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VW Polo GTS é um resgate nostálgico aos anos 80; confira as primeiras impressões

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VW Polo GTS traz faróis de LED, acabamento avermelhado e spoiler pintado de preto como itens exclusivos

A Volkswagen brincou com o coração dos fãs ao anunciar que a linha esportiva GTS retornaria ao mercado brasileiro após vinte e seis anos de ausência. Desde o início dos anos 2000, a marca alemã abandonou o segmento dos compactos apimentados, lançando apenas algumas versões esportivadas como o Polo GT, Fox Pepper e Speed Up. A história é bem diferente com o novo Polo GTS, que já pudemos acelerar como protótipo e hoje surge em sua versão definitiva.

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O Polo GTS já pode ser encomendado nas concessionárias a partir de R$ 99.480. O pacote de som Beats inclui mais R$ 2.400, enquanto a pintura metálica sai por R$ 1.470. O irmão Virtus GTS será lançado apenas em fevereiro, e ainda não teve seu valor oficial anunciado. De acordo com o gerente executivo de marketing do produto da Volkswagen, Max Frik, a versão esportiva deverá corresponder a 5% do mix de vendas do Polo (algo entre 250 e 300 emplacamentos por mês).

Antes de entrar na parte estrutural do novo Polo GTS, achamos válido entender qual foi a proposta adotada pela Volkswagen no projeto. O chefe de engenharia da Volkswagen, José Loureiro, já havia antecipado desde a prévia que a linha GTS traria um DNA mais esportivo, porém, ainda plausível para um carro de uso diário. A comparação com o Sandero RS chega a ser inflexível, não apenas pelo preço, mas também a proposta.

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Cauê Lira/iG Carros
O motor do VW Polo GTS foi apresentado no Golf MKVII, em meados de 2003

O Polo GTS não é um carro duro; isso ficou bem evidente nos trechos de asfalto mal conservado durante nosso trajeto livre em Mogi Guaçú. A barra estabilizadora dianteira tem maior rigidez torcional, os amortecedores foram retrabalhados e a direção elétrica ganha nova curva de assistência, mas o seu comportamento na rua é de um hatch compacto comum.

Se o Sandero RS agride o motorista a cada buraco que passa, o Polo GTS foi pensado para ser mais maleável. Por este motivo, Loureiro também descartou as rodas aro 18 que equipavam o modelo apresentado durante o Salão do Automóvel. “Temos que pensar no conforto e conveniência do cliente. Um proprietário poderia rasgar o pneu de perfil baixo, ou ter alguma avaria que pudesse criar bolhas com a roda maior”, diz o executivo.

Apesar da suspensão ainda ter base no Polo 1.0 TSI – diferentemente do Sandero RS, que tem arranjo totalmente exclusivo – o novo GTS topa curvas com muito vigor. O novo seletor de modo de condução traz quatro opções (normal, eficiente, esportivo e individual), alterando o nível da assistência elétrica conforme a preferência do motorista.

O Polo faz boa leitura do solo e passa segurança ao motorista na hora de “sentar o chinelo”. Os bancos inteiriços no padrão concha seguram bem os corpos dos ocupantes dianteiros, evitando o deslocamento em uma eventual tangência mais ousada.

Se você for um saudosista do ronquinho abafado do antigo Gol GTS, temos boas e más notícias. A primeira é que a Volkswagen precisa se adaptar às novas regras para emissões, não apenas de poluentes, mas também sonoras. Por fora, o Polo faz tanto barulho quanto um T-Cross, algo que vai de encontro a qualquer proposta esportiva.

A parte boa é que a marca preparou um emulador que amplifica o som do motor para a cabine. É uma nova tendência global adotada até mesmo pelo Kia Stinger, mas que ainda soa um pouco “fake” depois de certo tempo. Como os fãs da Volkswagen gostam de customizar seus esportivos, com certeza veremos muitos Polo GTS com abafadores de escape.

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O motor é o mesmo 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque que já conhecemos de Jetta , T-Cross e Tiguan . O câmbio é automático de seis marchas do tipo Tiptronic, e conta com aletas para trocas de marcha atrás do volante. Pisando fundo, a Volkswagen diz que o Polo GTS pode atingir 100 km/h em 8,4 segundos.

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O interior do VW Polo GTS faz referência ao Jetta GLI, que é de categoria superior; destaque pra o acabamento vermelho

Se você pretende adquirir o Polo GTS para levá-lo ao autódromo nos fins de semana, saiba que ele dá conta do recado. O controle de estabilidade e tração pode ficar mais permissivo em uma função ajustada na central multimídia, mas nunca será totalmente desligado. De qualquer forma, as assistências eletrônicas do Polo ainda ajudam (e muito) no desempenho.

Uma delas é o XDS+, que freia a roda interna e despeja todo o torque para a externa durante as curvas. Dessa forma, o Polo atende aos comandos do volante com precisão, superando a tangência com mais estabilidade e sem sair de frente.

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A marca espera que o público do Polo GTS seja 91% masculino, com faixa de idade entre 35 e 49 anos. O Banco Volkswagen ainda está fechando os valores das apólices de seguro, mas Max Frik antecipa que o 1.4 GTS não deverá ficar tão distante do 1.0 Highline. Como será que o lançamento se comporta no dia a dia? Contaremos em fevereiro, quando o Polo GTS estiver em nossa redação.

Preço: a partir de R$ 99.480

Motor:  1.4, quatro cilindros, turbo flex

Potência:  150 cv 

Torque:  25,5 kgfm

Transmissão:  Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios:  Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  205/50R 17 opcional

Dimensões: 4,06 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 300 litros 

Consumo etanol: 7,5 km/l (cidade) / 9,6 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11,0 km/l (cidade) / 13,7 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 8,4 segundos

Velocidade máxima: 200 km/h

Fonte: IG CARROS
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VW Golf é mostrado nas versões GTI, GTE e GTD

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Visual do GTI fica mais próximo das versões convencionais do Golf na Europa

A Volkswagen revelou as versões GTI e GTE do Novo Golf , antecipando algumas informações que serão aprofundadas durante o Salão de Genebra (Suíça) no próximo dia 05 de março. Vendido na Europa desde o fim do ano passado, o modelo ainda não foi confirmado no mercado brasileiro.

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Na comparação com a antiga geração, o GTI parece um pouco mais discreto. Destaque para o característico filete vermelho que corta a grade dianteira e as cinco luzes em LED nas entradas de ar. A roda de 18 polegadas mantém os cinco raios, mas ganha um design mais demarcado.

Na traseira, destaque para a sigla GTI centralizada na tampa do porta-malas e as duas saídas de escape. O motor 2.0 TSI subiu para 242 cv de potência e 37 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de seis velocidades do tipo DSG. Rumores sugerem uma versão mais potente do GTI, com 292 cv, antes do Golf R.

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Já o GTE aparenta ser um pouco mais comedido, com detalhes azuis, entrada lateral para o carregamento e apenas uma saída de escape. Seu motor 1.4 turbo de 147 cv de potência trabalha em conjunto com uma unidade elétrica de 112 cv, proporcionando a potência conjunta de 242 cv. A autonomia ainda não foi revelada, mas a VW antecipou que o modelo poderá percorrer 60 km apenas com o motor elétrico. Menos badalado, Golf GTD terá motor 2.0 diesel de 197 cv de potência.

Golf no Brasil

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Guilherme Menezes/iG

VW Golf GTE da sétima geração, o único disponível na linha da marca alemã em 2020

O presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, nunca cravou o fim do VW Golf por aqui. A marca trouxe um último lote da versão GTE de sétima geração da Alemanha para dar sobrevida ao modelo no Brasil. Rumores sugerem que a Volkswagen poderia repetir a estratégia, trazendo apenas as versões GTE e GTI da oitava geração.

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O segmento dos hatches médios saiu do radar de todas as montadoras brasileiras, representando 0,6% do segmento no país. Atualmente, apenas Chevrolet Cruze, VW Golf e os premium Audi A3, Mercedes-Benz Classe A, BMW Série 1 e Lexus CT 200h são vendidos na categoria.

Fonte: IG CARROS

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Harley-Davidson Softail Standard é relançada após 13 anos de ausência

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Harley-Davidson Softail Standard retorna para compor a linha das mais em contas da marca

Desde 2007, a Harley-Davidson Softail Standard está fora de produção. Entretanto, eis que a fabricante norte-americana revela o modelo 2020, que marca o seu retorno. O modelo chega com muitos cromados, rodas raiadas, banco baixo e guidão alto, além, é claro, do motor V-Twin. Os componentes estruturais também chegam totalmente renovados. Ainda não há confirmação oficial sobre a sua chegada ao Brasil, mas caso venha, deverá ser no segundo semestre, uma vez que o seu lançamento acontece em maio nos EUA.

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Outra novidade são os pacotes de customização. Os chamados The Day Tripper, Coastal e Touring Custom incluem assento e pedaleiras para um garupa, enquanto o Performance Custom foca, como o nome sugere, em mais desempenho. O preço inicial da nova  Harley-Davidson, a Softail Standard , sem qualquer pacote de customização, é US$ 13.599, o equivalente a R$ 60.080. Os preços dos pacotes de customização variam de US$ 1.299 a US$ 1.699, cerca de R$ 5.700 a R$ 7.500.

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Mais equipamentos

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Novidade chega com equipamentos de última geração da marca, o que a torna bem mais moderna que a antecessora

O modelo mantém boa parte das linhas da geração anterior, com estilo bobber, que conta com guidão elevado. Por sua vez, o motor Milwaukee Eight 107 de 1.745 cc, que entrega 15,2 kgfm, tem novas câmaras de combustão, novos balanceiros e um gerenciamento eletrônico mais sofisticado, em relação à antecessora. O único equipamento eletrônico de série é o painel digital, além da própria injeção eletrônica, pois o sistema ABS dos freios é apenas um opcional.

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Entre outros equipamentos, a novidade vem com assento único e rodas menores, com 19 polegadas na dianteira e 16 polegadas na traseira. Além disso, traz garfo dianteiro convencional com um único disco de freio e traseira monoamortecida também com disco único compõem o sistema de suspensão e freios. O tanque de combustível da Harley-Davidson carrega 13,2 litros de gasolina e o peso total do conjunto fica em 297 kg.

Fonte: IG CARROS

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