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Desenvolvimento Social e Geração de Renda: Agronegócio, China, Índia e Perspectivas para Mato Grosso

Celso Banazeski é Secretário Adjunto de Desenvolvimento Econômico Estadual.

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O agronegócio, figura central na engrenagem econômica do Brasil, desempenha um papel vital na interseção entre o desenvolvimento social e a geração de renda. No epicentro desse panorama, Mato Grosso emerge como um protagonista, impulsionado não apenas por sua produção agropecuária, mas também por iniciativas que buscam criar uma sinergia entre crescimento econômico e melhoria nas condições sociais.

Em 2023, as projeções econômicas para o agronegócio brasileiro indicam um valor bruto de R$ 1,142 trilhão, sendo Mato Grosso uma peça-chave nesse montante. No setor que emprega diretamente 28,3 milhões de pessoas, representando uma parcela significativa da população.

O impacto das exportações é um ponto crucial, prevendo-se que as exportações agrícolas atinjam US$ 165 bilhões em 2023, movimentando diversos setores da economia interna. Contrariando críticas, a relevância do agronegócio na arrecadação de impostos, contribuindo com quase 25% do total no Brasil.

Recentemente, a interseção entre agronegócio e desenvolvimento regional ganhou destaque com uma missão empresarial à China e Índia. Celso Banazeski,

“Nós fomos em uma missão empresarial para a China e Índia, uma missão muito interessante, importante até para desmistificar algumas coisas.”

Ao descrever a China, Banazeski destaca a infraestrutura robusta, a velocidade impressionante de desenvolvimento e a falsidade de preconceitos sobre pobreza e trabalho escravo. “A China anda numa velocidade 10 vezes acima dos outros países, então hoje, a segunda economia do mundo não vai 5 anos, vai ser a primeira economia do mundo, com certeza”, afirma, ressaltando a importância da abertura ao capital estrangeiro.

Em relação à Índia, Banazeski compartilha observações sobre a divisão em castas, a cultura pacífica e as oportunidades de negócios. “A Índia, principalmente, está se transformando numa Terra de muitas oportunidades de negócio”, destaca.

A missão resultou em acordos e intenções de negócios, apontando para possíveis investimentos e parcerias. Contudo, Banazeski enfatiza desafios no Brasil, como a legislação e os altos custos. A necessidade de atrair investimentos e industrializar a produção local é destacada como uma oportunidade de transformar Mato Grosso em um polo de negócios globais.

Diante desse cenário, a missão à China e Índia sinaliza um passo inicial em direção a uma visão mais integrada do agronegócio, conectando Mato Grosso ao cenário global e abrindo portas para novas oportunidades de desenvolvimento social e econômico.

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