o adjunto.

Milton acrescenta que esta era uma grande preocupação da primeira dama, Marcia Pinheiro desde o início da gestão do prefeito Emanuel. “Ela vem cobrando da SMS uma atenção especial para procedimentos relacionados à saúde da mulher, pois só uma mulher entende sobre o sofrimento de se esperar em uma fila para atendimento por uma necessidade feminina”, disse.

Com a outra parte da emenda, a SMS contemplou pacientes que aguardavam na fila para outros tipos de procedimentos. “O estudo da Regulação identificou um tempo longo de espera para cateterismo e angioplastia convencional também. Então usamos a outra parte do recurso para realizar 50 cateterismos e 20 angioplastias, para pacientes que já esperavam há algum tempo. Ainda há muita gente aguardando nas filas, mas estamos ‘reordenando a casa’. O prefeito Emanuel Pinheiro determinou que façamos tudo o que for possível para atender todos os cuiabanos que precisam do SUS e estamos trabalhando duro para conseguir diminuir cada vez mais o tempo de espera nas filas da Regulação. Não é uma tarefa fácil, mas estamos empenhados para cumpri-la da melhor maneira possível”, concluiu o secretário adjunto.

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Autoridades debatem estratégias que dê efetividade à campanha “Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica”

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Pensando em estratégias que viabilizem não apenas em Cuiabá, mas em todas as cidades do interior do estado, a primeira-dama Márcia Pinheiro, junto com a secretária da pasta municipal da mulher, Luciana Zamproni, realizaram uma reunião por videoconferência, para debater sobre a divulgação da campanha “Sinal Vermelho para a Violência Doméstica”. A iniciativa tem como foco ajudar mulheres em situação de violência a pedirem ajuda nas farmácias do país. O encontro debateu o tema, com o intuito de promover ações efetivas para o enfrentamento do problema nos bairros e regiões com maiores índices de denúncias de violência contra a mulher.

A reunião contou com a participação de magistrados de diversas comarcas de Violência Domestica do interior de Mato Grosso, da desembargadora Maria Erotides Kneip, de Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência praticada contra a mulher do Brasil, do presidente do Conselho Regional de Farmácia, Iberê Ferreira, da coordenadora da patrulha Maria da Penha, Emirella Martins, Clarissa Lopes, da presidente da Comissão de Direito da Mulher da OAB-MT, da secretária-adjunta Ana Emília e da equipe da Secretaria da Mulher.

De acordo com a desembargadora Maria Erotides Kneip, a intenção da reunião é criar junto com uma rede de enfrentamento a violência doméstica, uma estratégia para sensibilizar empresas e autoridades e promover o treinamento de funcionários e a disseminação da informação entre mulheres, que, se estiverem em situação de violência, podem sinalizar os atendentes das farmácias com um “X” na palma da mão. “Por isso existe uma preocupação e um cuidado de preparar este atendente e de treiná-lo, se ele não estiver preparado, pode colocar a mulher em situação de grande risco. Discrição e acolhida, sem julgamentos, são fundamentais”, alertou.

Para a secretária Luciana Zamproni, para obter êxito, a iniciativa depende do mapeamento das principais regiões onde o índice de violência contra mulher é alto, discutir uma forma de sinalização das farmácias que participarão da campanha e um outro ponto é desenvolver um planejamento de comunicação com os estabelecimentos. Ela destaca que a principal intenção da reunião foi ouvir e dividir experiências com cerca de 23 autoridades que vivem em diversas realidades do interior do estado.“Coloquei a disposição a equipe de psicólogos da secretaria para orientar os atendentes e proprietários de farmácias de como acolher essas mulheres, principalmente em casos em que os agressores estão próximos, até mesmo dentro dos estabelecimentos; ou como quando o pedido de ajuda partir de filhos das vítimas. Nossa próxima reunião será com os proprietários das farmácias pra explicarmos exatamente como é a campanha, afirma.

Segundo Márcia Pinheiro, para a concretização desta nova forma de denúncia é preciso construir uma rede de informação, pois se uma vítima chega a uma farmácia e a drogaria que não aderiu à campanha ou os atendentes não estão capacitados, ou ainda, as autoridades policiais não sabem do procedimento, a ação ficará sem efetividade e pode colocar todos em perigo e principalmente a mulher vítima da violência. “Por isso, é essencial e importante o debate com esses magistrados, com representantes da Polícia Militar, Conselho de Farmácias, com a presidente da Comissão de Direito da Mulher, com sugestões da Maria da Penha, para que essa campanha seja de uma eficacia grandiosa”, pontua a primeira-dama.

Segundo Maria da Penha, conhecida por encabeçar o movimento contra a violência de gênero em lei que leva o seu nome, essa videoconferência mostra a preocupação que a primeira-dama Márcia Pinheiro tem pelas mulheres. Ela destaca que em tempos de isolamento social em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid19), “infelizmente” crescem os obstáculos para a quebra do silêncio em torno da violência doméstica contra a mulher. “Isso é facilmente demonstrável pelos números e estatísticas que vem sendo divulgado diariamente, por isso a importância em se alinhar essa campanha tão importante criada pelo Conselho Nacional de Justiça”, finaliza.

O presidente do Conselho Regional de Farmácias, Iberê Ferreira, explica que o primeiro passo por meio do conselho que é sobre a divulgação da campanha “Sinal Vermelho” já foi dada, com o chamamento para os farmacêuticos e para as empresas cadastradas. Ele observa que o segundo passo é a sensibilização e adesão das farmácias e seguida o desenvolvimento da campanha nos bairros por meio de materiais informativos impressos. “Temos um cadastro de todas as farmácias e já temos mapeado os bairros com maior índice de violência. Agora é começar os trabalhos para conscientizar os empresários sobre essa campanha e fazer os treinamentos”, reforçou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Primeira- dama recebe doação de 145 lanches para moradores em situação de rua albergados

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A primeira-dama Márcia Pinheiro recebeu a doação de 145 lanches pela franquia McDonalds, nesta terça-feira (30), aos moradores em situação de rua albergados no Hotel Albergue da Prefeitura de Cuiabá. Atualmente, 111 pessoas estão hospedadas no projeto municipal voltado a oferecer segurança sanitária e assistência social a esse público de extrema vulnerabilidade social.

A doação faz parte da campanha nacional McObrigado e a global intitulada Thank You Meal, a qual tem o objetivo de distribuir em torno de 100 mil combos de lanches no país, investimento de R$ 2,5 milhões. Somente em Cuiabá, já foram distribuídos, entre os dias 17 e 30 de junho, em torno de 1,2 mil sanduíches e refrigerantes tendo público alvo profissionais de saúde da linha de frente no combate ao novo coronavírus e pessoas em vulnerabilidade social.

Segundo a primeira-dama, a intenção de contribuição solidária de uma marca internacional demonstra o sucesso do programa que foi inspirado em ações semelhantes desenvolvidas em países como Reino Unido e Estado Unidos.

“Recebemos essa grata doação do Mcdonalds e outras empresas e grupos têm nos procurado para oferecer ajuda nessa crise que estamos vivendo. Isso mostra a efetividade de nossa ação de proporcionar a essas pessoas mais segurança sanitária, bem estar social e uma mudança de vida”, destacou.

Os moradores em situação de rua albergados recebem, diariamente, quatro refeições diárias, atendimento assistencial na emissão de documentos e encaminhamento de volta aos familiares, dentre outros serviços.

A parceria com empresas, marcas e grupos é uma política direcionada pelo Núcleo de Apoio à Primeira-dama, o qual busca envolver o ramo empresarial em todas as atividades de cunho social desempenhadas pela primeira-dama.

“Esse apoio do Mc Donalds simboliza tudo aquilo que construímos ao longo desses anos de envolver a sociedade, os empresários e todos aqueles em prol de promovermos bem estar social porque não depende só do poder público. Todos nós temos nossa parcela de responsabilidade para com o outro”, salientou.

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