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Violência em VG: Homem dirigindo veículo é morto com vários tiros numa esquina de rua no bairro da Manga em Várzea Grande MT

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Eder Rodrigo da Silva Ferreira, 26, morreu após ser baleado enquanto dirigia no fim da tarde desta sexta-feira (27), em frente a Zalen Veículos, no bairro da Manga, em Várzea Grande. O suspeito, em uma moto, parou em uma esquina e atirou na vítima.

De acordo com informações da Polícia Militar, populares relataram que a vítima estava dirigindo. Em seguida, um homem de roupa preta, pilotando uma motocicleta prata, parou na esquina.

O suspeito efetuou vários disparos e fugiu. Ainda não há informações de quantos disparos atingiram Eder, que morreu na hora.

No entanto, no vidro do veículo há marcas de quatro tiros. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou o óbito do rapaz.

Eder Rodrigo tinha passagens na polícia por tráfico de drogas, direção perigosa, desobediência e resistência. A Polícia Civil apura a motivação do crime.

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Infectado pelo coronavírus em pelo menos dois eventos Governador Mauro Mendes não cumpriu regra de se manter a 1,5 metro de distância

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Em pelo menos dois eventos, nesta semana, o governador Mauro Mendes(foto) não cumpriu a regra de se manter ao menos 1,5 metro de distância.

No dia 1º, durante o lançamento da retomada da obra da Escola Técnica Federal, havia dezenas de convidados, entre deputados, técnicos, secretários e assessores, além de dezenas de jornalistas.

No dia seguinte, terça-feira (2), o governador voltou a fazer evento com aglomeração, durante a entrega de ambulâncias. Apesar de considerado necessário, o ato poderia ter sido realizado de forma online reunindo poucas e até mesmo sem a presença física do governador.

O evento também contou com a presença de vários deputados estaduais, secretários de Estado, assessores e mais uma vez dezenas de profissionais da imprensa, que cumpre ao seu papel ao atender um ato de cobertura deste porte.

 

Otavio Ventureli(com assessoria)

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Concessões de créditos no País durante a pandemia já atingem mais de R$ 900 bilhões segundo números oficiais do Banco Central

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As concessões de crédito no País para o período de 1 de março a 22 de maio de 2020 já somam R? 914,2 bilhões, incluindo contratações, renovações e suspensão de parcelas.

Estes dados incluem os números oficiais já divulgados pelo Banco Central para os meses de março e abril, que atingiram R$  692,1 bilhões, considerando o total das operações de crédito. Também incluem dados consolidados pela Febraban para até o dia 22 de maio, neste caso, considerando apenas as operações no segmento livre de crédito, que já somam 222,1 bilhões.

Além disso, nesse período de 1 de março a 22 de maio, o setor já renegociou 9,7 milhões de contratos com operações em dia, que têm um saldo devedor total de R? 550,1 bilhões. A soma das parcelas suspensas dessas operações repactuadas totaliza R? 61,5 bilhões.

Esses valores trazem alívio financeiro imediato para empresas e consumidores, que passaram a ter uma carência entre 60 a 180 dias para pagar suas prestações, sendo que a maioria dos agentes beneficiados com prorrogação de parcelas é representada por pequenas empresas e pessoas físicas (R? 33,1 bilhões).

O quadro a seguir traz a evolução das concessões de crédito nos meses de março e abril de 2020, após a pandemia, comparando com o mesmo período em 2019, quando o mercado de crédito vinha em ritmo de crescimento, em especial no segmento livre.

Os números apontam para um crescimento importante das operações de crédito neste período após a pandemia, em especial no segmento de pessoas jurídicas. No caso das famílias, nota-se uma esperada retração da demanda por novas contratações, em linha com a queda da atividade econômica decorrente da estratégia de distanciamento social. Lembre-se que os números já divulgados pelo IBGE registraram um recuo de 1,5% do PIB do 1T deste ano na comparação com o 4T de 2019 e as estimativas de mercado indicam que, no 2T de 2020, a queda pode ser superior a 10%, o que deve impactar fortemente na demanda por crédito.

Conforme antecipado pela Febraban, os dados oficiais do BC mostram que as taxas de juros e os spreads bancários declinaram desde o início da pandemia, como se pode observar no quadro abaixo.

Mesmo com a expansão das concessões, do aumento do risco nas operações de crédito e da inadimplência, que já se refletiu na elevação significativa das provisões, as taxas de juros e os spreads bancários recuaram no período. A taxa de juros para o conjunto das operações de crédito recuou de 23,1% para 21,5% ao ano. E o spread médio das operações de crédito caiu de 18,6% para 17,2%.

 

Otavio Ventureli(com Ascom BC)

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