Momento Economia

Viajar de ônibus entre Cuiabá e Lima, Capital do Peru, custará R$ 690 e dura mais de 2 dias

Publicado

 

    Depois de nove anos atuando com transporte de passageiros pela rota terrestre que é considerada a maior do mundo a ser percorrido por ônibus com 5 mil km de distância entre Lima, a Capital do Peru, e Rio de Janeiro (RJ), a Expresso Internacional Ormeño abrirá um guichê para vender passagens no terminal rodoviário em Cuiabá, que passará a ser origem e destino para viagens até Cuscu e Lima.
 
    O representante da companhia no Brasil, Oscar Basques Soles, explica que o ônibus já passa por Cuiabá há nove anos, mas que ainda não oferecia a opção de embarque e desembarque de passageiros na Capital mato-grossense.
 
   “Desde que começamos a trabalhar aqui no Brasil, Cuiabá é muito importante para nós, porque fica bem no meio da operação entre Peru e São Paulo. Sempre queríamos abrir guichê em Cuiabá, mas em razão de algumas limitações, tratamos de abrir este mês e explorar o potencial econômico e turístico aqui na região”, explicou Oscar em entrevista à imprensa na tarde desta segunda (26), na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).
 
    A viagem entre Cuiabá e Lima, capital do Peru,  de ônibus,  tem duração de aproximadamente 60 horas, o que significa mais ou menos dois dias e meio de viagem.
 
    Inicialmente, será disponibilizado um ônibus por semana, com capacidade para 52 passageiros. A passagem de Cuiabá a Lima custará R$ 690, e se o destino for até Cuscu, ficará em aproximadamente R$ 600.
 
“É uma viagem muito segura, em nove anos não tivemos nenhum problema e esperamos que não tenhamos. A Ormeño sempre foi pioneira, foi a primeira a fazer viagens ao Chile, Argentina, Equador, Colômbia, Venezuela, Bolívia, agora estamos fazendo aqui no Brasil. Viagem para o Brasil é muito segura. É uma viagem muito interessante, pois passa pelas maravilhas do mundo moderno, como Machu Picchu, nos Andes, e Rio de Janeiro, e Cuiabá será um novo ponto de turismo”, destaca Oscar.
 
    Entre as principais características dos passageiros que já fazem o trajeto entre Lima e Rio de Janeiro está a grande quantidade de pessoas que vem para o Brasil para trabalhar. Segundo Oscar, pelo menos 75% dos viajantes que saem do Peru vai a São Paulo (SP) como destino para ir trabalhar, e 25% são turistas. Já 80% dos brasileiros que vão ao Peru é para turismo, isso dentro do universo dos passageiros transportados pela empresa.

    O secretário-adjunto de Turismo de MT, Jefferson Preza Moreno avalia que a nova opção fomentará o turismo. “Pra gente é muito interessante para começar a estreitar um relacionamento inicial entre Peru e Brasil, passando por Cuiabá”.  

Comentários Facebook
publicidade

Momento Economia

Walmart enfrenta processo após morte de funcionário por Covid-19

Publicado


source
walmart arrow-options
Divulgação

Em Chicago, ao menos cinco funcionários da mesma loja da Walmart foram vítimas fatais da Covid-19



Um funcionário do  Walmart  em Illionois, nos Estados Unidos, foi uma das vítimas fatais da Covid-19 no país. Agora, a família de Wando Evans está processando a rede e afirma que a empresa não fornecia materiais sanitários e de proteção ao  novo coronavírus  aos funcionários.

Quatro dias após a morte de Evans, que faleceu no dia 25 de março, quatro outros empregados da mesma loja tiveram complicações devido à doença e vieram a óbito. Os familiares do funcionário do primeiro caso acusam a Walmart de negligência.

Leia também: No Rio, Procon terá telefone exclusivo para casos em pandemia

Segundo os documentos judiciais, a loja no sul de Chicago não era propriamente limpa, o que oferecia riscos tanto aos trabalhadores quanto aos compradores. Equipamentos de proteção, como máscaras e luvas, não foram em nenhum momento fornecidos aos funcionários.

“Nós tomamos muitas medidas pelo país para proteger nossos associados e consumidores, incluindo medidas adicionais de limpeza, marcações de distanciamento social no chão e limitação de número de clientes na loja ao mesmo tempo”, é o que afirma o Walmart até o momento.

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento Economia

INSS define regras para antecipar pagamento de auxílio-doença

Publicado


.

 A partir de hoje (7), trabalhadores afastados do emprego por doenças poderão receber um salário mínimo mensal (R$ 1.045) antecipado enquanto não ocorrer a perícia médica. A medida para o auxílio-doença, que vale enquanto ocorrer a pandemia provocada pelo novo coronavírus, foi regulamentada por uma portaria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicada hoje no Diário Oficial da União.

A portaria regulamenta a Lei 13.982, sancionada no último dia (2) pelo presidente Jair Bolsonaro. Embora se trate da mesma legislação que instituiu a renda básica emergencial para trabalhadores autônomos, a lei também estabeleceu a antecipação de um salário mínimo para quem estiver na fila do auxílio-doença.

Segundo a lei, os requerentes do auxílio-doença poderão receber um salário mínimo por mês antecipado por até 90 dias ou até a realização de perícia médica federal, o que ocorrer primeiro. Posteriormente, o valor será descontado quando o benefício for liberado.

Para evitar aglomerações nas agências do INSS, que estão funcionando com plantões reduzidos apenas para casos essenciais durante a pandemia, os trabalhadores poderão pedir o auxílio-doença apenas apresentando o atestado médico, sem a necessidade de perícia médica presencial. O documento pode ser fotografado e enviado por meio do Portal Meu INSS ou pelo aplicativo de mesmo nome.

A perícia será feita de forma eletrônica, com o médico perito federal analisando a validade do atestado e definindo a liberação do auxílio. Segundo o INSS, todo o processo pode ser feito pela internet, sem a necessidade de deslocamento até uma agência do órgão.

Parâmetros

A portaria publicada hoje define os parâmetros de análise do atestado médico. O documento deve estar legível e sem rasuras; conter a assinatura do profissional emitente e carimbo de identificação, com registro do conselho de classe; trazer o Código Internacional de Doenças (CID), com informações sobre a doença, e conter tempo de repouso necessário.

Depois de 90 dias, caso o trabalhador necessite prorrogar a antecipação do auxílio-doença, deverá apresentar um novo atestado médico. A portaria definiu três casos em que o segurado terá de fazer a perícia médica presencial depois do fim da pandemia, mesmo tendo o benefício liberado: quando o período de afastamento da atividade, incluídas as prorrogações, ultrapassar o prazo máximo de três meses; conversão da antecipação em concessão definitiva do auxílio-doença e negação da antecipação quando o atestado enviado pela internet não atender aos requisitos exigidos.

Edição: Denise Griesinger

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento MT

Momento Nacional

Momento Esportes

Momento Entretenimento

Mais Lidas da Semana