O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta terça-feira (15) afirmou que o Governo do Estado de Mato Grosso não pode retroceder na organização das contas públicas e garantiu um projeto de gestão voltado a manter investimentos em todos os municípios.
Durante entrevista à rádio CBN, Pivetta citou que gestões anteriores tornaram o estado “caloteiro”. Ele rechaçou esse cenário de descompromisso e incapacidade financeira.
“Nós não vamos deixar o estado voltar a ser um caloteiro, que não pagava salários, não honrava compromissos e não fazia investimentos. Vamos continuar fazendo os investimentos que o Brasil precisa, nos 142 municípios do estado”, disse.
O governador, inclusive, relatou que seu objetivo é potencializar o lucro social oferecido pelo estado. Uma das etapas do planejamento seria evitar o retrocesso na gestão pública.
“Lucro social é quando o Estado entrega bons serviços e esses serviços se tornam um patrimônio da sociedade. O Estado de Mato Grosso tem sido um gerador de lucro social e temos condições de produzir muito mais lucro social, continuando nesse caminho, sem retrocesso”, acrescentou.
Ao final de 2019, Mato Grosso enfrentava atrasos de pagamentos e crescimento dos restos a pagar sem cobertura financeira. A nova gestão informou ter recebido R$ 3,9 bilhões em restos a pagar e declarou situação de calamidade financeira.
Pivetta avaliou que um estado com lucro social oferece serviços públicos libertadores aos cidadãos. Como exemplo, mencionou as melhorias na educação que possibilitaram aos jovens melhorarem suas qualidades de vida e impulsionarem suas qualificações.
“Isso é lucro social: uma educação libertadora em que nossos alunos vão sair prontos para o trabalho. É ter uma sociedade com mais capital humano, mais gente preparada e mais livre para viver produzindo e prosperando”, considerou.
Por fim, o governador citou que a saúde e a infraestrutura viabilizam condições de vida adequadas e mais praticidade às demandas estaduais.
“Lucro social é atender com bons hospitais públicos as pessoas que não têm dinheiro para pagar plano de saúde, como fazemos há um bom tempo. Também é poder ir e vir em uma estrada pavimentada. Por exemplo, a rodovia BR-163 era o corredor da morte em Mato Grosso. Hoje está quase toda duplicada, oferecendo condições para baixar o custo do transporte dos nossos produtos e para que as famílias transitem com segurança e conforto”, completou.
Por Assessoria




























