O Grupo Alife Nino, responsável pela marca Tatu Bola, afirmou que não possui qualquer vínculo societário ou administrativo com a empresária Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro, presa pela Polícia Federal nesta terça-feira (25), em Cuiabá, durante a Operação Bóreas. A investigação apura um grupo suspeito de atuar no transporte aéreo internacional de drogas e armas.
Em nota, a empresa esclareceu que a unidade Tatu Bola em Cuiabá funciona de forma independente e possui apenas autorização para utilizar a marca. “A unidade Tatu Bola em Cuiabá é uma operação independente há mais de um ano, a única neste formato, possuindo apenas a licença para o uso da marca”, diz o comunicado.
O grupo também fez questão de negar qualquer relação com a empresária mencionada nas investigações da PF. “Não há qualquer vínculo societário ou administrativo entre o Grupo Alife Nino e a pessoa mencionada em diversas matérias relacionadas à investigação da Polícia Federal”, afirma a nota.
Segundo a empresa, o Grupo Alife Nino “não tem qualquer relação com os fatos investigados” e adotará as medidas necessárias para preservar seus direitos. A manifestação ocorre após a prisão de Thatiana, apontada como uma das sócias do restaurante Tatu Bola Bar em Cuiabá.
A Operação Bóreas cumpriu três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão, além de determinar a apreensão de aeronaves e o bloqueio e sequestro de bens e valores. Conforme a PF, a organização investigada seria responsável pela logística de voos e utilização de aeronaves e pistas clandestinas para transportar grandes carregamentos de cocaína e armas provenientes da Bolívia e do Peru para o Brasil.
Thatiana foi encaminhada à Superintendência da Polícia Federal em Cuiabá. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre qual seria a função atribuída a ela no esquema investigado.





























