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Vazamento expõe dados de 250 milhões de clientes da Microsoft

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Agência Brasil

Dados de clientes Microsoft vazaram


Bancos de dados da Microsoft configurados incorretamente expuseram 250 milhões de dados de atendimento do suporte por 16 dias. As informações foram geradas entre 2005 e 2019 e podem aumentar riscos de phishing à clientes da empresa.

Entre as informações, era possível identificar:

  • Endereços de e-mail
  • Endereços de IP
  • Dados de localização
  • E-mails dos agentes de suporte da Microsoft
  • Números de protocolo, medidas e comentários
  • Notas internas “confidenciais”

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As falhas foram detectadas pela equipe de segurança da Comparitech. Segundo a pesquisa, cinco servidores Elasticsearch foram encontrados com uma cópia do banco de dados .

Algumas informações de caráter pessoal, como logins, números de contratos e informações de pagamento foram editadas. Porém, a Microsoft explica que a medida é tomada de forma automatizada em processos de verificação de identidade.

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A Microsoft está notificando usuários afetados pelo problema. A equipe da Comparitech informou que os dados foram encontrados em 29 de dezembro, e a empresa tomou medidas no dia seguinte, 30 de dezembro.

Os dados são um prato cheio para cibercriminosos . Em ataques de phishing , informações do tipo são cruciais para ludibriar as vítimas. Paul Bischoff, pesquisador da Comparitech, alerta que os hackers podem se passar por alguém do suporte técnico para aplicar golpes. “Os clientes da Microsoft e os usuários do Windows devem estar atentos a golpes por telefone e e-mail”, afirmou Bischoff.

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Ensino à distância: plataformas e instituições ajudam professores

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Agência Brasil

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Divulgação/Allisson Roberto

Plataformas online ajudam no ensino


Com a pandemia do novo coronavírus e a impossibilidade de reunir diversos alunos em salas de aula, algumas instituições de ensino optaram por manter suas atividades de forma remota.

Mas, como nem todas elas estavam preparadas para a chamada  educação à distância , diversas plataformas digitais vêm disponibilizando ferramentas e firmando parcerias para o emprego deste tipo de recurso.

O Facebook e a ONG Nova Escola atuarão em conjunto em um curso voltado a professores visando capacitá-los no uso de ferramentas que podem ser adotadas para possibilitar aulas e atividades de aprendizagem. Além de redes sociais da empresa, como o próprio Facebook e o WhatsApp , serão repassadas explicações sobre outras aplicações, como Youtube , Google Meeting e Zoom .

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“Teremos lives [vídeos ao vivo pelo Facebook] semanais explicando as ferramentas e entrevistas com professores que tiveram experiências com ferramentas. Além disso, queremos criar rede de apoio entre os professores”, explica a gerente de políticas públicas do Facebook, Andrea Leal.

A gerente pedagógica da Nova Escola, Ana Lígia, explicou que nestes cursos haverá a participação de mediadores. “A gente vai ter experiências de pessoas que já utilizam tecnologia. Premissa de que nossos cursos sejam voltados para a prática, soluções de professores para professores”, disse.

As aulas serão transmitidas às quintas-feiras no Facebook  pelo  perfil da ONG Nova Escola . Os vídeos ficarão gravados e poderão ser acessados a qualquer momento por professores. Também serão disponibilizados planos de aula com sugestões para o uso de recursos tecnológicos .

A Microsoft também disponibilizou programas gratuitamente que podem ser utilizados em atividades educacionais. Um deles é a de gestão de equipes, chamada ” Teams “. Desde 10 de março, algumas funcionalidades antes reservadas aos planos pagos foram colocadas para uso sem pagamento. É o caso da realização e gravação de videoconferências , além do fim do limite de participantes nessas reuniões virtuais.

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Além das ferramentas, a empresa oferece cursos na área de tecnologia sobre assuntos diversos, como inteligência artificial , Internet das Coisas e outras temáticas envolvendo as áreas de atuação da empresa.

Iniciativas do Google

O Google também disponibilizou recursos tecnológicos voltados a facilitar aulas e outras iniciativas educacionais. Uma lista de aplicativos úteis foi criada como sugestão de soluções técnicas de apoio a professores e gestores.

Um  site específico foi criado para reunir programas e conteúdos úteis às pessoas que estão em casa. Entre as informações estão dicas direcionadas a professores e alunos, incluindo seminários transmitidos pela internet , os chamados  webinars .

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A suíte de aplicações corporativas da empresa, chamada G Suite , tem uma versão voltada à educação. O grupo também já possuía uma plataforma específica para aulas, o Google Classroom , onde professores podem organizar aulas online .

“Com o avanço da pandemia de covid-19, muitos estudantes, professores, famílias, empreendedores e profissionais passaram a ficar em casa. Neste momento de isolamento, é importante que todos sejam capazes de manter uma rotina conectada, produtiva e saudável”, diz Valdir Leme, chefe de marketing do Google no Brasil.

Facilidades e desafios

O professor universitário do curso de publicidade da instituição de ensino superior IESB Carlos Leonardo é um entusiasta dos métodos de educação a distância . Ele trabalha com esse formato há pelo menos oito anos na faculdade. O docente acredita que nesse ambiente alunos são convidados a participar mais .

Mas nesse cenário em que todos precisam participar das aulas a distância, ele demonstra preocupação com o acesso pelos alunos devido à grande demanda de tráfego para cursar as aulas. “Com meus alunos, o que mais está dificultando é pacote de dados deles. Essa é a sensibilidade deles”, relata.

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Snapchat e OMS criam filtros para incentivar o isolamento social

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Olhar Digital

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Reprodução

Filtro da OMS no Snapchat estimula o distanciamento entre pessoas


A Snap Inc. e a Organização Mundial de Saúde ( OMS ) estão trabalhando em conjunto no desenvolvimento de ferramentas e recursos para que os usuários do Snapchat possam se manter em segurança durante a pandemia de Covid-19 .

Dois dos frutos desta parceria são novas lentes em realidade aumentada (AR) para o Snapchat . Um delas, chamada “My Social Distance”, sobrepõe à imagem da câmera um círculo para indicar a distância recomendada entre o usuário e outras pessoas para evitar contaminação.

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A outra lente tem lembretes animados sobre a importância de lavar as mãos, ficar em casa e não tocar no rosto. Ambas têm links que levam ao site da OMS , onde o usuário irá encontrar informações adicionais.

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