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Sorriso supera meta de acompanhamento da saúde no Programa Bolsa Família

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O município de Sorriso superou a meta de acompanhamento de indicador  do Programa Bolsa Família para o ano de 2019.  É o que mostra o informativo situacional das ações da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do programa.  A meta estipulada  foi de 60%, e os acompanhamentos realizados chegaram aos 97,22 % de cobertura de acompanhamento da população pelo sistema do Bolsa Família.

 “Os dados  demonstram de forma muito positiva o comprometimento e o empenho da equipe durante  o ano de 2019. Este é o melhor índice alcançado  nos últimos anos. Dos municípios que compõem nossa região, ficamos apenas atrás do município de Vera, que tem 98, 16% de cobertura. Toda equipe esta de parabéns e que possamos ultrapassar a meta novamente em 2020” ressaltou o secretario de Saúde e Saneamento, Luis Fábio Marchioro.

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda, direcionado às famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o País, de modo que consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza.

Em Sorriso, de um total de 3.417 pessoas para acompanhamento, 1.211 são crianças.

“A dificuldade no acompanhamento é que muitas vezes elas não comparecem ao chamamento, muitas mudam de cidade e não comunicam para atualização do novo endereço. Esse acompanhamento é uma forma de monitorarmos se estão cumprindo com as obrigações da saúde, se o beneficio recebido está sendo usado de formar a promover a qualidade de vida dos beneficiários,” explicou o coordenador da Atenção Especializada, Matheus Freiria.

A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), aprovada no ano de 1999, integra os esforços do Estado brasileiro, que por meio de um conjunto de políticas públicas propõe respeitar, proteger, promover e prover os direitos humanos à saúde e à alimentação. A completar-se dez anos de publicação da PNAN, deu-se início ao processo de atualização e aprimoramento das suas bases e diretrizes, de forma a consolidar-se como uma referência para os novos desafios a serem enfrentados no campo da alimentação e nutrição no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Fonte: Prefeitura

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Com execuções em série cidade de Mato Grosso vive um dos mais sangrentos finais de semana do ano e assusta população

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Quatro homens em um carro preto e em uma moto saíram de dentro de uma casa em construção, onde antes do crime estavam bebendo cerveja, e, numa emboscada, executaram Ailton da Silva, de 25 anos.

O crime aconteceu na noite de sábado (4), na frente da casa da vítima, na Rua Bom Jesus, no Jardim Araguaia, na cidade de Sinop, em Mato Grosso..

Segundo a Polícia Militar, é o quarto homicídio registrado nas últimas 36 horas na cidade.

Conforme testemunhas contaram à Polícia, Ailton desceu do carro dele e, quando estava abrindo o portão, começou a receber tiros de pistolas calibre 380 e Ponto-40, cujas cápsulas foram encontradas no chão.

O homem morreu na hora, sem poder esboçar nenhum tipo de reação.

Em uma varredura pelo local onde as pessoas afirmaram que os quatro homens estavam, os policiais militares encontraram várias latinhas de cerveja ainda geladas.

As pessoas também informaram aos policiais civis e militares que atenderam a ocorrência que ouviram o barulho de moto e carro.

Depois, ouviram os disparos, mas não conseguiram anotar os modelos dos veículos.

O caso está sendo investigado por policiais do Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa (NHPP), que fizeram a liberação do corpo para Instituto Médico Legal (IML), após a perícia inicial de agentes da Perícia Oficial do Estado (Politec).

Quatro Assassinatos

Além de Ailton da Silva, também foram mortos neste sábado(04) Izael Nunes de Oliveira, de 30 anos, com golpes de faca, na Rua das Acálifas, no Jardim das Violetas; Abraão Lincon de Oliveira Costa, de 19 anos, a tiros, na Rua Caiabi, no bairro Pequena Londres, num dos mais sangrentos finais de semana em Sinop.

Na sexta-feira (3), á noite, um garoto de 16 anos foi morto tiros, no Jardim Boa Esperança.

Otavio Ventureli(com DiarioDeCuiabá)

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De 419 A.C ao Covid-19 em 2020, conheça as pandemias que assombraram a Humanidade e provocaram sofrimentos em milhões de pessoas no Planeta

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O novo coronavírus Sars-CoV-2 já infectou mais de 1 milhão de pessoas e matou mais de 51 mil em poucos meses — sua ocorrência foi oficialmente informada pelas autoridades chinesas em dezembro de 2019.

Para comparação, a última pandemia mundial, da gripe A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, matou cerca de 18 mil em um período maior, entre 2009 e 2010, segundo balanço da OMS (Organização Mundial da Saúde).

O vírus influenza H1N1 apresentava menor transmissibilidade e menor letalidade que o vírus da Covid-19. Também havia dois antivirais, um deles o Tamiflu, que se mostraram efetivos no combate à epidemia de H1N1.

Na época do surto de H1N1, o Ministério da Saúde registrou quase 60 mil casos e pouco mais de 2.000 mortes no Brasil.

Outras epidemias mais antigas, porém, deixaram um rastro de destruição muito maior.

A gripe espanhola, em 1918, dizimou 75 milhões de mortos.

Um dos elementos-chave por trás de seu impacto é que ela parece ter sido mais grave quando infectava adultos jovens e saudáveis, enquanto outras formas da doença tendem a produzir mortes de bebês, idosos e pessoas com sistema imune mais debilitado.

Há boas razões para acreditar que parte dessa violência contra jovens saudáveis tem relação com a chamada tempestade de citocinas, uma reação descontrolada do sistema imune à presença do invasor.

Fragilizados pelo vírus, os pulmões dos doentes também podiam sucumbir a infecções bacterianas, e há ainda relatos da época que falam em hemorragias no nariz, nos ouvidos e no sistema digestivo.

O avanço devastador do vírus (um tipo de influenza A H1N1, tal como o da gripe de 2009) foi facilitado pela falta quase total de imunidade natural das populações do planeta e pelo confinamento de jovens em quartéis e campos de batalha durante a Primeira Guerra, uma população aglomerada e sem anticorpos era um campo fértil para a doença.

A comparação de outras epidemias com a pandemia da Covid-19, porém, precisa ser feita com cautela.

Se ainda hoje ocorre a subnotificação nos casos do novo coronavírus, os dados de doenças do passado não eram muito confiáveis.

Confira as doenças e datas:

PESTE DE ATENAS, 429 A.C. –  Talvez uma forma de tifo, a peste teria levado à morte de até 100 mil pessoas.

PESTE DE JUSTINIANO (PROVAVELMENTE, PESTE BUBÔNICA), 541 D.C. – Teria matado até 50 milhões de pessoas (40% da população da bacia do Mediterrâneo).

PESTE NEGRA, 1346 – Até 200 milhões de pessoas foram dizimadas na Europa, na Ásia e no norte da África.

DOENÇAS INFECCIOSAS EM 1492 – Colombo chega às Américas; doenças trazidas pelos europeus podem ter eliminado 90% ou mais da população indígena original.

GRANDE PRAGA DE LONDRES, 1665 – Estimativas apontam que ela deixou 100 mil mortos na capital inglesa.

PRIMEIRA PANDEMIA DE CÓLERA, 1817 – Espalha-se da Índia para países asiáticos, africanos e para a bacia do Mediterrâneo, matando centenas de milhares de pessoas.

GRIPE ESPANHOLA, 1918 – Pode ter matado 75 milhões de pessoas no mundo todo.

AIDS, DOS ANOS 1960 AO PRESENTE – Doença se espalha pelo mundo, matando cerca de 30 milhões de pessoas ao longo de várias décadas.

H1N1, 2009 – Vírus H1N1, da gripe, mata cerca de 18 mil pessoas na pandemia de 2009 a 2010

EBOLA, 2013-2016 –  Ebola leva à morte de mais de 11 mil pessoas na África Ocidental.

 

Otavio Ventureli(com OMS)

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