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Vale a pena instalar o iOS 13 nos iPhones mais antigos?

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iPhone 6

André Cardozo/iG

O iPhone 6s é uma das versões mais antigas dentre as que suportam o iOS 13.

 

Todo ano, a Apple anuncia uma nova versão do iOS ; e todo ano, usuários dos iPhones mais antigos que receberão a atualização se preocupam com a mesma coisa: “será que isso vai fazer meu celular ficar lento?”. É uma preocupação válida, especialmente com a Apple, que costuma atualizar seus aparelhos por vários anos após o lançamento, criando uma situação em que o dispositivo mais antigo não tenha capacidade técnica de hardware para sustentar o novo software .

O site Ars Technica realizou um experimento para observar como os dois aparelhos mais antigos na lista dos suportados pelo iOS 13 se saem com a nova versão do sistema operacional. Para isso, foram testados o iPhone 6s e o iPhone SE , ambos lançados com o processador A9; o primeiro, no final de 2015, e o segundo no início de 2016.
Para isso, ambos os aparelhos passaram pelas mesmas etapas. Os dispositivos foram experimentados após uma instalação “do zero” do iOS 12.4.1 e do iOS 13 e conectados a uma conta no iCloud . Depois, eles foram deixados “descansando” por algum tempo, para garantir que nenhum processo oculto em segundo plano, como indexação de arquivos, afetasse o desempenho.

Após isso, foi comparado o tempo de abertura de vários aplicativos nativos do sistema nos aparelhos enquanto rodavam as duas versões do iOS. Confira abaixo os resultados:

iPhone 6s

Aplicativo

iOS 12.4.1

iOS 13.0

Diferença de tempo (%)

Safari

0,69 segundos

0,95 segundos

+37,7%

Câmera

1,09 segundos

1,15 segundos

+5,5%

Ajustes

0,60 segundos

0,61 segundos

+1,6%

Mail

0,75 segundos

0,77 segundos

+2,7%

Mensagens

0,62 segundos

0,67 segundos

+8,06%

Calendário

0,50 segundos

0,59 segundos

+18,0%

Mapas

1,29 segundos

1,53 segundos

+18,6%

Notas

0,86 segundos

0,80 segundos

-7,0%

TV

1,84 segundos

2,88 segundos

+56,5%

Inicialização

13,10 segundos

12,98 segundos

-0,9%

 

iPhone SE

Aplicativo

iOS 12.4.1

iOS 13.0

Diferença de tempo (%)

Safari

0,67 segundos

0,83 segundos

+23,9%

Câmera

1,18 segundos

1,02 segundos

-13,6%

Ajustes

0,61 segundos

0,65 segundos

+6,6%

Mail

0,70 segundos

0,93 segundos

+32,9%

Mensagens

0,60 segundos

0,68 segundos

+13,3%

Calendário

0,56 segundos

0,64 segundos

+14,3%

Mapas

1,35 segundos

1,38 segundos

+2,2%

Notas

0,92 segundos

0,79 segundos

-14,1%

TV

1,96 segundos

2,58 segundos

+31,6%

Inicialização

14,01 segundos

12,87 segundos

-8,1%

Como é possível ver, houve uma piora de desempenho na maior parte dos critérios analisados, chegando a um aumento de 37,7% no tempo necessário para abrir o Safari ou 56% para abrir o aplicativo de TV. No entanto, ainda que o aumento relativo seja grande, os valores absolutos ainda não chegam a níveis grosseiros, como 1 segundo a mais para abrir um aplicativo. Como coloca a publicação, a diferença não chega a ser notável se você não está com um cronômetro em mãos.

Além disso, boa parte dos aplicativos viram uma mudança apenas marginal no tempo de abertura e alguns dos critérios viram uma redução no tempo necessário para a conclusão de uma tarefa. O exemplo mais interessante é o tempo de inicialização, que foi reduzido tanto no 6S quanto no SE.

Assim, a tendência é que, do ponto de vista de desempenho, você não sinta um impacto negativo grande ao atualizar seu iPhone antigo para o novo iOS

Fonte: IG Tecnologia

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Em casa: veja como usar o Google Maps para encontrar restaurantes que entregam

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Olhar Digital

Google Maps arrow-options
Unsplash/henry perks

Veja como encontrar restaurantes no Google Maps


O Google Maps é um dos aplicativos mais utilizados para se obter informações de rotas e trajetos, já vindo até mesmo pré-instalado nos celulares com o sistema Android. Por sua vez, além de oferecer essas informações importantes, o Google Maps também conta com uma lista de restaurantes e de demais lojas das regiões consultadas nele.

Com o surto do novo coronavírus (Sars-Cov-2), agora, o aplicativo ganhou um novo filtro para restaurantes, que pode ser bem útil para as pessoas, podendo mostrar apenas locais que realizam entregas a domicilio, algo que está sendo regra em cidades para que estabelecimentos continuem abertos. A seguir, veja como encontrar restaurantes de sua região que estejam realizando entregas a domicilio.

Leia também: Google Maps completa 15 anos de cara nova e em busca de maior impacto social

Importante

Apesar de o Google Maps já vir pré-instalado apenas no Android, este novo recurso também está disponível para o aplicativo em sua versão para iOS (sistema do iPhone).

Como encontrar restaurantes delivery com o Google Maps

O processo para achar um restaurante que realize entregas na sua região é bem simples de ser realizado no aplicativo do Google Maps. Confira o passo a passo:

  1. Acesse a Google Play ou a App Store e atualize Google Maps para a sua última versão;
  2. Caso o Google Maps esteja aberto no celular, encerre o seu processo e abra-o;
  3. Com o app já aberto, deslize a parte inferior de sua tela para cima e selecione a opção “Entrega”. Em alguns celulares testados, esta opção também apareceu na parte superior de sua tela, sem precisar deslizar;
  4. Para evitar problemas, também aplique o filtro “Abertos agora” e selecione um dos restaurantes disponíveis;
  5. Agora, veja o cardápio do local, se disponível, e faça uma ligação para ele.

Pronto! Agora, você já sabe como encontrar restaurantes de sua região abertos que realizem entregas a domicilio.

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Torres de 5G são incendiadas devido a teorias da conspiração sobre coronavírus

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Reprodução/Facebook

Vídeos no Facebook mostraram as torres de 5G em chamas


Torres de 5G estão sendo incendiadas no Reino Unido depois que uma teoria da conspiração unindo a tecnologia à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) começou a se espalhar pela internet em alguns países. 

De acordo com a BBC, pelo menos três torres de 5G foram incendiadas na última semana. Ao The Verge, a operadora de telefonia Vodafone afirmou que foi ateado fogo em quatro torres em apenas 24 horas. Policiais e bombeiros foram chamados para apagar as chamas, e a polícia já investiga o caso. 

A teoria da conspiração

Vídeos das torres incendiadas foram publicados no Facebook , onde diversos grupos se destinam a discutir sobre o assunto: por lá, se acredita que o 5G faz mal à saúde e está relacionado à pandemia do novo coronavírus. 

Leia também: Pensando no 5G? Cidades brasileiras ainda estão presas no 2G; entenda

A teoria mais forte sobre o assunto afirma que o vírus começou a ser disseminado em Wuhan , na China, porque a cidade estava testando a tecnologia 5G . Agora, a Covid-19 estaria se espalhando por cidades que também utilizam a tecnologia. 

Além disso, uma entrevista dada por uma mulher identificada como enfermeira a uma rádio comunitária britânica se espalhou pela internet. No vídeo, ela argumenta que o 5G suga o oxigênio dos pulmões das pessoas , associando isso à falta de ar causada pela Covid-19.


As conspirações, porém, não possuem nenhum embasamento científico. O novo coronavírus já está, inclusive, espalhado por cidades e países que ainda não fazem uso do 5G, como é o caso do Brasil . Além disso, reguladores no Reino Unido registraram, na rede 5G , níveis de radiação eletromagnética bem abaixo dos estipulados pelas diretrizes internacionais. 

Leia também: Huawei vai poder participar do leilão do 5G no Brasil

O diretor geral da GSMA , organização que representa as empresas de telefonia no mundo todo, disse que a indústria está trabalhando para manter os serviços no ar. Além disso, ele reiterou que a rede 5G não representa riscos à saúde . “É deplorável que a infra-estrutura crítica de comunicações esteja sendo atacada com base em tamanhas mentiras. Pedimos a todos que confiem nas autoridades de saúde e tenham certeza de que a tecnologia de comunicação é segura. Não há ligação entre 5G e Covid-19”.

A união dos conspiracionistas nas redes sociais, porém, tem dado força para que internautas gerem conteúdo sobre o assunto. No vídeo da publicação abaixo, uma mulher confronta dois trabalhadores que estavam instalando redes de 5G , alegando que o trabalho deles vai “matar todo o mundo”. 


O impacto dos incêndios no combate à pandemia

Quando saem das redes sociais , notícias falsas como essa podem ter grandes impactos na vida real. Ao The Verge, o CEO da Vodafone, Nick Jeffery, afirmou que o caso dos incêndios nas torres de 5G são “uma questão de segurança nacional”, e que “as autoridades policiais e de combate ao terrorismo estão investigando”.

Os danos causados pelos incêndios afetam não só os serviços de telefonia móvel das regiões, mas também serviços essenciais à população no momento da pandemia da Covid-19 . Em seu boletim diário, o diretor do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, Stephen Powis, disse que os hospitais também serão prejudicados. 

Leia também: Em parceria, Claro, Ericsson e Qualcomm testam conexão 5G no Brasil

“Estou absolutamente indignado e enojado que as pessoas tomem medidas contra a infraestrutura de que precisamos para enfrentar esta emergência”, afirmou.

O papel das redes sociais

O Departamento de Digital, Cultura, Mídias e Esportes do Reino Unido disse que também é papel das redes sociais controlar informações falsas deste tipo. “Devemos ver as empresas de mídia social agindo com responsabilidade e adotando ações muito mais rápidas para impedir que as bobagens se espalhem em suas plataformas, o que incentiva tais atos”, disse o órgão. 

Depois que a história dos incêndios ganhou as manchetes de jornais no país, um dos principais grupos de Facebook sobre o assunto, que já havia sido denunciado anteriormente, foi excluído pela rede social. 

O YouTube , por sua vez, resolveu agir mais ativamente no caso. Na plataforma, vídeos que conspirarem contra a segurança do 5G , mas não mencionarem o novo coronavírus , serão suprimidos. Isso significa que eles terão seus anúncios suspensos e serão eliminados dos resultados de busca. Já os vídeos que relacionarem e tecnologia à Covid-19 serão removidos por completo.

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