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“Via demônios”, diz Casagrande ao recordar luta contra as drogas

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Walter Casagrande arrow-options
Reprodução/Instagram

Walter Casagrande

O comentarista da TV Globo Walter Casagrande contou mais um episódio de sua luta contra as drogas. Em entrevista ao apresentador Amaury Jr., na RedeTV!, ele relembrou um acidente de carro que sofreu em 2007 após consumir drogas e afirmou que “chegou a ver demônios” por conta do surto.

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“Tive um surto psicótico e comecei a ver demônios na minha casa. Surtei porque estava usando droga por vários dias sem parar, sem beber água, sem nada. Então eu surtei naquilo que eu mais estava lendo sobre, que eram coisas demoníacas, trevas, etc. Comecei a ver demônios na minha casa o tempo todo. Saí da minha casa, fui me hospedar num hotel em frente à TV Globo. Fiz o check-in, subi e quando abri a porta os demônios estavam lá ainda. Por que? Porque eles estavam dentro de mim, eles eram meus”, disse o ex-jogador.

Casagrande também contou como foi o momento do acidente.

“Eu estava no caos, péssimo. Usando muita droga que tava me agitando, muita droga para me acalmar e algumas até para dormir, tudo isso misturado com tequila. Quando saí do hotel, eu adormeci ali no Alto da Lapa [Zona Oeste de São Paulo], meu pé pisou no acelerador, subi numa calçada, girei em cima de seis carros e caí ali. Quando acordei já tinha ambulância e tudo e eu estava muito confuso”, completou.

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Fofão é eleita 3ª melhor estrangeira da Champions League feminina

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Campeã nos Jogos de Pequim (2008) e bronze nos de Atlanta (1996) e Sydney (2000), a levantadora Fofão foi considerada uma das cinco melhores jogadoras não europeias a disputarem a Liga dos Campeões feminina de vôlei.

Hélia de Souza foi escolhida por um júri de três treinadores lendários na modalidade: o holandês Avital Selinger, o brasileiro Marco Aurélio Motta (ex-técnico da seleção brasileira de vôlei feminino) e o italiano Massimo Barbolini, que comandou a Fofão na conquista do europeu pelo Perugia (Itália) na temporada 2005/2006.

Em conversa com a Agência Brasil, a ex-atleta disse que a premiação foi uma surpresa: “Estar entre as cinco melhores, nesse nível de jogadoras, atacantes de decisão, de alto nível com muita habilidade, para uma levantadora é uma honra muito grande. Sinto-me privilegiada”.

A jogadora atuou na Europa entre 2004 e 2007 defendendo o Perugia, entre 2007 e 2008 no Múrcia (Espanha) e entre 2010 e 2011 no Fenerbahce (Turquia). “Não é fácil manter o nível de vôlei jogando fora. Exige demais. Mas, também é gratificante porque você joga toda semana com as melhores do mundo. Isso faz você crescer muito”, declarou.

Ao lado da levantadora Fofão, a norte-americana Jordan Larson, em segundo, e a chinesa Ting Zhu, em primeiro, completaram o pódio. O top cinco ficou completo com a ponteira cubana Mirka Francia, em quinto, e com a atacante sul-coreana Kim Yeon-Koung, na quarta colocação. A eleição foi uma promoção do canal European Volleyball.

Edição: Fábio Lisboa

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Covid-19: grupo britânico McLaren planeja demitir 1.200 funcionários

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Doze dias após perder o piloto de Fórmula 1 Carlos Sainz para a Ferrari que o contratou para a temporada do ano que vem, a fabricante britânica McLaren surpreendeu o mundo ao revelar que pode cortar 1.200 postos de trabalho, o equivalente a aproximadamente 25% do quadro total de funcionários. O desligamento faz parte de um programa de reestruturação elaborado pela empresa, que afirma ter sido impactada finananceiramente pela crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). 

“É um curso de ação que trabalhamos duro para evitar, já que adotamos medidas drásticas de economia de custos em todas as áreas da empresa. Mas não temos outra escolha a não ser reduzir o tamanho de nossa força de trabalho”, afirmou o presidente executivo Paul Walsh ao canal de tevê Sky News. 

De acordo com a BBC News, entre os demitidos, estariam funcionários da produção de veículos de rua e até do time de Fórmula 1. A estimativa é de que sejam desligados 70 dos 800 funcionários do time da F1.

A McLaren explicou que com a propagação da covid-19, houve cancelamento de eventos de automobilismo, suspensão em todo mundo de atividades de manufatura e varejo, além da redução de demanda por soluções de tecnologia. Tudo isso, segundo a fabricante britânica, teria impactado repentinamente as atividades de geração de receita. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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