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Veja 5 carros legais que foram descontinuados com pouco tempo de mercado

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Algumas personalidades nos deixaram cedo demais. Artistas como Elis Regina, Kurt Cobain e Chester Bennington, figuras políticas como Martin Luther King e Princesa Diana, além de grandes talentos do esporte como Ayrton Senna e o craque Dener Augusto… Todos ainda tinham muita lenha e talento para queimar, e estão eternizados na história.

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O universo automotivo não é diferente. É possível lembrar de uma infinidade de modelos legais que tiveram vida curta no mercado brasileiro. Agora que eles se foram, só podemos sentir saudade ou apostar nos modelos seminovos . Em clima de nostalgia, a reportagem do iG Carros elege cinco modelos que nos deixaram muito cedo.

É justo fazermos algumas menções honrosas para Swift Sport, Fielder, Mondeo, Corsa GSI e Fiat Coupé, que acabaram não entrando na lista.

1 – Citroën DS3 (2012 – 2017)

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A Citroën parou de importar toda a linha premium DS em fevereiro de 2017. Retorno é aguardado

A DS está se transformando na “Audi do Grupo PSA” para o mercado europeu, ganhando até mesmo concessionárias próprias. No Brasil, a marca foi vendida nas concessionárias da Citroën, com os modelos DS3, DS4 e DS5. O primeiro foi o que teve mais destaque, feito sob a plataforma do Citroën C3, porém com arranjo esportivo. Por conta do baixo apelo nas vendas, deixou de ser importado após apenas 5 anos de Brasil.

O motor 1.6 turbo desenvolvia consideráveis 165 cv de potência e 24,5 kgfm de torque, com um ótimo câmbio manual, de seis marchas. Pelo baixo peso (1.160 kg) e o entre-eixos curto de apenas 2,46 m, o DS3 caiu nas graças dos entusiastas que buscavam diversão ao volante. Sem dúvida, deixou saudades.

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2 – Ford Ka 1.0 SEL (2015 – 2018)

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O Ford Ka 1.0 SEL era um grande exemplo para todos os rivais equipados com motor 1.0

O antigo Ford Ka 1.0 SEL que foi vendido até meados de 2018 era um exemplo para todos os outros modelos “mil” do mercado. Apesar de ser básico em sua proposta, já contava com controle de estabilidade e tração, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas, chamada de assistência de emergência e assistente de partida em rampa.

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Com três cilindros em linha, o Ka SEL desenvolve 85 cv de potência e 10,5 kgfm de torque, sempre com câmbio automático, de cinco marchas. O consumo na gasolina era outro destaque, aferindo 13,2 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada. Agora, a versão mais equipada do Ka é a SE Plus, que não vem com o mesmo nível de sofisticação e segurança do SEL. 

3 – Suzuki Swift Sport (2014 – 2017)

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Suzuki Swift Sport: o segredo estava no baixo peso e na dirigibilidade

O Swift Sport tinha a receita para agradar qualquer fã de carros esportivos: suspensão baixa, motor aspirado e câmbio de seis marchas com relações curtas. Talvez este tenha sido o motivo de seu fracasso, uma vez que as ruas brasileiras não são as melhores para carros desse tipo.

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O motor 1.6 entregava bons 142 cv de potência e 17 kgfm de torque. Pisando fundo, o Swift precisava de 8,7 segundos para atingir 100 km/h. Apesar do equilíbrio nas curvas e desempenho de “kart urbano”, acabou saindo de linha após três anos de mercado. Uma pena…

4 – Renault Megane Grand Tour (2008 – 2012)

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Renault Mégane Grand Tour jaz no passado glorioso das peruas brasileiras

Quem acompanha o iG Carros sabe que nós levantamos a bandeira #savethewagons. Enquanto os SUVs dominam as ruas, temos cada vez menos peruas circulando por aí. A história era diferente em meados de 2008, quando VW Jetta e Passat Variant, Peugeot 307 SW e Toyota Fielder ainda tinham certa expressão no mercado. Entre todas, escolhemos a elegante Megane Grand Tour.

Existiram duas opções de motorização: 1.6 de 115 cv e 16,5 kgfm de torque (manual, de cinco marchas) e 2.0 de 138 cv e 19,2 kgfm de torque (automática, de apenas quatro).Destaque para o porta-malas de bons 520 litros de capacidade.

5 – Fiat 500 Abarth (2015 – 2017)

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Além do conjunto mecânico, diversos equipamentos deixavam o 500 Abarth ainda mais esportivo e charmoso

Podemos dizer que o charmoso Fiat 500 fez sucesso no Brasil. O design descolado com preço de Punto atraiu clientes de personalidade. A Fiat percebeu isso e decidiu trazer a versão esportiva Abarth 1.4 turbinada do México. É uma pena que tenha durado tão pouco.

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O motor 1.4 turbo era o mesmo da dupla Punto e Bravo T-Jet (que descansem em paz). Entregava 167 cv de potência e 23 kgfm de torque, com câmbio manual de apenas cinco marchas. Pisando fundo, era capaz de atingir 100 km/h em 6,9 segundos. A pimentinha de bolso deixou uma legião de fãs em 2017, quando deixou de ser vendido no Brasil.

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Novo Mercedes-Benz GLA estreia mais espaçoso e tecnológico

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Mercedes-Benz GLA ganha sistema de inteligência artificial MBUX em sua nova geração

A Mercedes-Benz apresentou oficialmente nesta quarta-feira (11) o novo GLA. A nova geração do menor SUV da marca alemã chega trazendo novas tecnologias e dimensões mais generosas.

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Embora seja 14 mm mais curto do que o GLA atualmente no mercado (4,410 m), o SUV de nova geração ficou 30 mm mais largo (1,834 m), 104 mm mais alto (1,611 m) e ganhou 30 mm no entre-eixos (2,729 m). De acordo com a montadora, além do maior espaço para a cabeça nos bancos dianteiros, a área para as pernas dos passageiros do banco traseiro também aumentou.

Junto do sistema multimídia inteligente MBUX, já visto no Brasil em modelos como o novo Classe A (com o qual compartilha a plataforma), o GLA ganhou também novos sistemas autônomos de assistência ao motoristas, permitindo ao veículo, por exemplo, executar manobras evasivas para evitar acidentes.

Outra novidade é o modo “Lava Rápido”, lançado inicialmente no irmão maior GLS. Com um comando, o veículo dobra os retrovisores, fecha o teto-solar, o limpador de para-brisa é desligado e o sistema de recirculação de ar é acionado. Já o sistema multimídia passa a exibir as imagens da câmera dianteira.

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As vendas na Europa estão marcadas para começar até o fim do 1º semestre de 2020. Mas a marca já divulgou as motorizações a gasolina para o modelo. A versão inicial do SUV é a GLA 200, que traz um motor 1.3 turbo de quatro cilindros e 163 cv. Combinado a um câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, permite ao GLA acelerar de 0-100 km/h em 8,7 segundos e atingir os 210 km/h de velocidade máxima.

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Já a versão AMG é a GLA 35 4Matic. Equipada traçãi integral e um motor 2.0 turbo de quatro cilindros e 306 cv, acelera de 0-100 km/h em 5,1 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima (limitada eletronicamente).

Fonte: IG CARROS

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Trocando marchas com a mão, na Indian Chief 1948

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Acervo pessoal

A relíquia Indian Chief 1948 chama atenção nas ruas

A grande maioria dos motociclistas brasileiros, pelo menos os mais jovens, teve conhecimento da existência da marca norte-americana de motocicletas Indian há muito pouco tempo, quando a empresa voltou a produzir motocicletas nos Estados Unidos, após cerca de 60 anos inoperante, e seus produtos começaram a ser importados para o Brasil.

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Muito parecidas com as Harley-Davidson, as Indian são ainda mais antigas, com início de produção dois anos antes da sua eterna rival. Foram também dois jovens empreendedores, George Hendee e Carl Oscar Redstrom, que fundaram a Indian Motorcycle Company, em 1901, na cidade de Springfield, Massachussets.

As primeiras Indian ainda não se pareciam com os modelos mais conhecidos posteriormente, pois não eram mais do que bicicletas equipadas com pequenos motores monocilíndricos. Em dez anos, a Indian já era a maior fabricante de motocicletas do mundo, produzindo modelos sofisticados, que até partida elétrica tinham.

Já mostrei aqui todas as versões modernas da Indian que foram comercializadas até o ano passado, quando a marca se retirou de nosso mercado, mas esta Indian Chief 1948 merece um lugar especial na galeria das motocicletas clássicas.

A Indian Chief começou a ser produzida em 1922, para ser o modelo mais sofisticado da marca. Esse status logo foi comprovado pelo público, que considerava as Indian mais confortáveis do que as rivais Harley-Davidson. O motor V2 de 1.000 cm3 era potente e de funcionamento suave, e logo no ano seguinte, com a cilindrada aumentada para 1.200 cm3, ela chegou a atingir o auge de sua popularidade.

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Em 1953, pressionada pelas marcas europeias que começaram a chegar ao mercado norte-americano, as Indian Chief foram consideradas antiquadas e a marca encerrou a sua produção. Dessa data até 2011, quando a Polaris comprou a lendária marca e iniciou a produção das Indian modernas, muitos fabricantes e importadores exploraram a marca com os mais diversos tipos de motocicletas.

Câmbio na mão

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Acervo pessoal

Com câmbio e acelerador no mesmo guidão, a condução da Indian Chief 1948 é complexa

Pelas fotos pode-se notar que essa motocicleta tem a alavanca de câmbio acionada pela mão direita, a mesma do acelerador. Isso torna a pilotagem mais difícil, porém mais interessante. Algumas Indian, como se pode ver em pesquisas de fotos de época, tinham a alavanca de câmbio do lado esquerdo e, outras até, tinham o acelerador transferido para o lado esquerdo do guidão.

Na hora de experimentar a velha senhora, não foi o câmbio que mais estranhei, pois é possível escolher uma das três marchas quando não é necessário acelerar, mas foi a embreagem no pé esquerdo o que mais me atrapalhou. É que é preciso estar com o pé direito no chão, apoiando a motocicleta, para acionar a embreagem com o outro pé.

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Também é preciso um pouco de prática para soltar a embreagem de forma a não dar trancos e não deixar o motor apagar. Caso isso aconteça, o pedal do lado direito, parecido com o de uma bicicleta, é a única forma de ligar o motor novamente. Mesmo com todas essas características intrigantes, a Indian Chief 1948 , principalmente tão bem restaurada como esta, jamais faria feio em meio a grupos de motociclistas modernos.

Fonte: IG CARROS

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