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VW T-Cross encosta no Honda HR-V nas vendas de setembro

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VW T-Cross vem conseguindo aumentar sua participação no segmento de SUVs compactos no Brasil

A vida do Honda HR-V não anda nada fácil no Brasil. Além de ter caído para quarto lugar no segmento, considerando o total acumulado do ano, o SUV agora passa a ter o mesmo patamar de vendas do VW T-Cross, que foi lançado em abril último.

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De acordo com os dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o VW T-Cross teve 3.337 unidades vendidas no mês passado ante 3.839 do rival da Honda, uma diferença de apenas 63 unidades a favor do modelo da marca japonesa. 

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Honda HR-V é o quarto mais vendido da categoria no acumulado do ano, mas fica próximo do VW T-Cross em setembro

No acumulado de janeiro a setembro, porém, o  HR-V ainda se mantém bem na frente do VW T-Cross, com 35.445 unidades ante 19.113 do Volkswagen. No ranking geral, o Honda se mantém em quatro lugar e o T-Cross em sexto. O líder de vendas entre os SUVs compactos continua sendo o Jeep Renegade, com 6.089 unidades mensais e 50.113 no acumulado do ano.

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Em segundo lugar vem o Hyundai Creta, que teve 4.713 unidades vendidas em setembro e 40.908 entre janeiro e setembro, seguido pelo Nissan Kicks, o terceiro lugar, com 4.497 unidades e 39.507, respectivamente. Confira abaixo quais foram os 10 SUVs compactos mais vendidos em setembro, conforme a Fenabrave, com o VW T-Cross em quinto lugar.

1 – Jeep Renegade – 6.089

2 – Hyundai Creta – 4.713

3 – Nissan Kicks – 4.497

4 – Honda HR-V-  3.839

5 – VW T-Cross – 3.776

6 – Ford EcoSport – 3.292

7 – Renault Captur – 2.729

8 – Renault Duster – 2.055

9 – Citroen C4 Cactus – 1.479

10 – Chevrolet Tracker – 1.306

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Honda registra patente que revela novo câmbio para a CB 1100

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Câmbio Honda
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Os desenhos revelam que contará com toda uma robótica moderna para a gestão do seu câmbio

Um dos diferenciais dos modelos maiores da Honda é câmbio DCT, automatizado de dupla embreagem, e que atua como câmbio automático para entregar mais desempenho e suavidade. Entretanto, a marca japonesa demonstra estar trabalhando em novas soluções. Patentes registradas nos EUA mostram que a Honda pediu o registro de um sistema de câmbio que permanece sem a operação manual da embreagem, mas com engrenagens de uma transmissão convencional e sem a complexidade do sistema de dupla embreagem DCT.

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Pelos desenhos da Honda , é possível assumir que a marca está estudando um sistema de câmbio semi-automático com embreagem controlada por computador nas saídas e paradas. Para as passagens de marcha, a tecnologia atual do quick-shifter já possibilita as trocas sem embreagem, manipulando o acelerador e a ignição por módulos eletrônicos. O desenvolvimento todo tomará como base a Honda CB 1100 .

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Brasil
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A versão RS é a que mais carrega adereços esportivos, com visual bastante apelativo

Por se tratar apenas de uma patente, não é possível afirmar que a Honda irá realmente aposentar os câmbios de dupla embreagem DCT em favor dessa nova tecnologia tão cedo, mas a marca permanece determinada em oferecer transmissões sem a necessidade de uso da embreagem.

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Não devemos ver grandes mudanças no visual e no seu motor. Com 4 cilindros em linha e 1.140 cc, o modelo clássico-moderno da Honda rende 90 cv e 9,27 kgfm. São números maiores do que a maioria das streetfighters, mas não tão grande quanto as esportivas de cilindrada similar.

Fonte: IG CARROS

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Renault e Nissan revelam novidades para futuros compactos no Brasil

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Aliança
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Apresentação da Aliança Renault-Nissan e Mitsubishi revela o que está por vir

Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi explicou com mais detalhes como ficará a situação do Brasil na nova estratégia da parceria entre as três marcas. O ponto principal fica por conta da nova plataforma CMF-B, que Segundo o comunicado, a Renault será a referência na operação na América do Sul com as novas tecnologias estruturais, e as quatro plataformas usadas atualmente pelos carros das duas marcas serão substituídas por apenas essa no futuro.

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Essa arquitetura modular é a mais avançada dentro da Aliança Renault-Nissan e Mitsubishi para modelos compactos e sustenta projetos como o novo Renault Clio europeu. De acordo com a iniciativa que será adotada pela Aliança para o Brasil, serão produzidos sete modelos baseados na nova lógica, ao que tudo indica projetados pela Renault em duas fábricas. Uma para hatches e outra para SUVs.

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Os novos modelos

Renault
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Tecnologias eletrificadas estarão entre as futuras novidades, a partir da nova plataforma

Segundo o comunicado: “Na América Latina, as plataformas de produto B serão racionalizadas, evoluindo de quatro variantes para apenas uma, tanto para produtos Renault como Nissan. Esta plataforma será produzida em duas plantas, cada uma produzindo para Renault e Nissan . A expectativa é que cerca de 50% dos modelos da Aliança sejam desenvolvidos até 2025 seguindo a nova estratégia”.

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Entre os novos modelos, estão as novas gerações de Renault Sandero, Logan, Duster e Captur, enquanto a Nissan fará os novos March, Versa e Kicks. Também haverá uma cooperação de trabalhos no desenvolvimento das novas tecnologias. A Nissan cuidará da condução autônoma, dos veículos conectados na China e dos modelos elétricos com a plataforma CMF-EV. Enquanto a Renault cuidará da conectividade — com base no Android — bem como de toda a parte eletro-eletrônica e dos novos motores eletrificados. E a Mitsubishi desenvolverá os sistemas híbridos plug-in para os segmentos C e D.

Fonte: IG CARROS

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