Política Nacional

Segundo vice-presidente do partido de Bolsonaro é acusado de pagar propina

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Advogado Luis Felipe Belmonte, segundo vice-presidente do Aliança pelo Brasil.

Terceiro na hierarquia do novo partido do presidente Jair Bolsonaro , que deve assumir o diretório de Brasília e será o segundo vice-presidente da executiva nacional do Aliança pelo Brasil , o advogado Luís Felipe Belmonte já foi denunciado pelo Ministério Público Federal sob acusação de pagar propina a um ex-desembargador que atuou no Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, em Rondônia.

Leia mais: Aliança Pelo Brasil vai dar curso contra fraude com candidatas laranjas

A denúncia foi apresentada em maio de 2017 pela Procuradoria-Geral da República (PGR), por causa do foro privilegiado do então desembargador , e encaminhada neste ano para a Justiça Federal de Rondônia.

O Ministério Público Federal (MPF) na primeira instância ratificou os termos da denúncia e pediu o seu recebimento. Ainda não houve decisão sobre abertura da ação penal e, por isso, Belmonte não é réu no caso.

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Política Nacional

Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”

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Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL
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Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre (MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário ligado ao grupo.

Entre os que aderiram às provocações está ministro Marcelo Álvaro Antônio , que chefia a pasta do Turismo no Planalto. Ele usou o Twitter para acusar o grupo de ser “quadrilha”, citando o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos nomes ligados ao MBL mais conhecidos.

“Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo ‘Dep. faKIM News'”, escreveu Álvaro Antônio.

Um dos ataques também veio do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que disse que o MBL e outros deputados fazem parte de uma “milícia digital”.

O motivo das provovações foi o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nesta sexta da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público contra nomes ligados ao MBL.

A operação, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões. Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim em empresas ligadas aos presos.

Um dos alvos foi Carlos Augusto de Moraes Alfonso, que usava o pseudônimo de Luciano Ayan nas redes sociais, e já foi considerado uma espécie de “guru” do MBL.

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Política Nacional

Ex-presidente municipal do PT promete “fazer muito e roubar pouco” e se desculpa

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ex-presidente do PT que falou em
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Após prometer “fazer muito e roubar pouco”, ex-presidente do PT em município do Rio se desculpou por reação negativa

O ex-presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Laje do Muriaé, no interior do Rio de Janeiro, Liédio Luiz da Silva, sofreu ataques nas redes sociais após dizer em live no último domingo (5) que iria “fazer muito e roubar pouco”, o que seriam os “princípios” do partido no município.

“Peço desculpa pela minha palavra infeliz e mal colocada. Todo ser humano tem direito de colocar e dizer uma palavra mal dita. Todos os meus amigos, companheiros, que lutam por uma Laje melhor eu peço desculpa de coração”, afirmou o petista em novo vídeo públicado em rede social.

Liédio lamentou o ocorrido, que explica como “infeliz erro de pronúncia” e entregou o cargo de direção do PT. A reação negativa a sua fala foi impulsionada após as deputadas do PSL Carla Zambelli e Bia Kicis repercutirem e questionarem o termo “roubar pouco”.

“A gente faz parte de um partido que tem história, um partido grande, o maior partido da América Latina, que é o PT . E nós vamos, sim, estar engajados nesta eleição de 2020, em Laje do Muriaé”, disse, acrescentando depois com a polêmica promessa: “Nós não vamos abrir mão dos nossos princípios. Quais são os nossos princípios? A melhoria do nosso município e fazer muito e roubar pouco”, disse.

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