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Sindicato questiona e critica sucessivas demissões na presidência do Indea-MT alegando que os motivos apresentados não convencem a Entidade

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Desde que o ex-presidente do Indea-MT, Tadeu Mocelin, foi exonerado, a diretoria do Sintap-MT, que representa os servidores do órgão e também do Intermat, contesta motivos de exonerações.

Para o sindicato, a novo exoneração que ocorreu nesta semana de Luis Fernando da Silva Flamínio, que havia assumido a autarquia no lugar de Mocelin, levanta ainda mais dúvidas sobre a direção do Indea-MT.

O questionamento dos servidores e diretoria do Sintap-MT se dá em função das alegações para as exonerações. De acordo com informações repassadas à presidente do sindicato, Rosimeire Ritter(foto), o secretário Cesar Miranda justificou a exoneração de Mocelin, na época, há cerca de dois meses, “falando que ele estava apoiando a demanda da Aprosoja, que queria fazer uma pesquisa, porém, agora a justificativa para a exoneração do Luiz Fernando é ao contrário, ou seja, que ele seria contra essa pesquisa da Aprosoja, então, é meio contraditório e difícil de entender”

“Fica a dúvida no ar de quais seriam os verdadeiros motivos. Um sai porque era a favor, já o outro porque era contra?”, indagou Rosimeire.

Outra dúvida levantada pelo sindicato é a de que “Tadeu não pediu exoneração, conforme ele mesmo nos informou, e foi publicado oficialmente no Diário do Estado, de que ele pediu exoneração, sendo que a mesma situação ocorreu com o Luiz Fernando, só que inverso novamente, este diz que foi a pedido, no entanto, foi oficialmente exonerado, nesta semana”, afirmou.

A exoneração de Luiz Fernando da Silva Flamínio da presidência da autarquia foi publicada no Diário Oficial do Estado na edição de quarta (27). Vale destacar que ele é ex-chefe de gabinete do líder do governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco.

“Esse sindicato e os servidores sabem da importância do órgão de defesa para a economia do estado, mas parece que os governantes não tem o mesmo conhecimento e fazem do órgão um balcão de cargos para seus apadrinhados. Sempre fomos favorável de que os cargos de presidente e diretor técnico, sejam exclusivamente do quadro de servidores, para um melhor funcionamento das atividades pertinentes”, diz nota do sindicato.

“Agora, queremos entender o que está por trás de tudo isso. Porque o governo não joga abertamente e fala a verdade?”, questiona Rosimeire.

 

Otavio Ventureli(com assessoria)

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Bolsa fecha acima de 100 mil pontos por primeira vez em quatro meses

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Pela primeira vez em quatro meses, a bolsa de valores fechou acima dos 100 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 0,88% e fechou esta sexta-feira (10) aos 100.031 pontos.

O indicador alcançou o nível mais alto desde 6 de março, cinco dias antes de a Organização Mundial da Saúde decretar a pandemia de covid-19, quando tinha fechado aos 102 mil pontos. O Ibovespa seguiu a bolsa norte-americana. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta quarta com alta de 1,44%.

No mercado de câmbio, houve forte volatilidade. O dólar comercial abriu em alta. Na mínima do dia, por volta das 9h40, chegou a ser vendido a R$ 5,38. No início da tarde, reverteu o movimento e passou a cair, até fechar em R$ 5,324, com recuo de R$ 0,02 (-0,37%).

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

No Brasil, a divulgação da inflação oficial em junho ajudou a segurar o dólar. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu para 0,26% no mês passado, depois de dois meses seguidos de índices negativos. A alta nos preços diminui as pressões para que o Banco Central continue a cortar a taxa Selic (juros básicos da economia), isso reduz a fuga de capitais financeiros do país.

Edição: Fábio Massalli

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Promotor de Justiça relata atuação no enfrentamento à Covid-19 em live

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O promotor de Justiça Alexandre de Matos Guedes, titular da 7ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Saúde Coletiva de Cuiabá e coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAO) de Defesa da Cidadania do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), participa nesta sexta-feira (10) de uma live com o tema “O Ministério Público no enfrentamento da Covid-19 em Mato Grosso”. A transmissão ao vivo será a partir das 20h (horário local), pelo Google Meet (clique aqui).   

A roda de conversa virtual contará com a participação do arqueólogo, historiador e professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) Luciano Pereira da Silva, com mediação da professora doutora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Candida Soares da Costa. O evento é uma realização do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune-MT). 

Google meet – Os usuários do Chrome, Firefox, Safari e do novo Edge não precisam instalar nada, pois o Meet funciona integralmente no navegador. Já para os que pretendem assistir ao webinário de um dispositivo móvel, será necessário acessar a Apple App Store ou a Google Play Store para instalar o aplicativo Meet.
 

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