Polícia Civil MT

Secretário de segurança e Diretoria da PJC recebem terreno onde será construída Nova Delegacia de Campo Verde

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Assessoria | PJC-MT

 

Foi assinado na manhã de sexta-feira (13.12) em Campo Verde (131 km ao Sul de Cuiabá), o  Termo de Doação do terreno onde será construída a nova Delegacia de Polícia Judiciária Civil do município. Em ótima localização, o local possui cerca de 3.000 m³, e foi cedido pela Prefeitura de Campo Verde ao Governo de Mato Grosso.

Logo após a assinatura e recebimento da escritura do terreno, foi realizada a visita in loco onde será construída a nova Delegacia de Polícia da cidade.

As tratativas finais foram feitas com a presença do secretário de Segurança Pública, sendo transferida o titularidade do terreno para o Governo. O projeto de engenharia da unidade policial está pronto, e agora serão realizadas ações sociais e outras providências para angariar os recursos para enfim construir as estruturas da nova delegacia.

O delegado geral, Mario Dermeval Aravéchia de Resende, lembrou que a Polícia Civil passa a migrar para tecnologia, e desta forma a cidade vai estar muito bem servida e amparada no que tange a investigação.

“A  sociedade campo verdense está de parabéns, uma vez que está trabalhando de forma coerente promovendo condições para que a Instituição tenha mas qualidade em seu trabalho e oferte um  produto muito melhor ao Judiciário e Ministério Público”, destacou.

Para o delegado geral, esse tipo de movimento traz benefícios institucionais, é vai ao encontro ao que a gestão tem buscado, ou seja, parcerias com outros órgãos, com a sociedade, visando resolver problemas pontuais, como a modernização da delegacia de Campo Verde que já não servia mais para a realidade do município.

O evento contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, dos diretores da Polícia Civil, do Prefeito Fábio Schroeter, vereadores, além de outras autoridades e convidados.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil MT

Taxa de homicídios de Mato Grosso em 2019 é a menor da década

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Débora Siqueira/Sesp-MT

Mato Grosso fechou o ano de 2019 com a menor taxa de homicídios dos últimos 10 anos. De 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano passado foram contabilizados 842 assassinatos no Estado, número 8,1% menor do que os 961 casos registrados pelas polícias Militar e Judiciária Civil em 2018. A taxa de homicídio ficou em 24,19 mortes a cada 100 mil habitantes. As informações são da Coordenadoria de Estatísticas e Análise Criminal (Ceac) da Secretaria de Estado de Segurança Pública.

Dentre as vítimas de assassinatos, 90% são homens e 10% são mulheres. Dos 87 casos de homicídios com vítimas femininas, 39 foram classificados como feminicídio, ou seja, a motivação do crime foi apenas pelo fato de a vítima ser mulher.

Para reduzir o número de mortes foi fundamental entender a motivação dos crimes, pesquisando as causas do assassinato. Foram avaliados fatores que provocam os homicídios, como drogas, desajustes sociais, álcool, crime organizado, passional e conflitos agrários.

“A redução dos homicídios se deve a uma série de fatores. O enfraquecimento das facções criminosas com a Operação na Penitenciária Central de Cuiabá, o fortalecimento das atividades no sistema penitenciário, políticas públicas voltadas à preservação da vida, investimentos em prevenção, inteligência, fortalecimento dos setores de investigação e perícias, análise criminal de maneira geral como forma de conhecer a dinâmica dos crimes para um policiamento orientado em todas as modalidades que possam prevenir o crime”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

Dentre as 15 Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps), Cuiabá teve a segunda menor taxa de homicídios: 15,66 mortes a cada 100 mil habitantes. O ano fechou com 104 assassinatos nos sete municípios que compõe a Risp de Cuiabá, 16,8% a menos do que em 2018, que registrou 125 casos. Barra do Garças tem a menor taxa com 14,87 homicídios a cada 100 mil habitantes.

Nove Regiões Integradas de Segurança Pública apresentaram redução nas taxas de homicídios dolosos, mas seis tiveram taxas acima da média estadual. As maiores reduções foram nas Risps de Pontes e Lacerda, Primavera do Leste e Alta Floresta.

As menores taxas por 100 mil habitantes estão nas Risps de Barra do Garças, Cuiabá e Alta Floresta (18,17/100 mil hab).

“Conforme o último Anuário de Segurança Pública referente a homicídios dolosos em 2018, a taxa nacional naquele ano foi de 23,5 a cada 100 mil habitantes, o que demonstra que Mato Grosso, depois de muitos anos com índices acima da média nacional, começa a demonstrar uma grande tendência de redução”, finalizou Bustamante.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil MT

Primeira operação de combate a pirataria do ano apreende 154 réplicas de óculos na Capital

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Assessoria | PJC-MT

A Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), em parceria com o Procon Municipal e apoio de outras delegacias da região metropolitana, realizou nesta quinta-feira (23.01), a primeira operação de combate a pirataria do ano, na Capital. A operação intitulada “Pirataria 1” apreendeu mais de 150 óculos réplicas de marcas famosas, que eram comercializados a preço muito abaixo ao de mercado.

O trabalho contou com apoio das equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Cuiabá, Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA), e Delegacia Especializada de Direitos da Criança e Adolescente (Deddica).

As investigações iniciaram após a Decon receber requerimento das marcas dos fabricantes de óculos e acessórios Okley e Ray-Ban sobre a comercialização de supostas réplicas de seus produtos. Os alvos de averiguações foram seis bancas de um comércio coletivo, localizado no Bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

Em todas as bancas fiscalizadas foram apreendidos possíveis réplicas das marcas, totalizando 154 óculos, sendo 78 Ray-Ban e 76 Oakley. Os produtos recolhidos foram encaminhados a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec)

Segundo o delegado, Antônio Carlos de Araújo, nas lojas foram localizadas réplicas de outras marcas, porém somente foram recolhidos os produtos dos fabricantes que registraram a reclamação. “Pois somente as duas mandaram o ‘modelo padrão’ dos seus produtos para confronto pela perícia”, explicou o delegado.

Os seis Autos de Investigação Preliminar (AIP) foram transformados em inquérito policial e os responsáveis pelas lojas foram intimados a comparecer à Decon, em data marcada, para prestar esclarecimentos.

Os responsáveis pelos estabelecimentos poderão responder por crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados, que estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96, do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7, inciso 7, VII, da Lei 8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

Fonte: PJC MT

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