O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes voltou a defender a proposta que limita o período de afastamento remunerado de servidores públicos para atuação sindical. Durante declaração, ele questionou a permanência de dirigentes que passam décadas à frente de sindicatos recebendo salário do Estado.
Segundo Mendes, a iniciativa foi construída com a assinatura de representantes do Executivo, do Ministério Público, do Tribunal de Contas e do Poder Judiciário. Ele argumentou que a medida estabelece critérios semelhantes aos aplicados a cargos eletivos, que possuem limite de mandatos.
A proposta não impede reeleições, mas determina que o afastamento remunerado do cargo efetivo seja permitido por até dois mandatos consecutivos. Para o governador, a regra traz mais equilíbrio e transparência à administração pública.
A discussão deve mobilizar entidades sindicais e servidores, que acompanham os desdobramentos da proposta e seus possíveis impactos na representação da categoria em Mato Grosso.

































