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Sem cravar data, atacante Lucas Moura diz que não se ver atuando por outro Clube no Brasil, há não ser o São Paulo

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Lucas Moura, talvez a principal cria do CFA de Cotia e hoje titular do Tottenham, conversou com os fãs em uma live no Instagram da empresa que gerencia sua carreira – a 4ComM – e respondeu a diversas perguntas sobre o São Paulo. O atacante de 27 anos diz que retornar ao Morumbi está em seus planos.

– Eu tenho, sim, o São Paulo na minha cabeça, nos meus planos. Quando cheguei na Europa, eu tinha uma meta de ficar aqui por pelo menos dez anos. Já passaram sete, teoricamente faltam mais três, mas a gente nunca sabe o dia de amanhã. Tenho contrato até 2023 com opção de renovar por mais um ano, mas sinto muita vontade de um dia voltar para o São Paulo, vestir aquela camisa novamente, é o clube que eu amo, a quem eu devo muito, estou sempre acompanhando. Difícil falar. Pode ser daqui três, cinco anos ou pode ser daqui um ano. Futebol é muito dinâmico e é difícil cravar uma data – disse Lucas, antes de responder se cogita vestir outra camisa no futebol brasileiro.

– Não sei se iria conseguir, não. Minha cabeça, no Brasil, é totalmente voltada para o São Paulo. É o clube que me formou, onde fiz grandes amigos, onde passei quatro anos na base e um período fantástico da minha vida. Jogar no Morumbi lotado, conquistar um título da maneira que aconteceu, ver a torcida subindo uma bandeira minha. É um amor muito grande que eu sinto, difícil vestir outra camisa no Brasil.

Lucas jogou na equipe profissional do São Paulo entre 2010 a 2012, acumulando 128 partidas, 33 gols e um título, o da Sul-Americana de 2012. Seu jogo de despedida foi justamente a final daquele torneio, com direito a gol na vitória por 2 a 0 sobre o Tigre (ARG), no Morumbi. Rogério Ceni, então capitão do Tricolor, convidou o garoto para erguer a taça com ele.

Após cinco temporadas e meia no PSG, Lucas transferiu-se para o Tottenham e hoje acredita estar vivendo um dos melhores momentos da sua carreira.

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Momento Esportes

Coluna – Como estão sobrevivendo os games mobile em meio à quarentena?

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Os jogos de celulares, mais do que uma tendência, são hoje uma certeza no mercado de games. Do gamer mais hardcore à vovó moderninha, todo mundo tem algum jogo preferido, ou ao menos já o experimentou alguma vez. Os jogos simples e de sessões curtas se tornaram o passatempo ideal para usar no transporte público, ou quando você precisa matar o tempo fora de casa, enquanto está numa fila, por exemplo. 

Atualmente, o mercado de games para celular é uma indústria que movimenta US$ 68 bilhões, o equivalente a 46% de todo o mercado de game no planeta, segundo dados do instituto de pesquisa Newzoo. A expectativa, antes da pandemia do novo coronavirus (covid-19), era que o setor alcançasse a marca de U$ 180 bilhões em 2021. Mas, com um terço do mundo em quarentena forçada, como será que a crise do coronavírus tem afetado a indústria de jogos eletrônicos?

Um dos impactos mais evidentes se deu com o Pokémon Go, um dos games mais populares do momento. O jogo que usa elementos de realidade aumentada e exige que você vá para a rua  – à caça de pokémons, busca de itens ou batalhas -, por motivos óbvios foi bastante impactado pelos últimos acontecimentos. Quem conhece o game sabe como o jogo fica praticamente inviável se você ficar parado no mesmo lugar, principalmente se ali não houver nenhum elemento de realidade virtual como as poképaradas, necessárias para resgatar itens, ou ginásios onde você pode batalhar.

Para minimizar isso, a Niantic, desenvolvedora do game, alterou algumas regras para tornar o jogo mais interessante. Ela aumentou a quantidade de monstrinhos que aparecem no game e ofertou um conjunto de 30 incensos ao preço módico de uma moeda virtual. O item, que atrai ainda mais pokémons para perto do jogador, ficará ativo durante uma hora, o dobro do tempo normal. Além disso, as poképaradas darão caixas de presentes com mais frequência. Essas caixas podem ser normalmente enviadas a amigos, mas agora elas entregarão ainda mais itens. Para completar, a distância necessária para chocar os ovos de Pokémon foi reduzida pela metade. 

A estratégia deu certo: o faturamento de Pokémon Go tem crescido durante a pandemia de covid-19. Segundo o instituto de pesquisar Sensor Tower, jogadores do mundo todo desembolsaram US$ 23 milhões na semana do dia 16, um aumento de 66,7% em relação à semana anterior. A Niantic também passou a adotar medidas semelhantes para incentivar a jogatina em casa em outros games, como Harry Potter: Wizards Unite e Ingress Portals. A concorrência também implementou a mesma estratégia em jogos como Minecraft Earth.

Outros games que não exigem que você saia de casa talvez não precisem de grandes incentivos. Apesar da concorrência com a TV e o uso da rede de wi-fi em casa – consoles de games, jogos de computador ou serviços de streaming como Netflix – muitos games mobile foram favorecidos no período de quarentena na China. Sucessos locais como Honor of Kings e Peacekeeper Elite quebraram recordes de usuários ativos online já no início de fevereiro, chegando a alcançar marcas cada vez mais altas de faturamento ao longo dos dias.

No médio e longo prazo, os games mobiles podem sofrer efeitos negativos por conta da queda de produção de celulares. A Apple já anunciou que prevê uma baixa na venda de modelos de iPhone por conta nos atrasos de fabricação do aparelho. A Samsung também tem suspendido a produção em suas fábricas pelo mundo, inclusive no Brasil. 

Se você faz questão de jogar na televisão quando está em casa, vale lembrar que muitos jogos mobile oferecem experiências adaptadas para telas grandes e uso de controles externos, seja conectados via cabo ou sem fio. Serviços como o Apple Arcade e o Google Play tornam essa experiência híbrida ainda mais fácil, bastando apenas logar no app em dispositivos diversos como celulares, tablets, Android TV ou Apple TV.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Clubes decidem pela continuação do Campeonato Carioca

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A Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) decidiu que o vencedor do Campeonato Carioca será definido conforme o regulamento, ou seja, não haverá qualquer manobra para eleger quem ficará com o título. A resolução, publicada na noite de ontem (1º) no site da entidade, ocorreu após reunião virtual para decidir o futuro da competição. O encontro por videoconferência contou com a presença do presidente da Ferj, Rubens Lopes, e representantes dos 16 clubes que disputam o Estadual, além dos sindicatos dos atletas e treinadores de futebol. O Carioca está suspenso desde o último dia 16, por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Porém, ainda segue sem resposta se o Estadual será disputado simultâneamente com o Campeonato Brasileiro, ou se o torneio prosseguirá em outro período no ano. Desta forma, os dirigentes e entidades de classe se comprometeram a manter diálogo constante com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que ocorra o ajuste de calendário. 

O clubes também concordaram que as partidas só deverão retornar com segurança sanitária, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde. A paralisação do Estadual seguirá, pelo menos, até 30 de abril.  

TV Globo suspende cota dos clubes

Se não bastasse a dificuldade financeira, somada a paralisação do futebol brasileiro, os clubes cariocas se deparam com outro obstáculo: a suspensão Reunião virtual reafirma que regulamento será seguido à risca Em documento, a ser enviado à empresa de comunicação, representantes de todos os clubes assinaram um solicitação para contornar a situação. No Carioca, somente o Flamengo não tem contrato com a TV Globo, por divergências de valores. Por outro lado, os outros 15 participantes tem contrato com o canal de televisão, entre eles, Botafogo, Vasco e Fluminense. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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