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Lançamento do Trailer do Documentário “Mel da Floresta-Xingu” desperta fascínio pela Natureza e Cultura dos povos originários

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A comunidade documentarista está em êxtase com o lançamento do trailer do tão aguardado documentário “Mel da Floresta-Xingu”. Este mergulho cinematográfico na interseção entre natureza e cultura promete oferecer uma experiência única e impactante para os espectadores.

O filme produzido em Mato Grosso pelos produtores culturais Camila Galvão e Jorge Sepúlveda é uma obra-prima visual, capturando a essência do documentário de maneira poética. Com imagens deslumbrantes da floresta, seu habitantes e as tradições culturais que a cercam, o vídeo promove uma imersão cativante no coração do Xingu.

A direção habilidosa de Leonardo Sant’Ana se destaca ao criar uma narrativa coesa, conectando os elementos naturais e culturais de maneira fluida.
O espectador fica encantado com a riqueza de depoimentos, sons ambientes e imagens autênticas que pintam um retrato verdadeiro e envolvente.

Nas plataformas online, a comunidade documentarista está compartilhando entusiasmo e apreciação pela abordagem autêntica do projeto. Comentários destacam a importância de destacar a riqueza do Xingu e sua relevância para a preservação ambiental e cultural.

A trilha sonora, composta por sons naturais e elementos musicais autênticos da região, adiciona uma dimensão emocional única ao trailer. A música não apenas complementa as imagens, mas também amplifica a atmosfera e a conexão com a natureza.

Com o trailer conquistando a atenção e o coração do público, a expectativa para a estreia do documentário “Mel da Floresta-Xingu” está atingindo níveis elevados.

A narrativa autêntica e a beleza visual prometem não apenas educar, mas também inspirar uma apreciação renovada pela natureza e cultura. Este documentário emerge como uma celebração cinematográfica da riqueza do Xingu, e a contagem regressiva para sua estreia já começou, prometendo uma experiência documental única e inesquecível.

“Estamos muito ansiosos para apresentar o documentário para o público, porém precisamos ter sabedoria para não perder a característica de filme inédito nas inscrições dos festivais, portanto, embora ainda não haja data prevista para o lançamento, já temos articulações com o museu das culturas indígenas em São Paulo e apoio de produtores locais e nacionais para a reprodução do ‘Mel da Floresta – Xingu’ no SESC, além de sonharmos com a reprodução no polo Pavuru, próximo às aldeias”, explicou Jorge Sepúlveda.

O curta documentário Mel da Floresta – Xingu foi aprovado pela SECEL em edital do audiovisual publicado em 2022, do início das pesquisas até o presente momento, a produção remonta há mais de 3 anos de articulação, conversas, pesquisas e entrevistas, e trata de um grande projeto apícola desenvolvido no médio Xingu pela prefeitura do município de Feliz Natal em parceria com a professora Clarice Saueressig, que busca conduzir, por meio do “Método Recuo”, a geração de renda para os povos originários do médio Xingu, sustentabilidade produtiva e ambiental, práticas que preservam a floresta e sua biodiversidade.

A implantação e desenvolvimento do projeto também cria um berçário/santuário para as abelhas, espécie atualmente ameaçada de extinção e responsável por cerca de 75% das lavouras e 80% das espécies de plantas com flores, que dependem da polinização animal e as abelhas constituem o principal meio biótico polinizadores da natureza, segundo estudo da Universidade de São Paulo. As abelhas africanizadas são atualmente a maioria.

O “Método Recuo” desenvolvido pela professora Clarice Saueressig é inovador e revolucionário, desenvolvido em abelhas africanizadas, uma espécie híbrida, resultado do cruzamento de abelhas africanas com abelhas europeias. Suas características são mais agressivas, mais resistentes a doenças e mais produtivas. No entanto, as abelhas africanizadas não respeitam a fumaça usada na colheita.

Segundo a professora Clarice, a filosofia dessa técnica, segundo ela, é não estressar os insetos desnecessariamente durante o manuseio e colheita do mel. Com menos estresse durante as colheitas, as abelhas ficam mais fortes, produzem mais e com mais frequência.

Enquanto no método tradicional as abelhas são dispersadas com uso intenso de fumaça, obrigando o enxame a sair pelo topo da caixa, no Recuo quem está colhendo mel deve usar fumaça em quantidade mínima, e visando direcionar a enxágue para sair tranquilamente pelo alvado, que é uma abertura no fundo da caixa utilizada na produção (daí o nome recuo).

“O grande segredo é não jogar fumaça pela frente e não manusear a caixa pela frente, sempre por trás e com calma, ouvindo os sons emitidos e o comportamento da colmeia”, explica Saueressig. A produção também contou com o patrocínio de empresas privadas, como a Bioqualitá, e o apoio da TV Conquista para o lançamento do Trailer do filme em seu canal, e agora a produção busca mais apoio e patrocinadores para a realização do lançamento em grande estilo.

“Queremos mostrar o nosso Mato Grosso com um novo olhar, mostrar que temos sustentabilidade, economia criativa e valorização dos povos originários. Quem fala mal, é porque não conhece como os mato-grossenses são capazes de coisas extraordinárias”, afirmou Sepúlveda.

Dessa forma, o filme busca não apenas captar a exuberância presente nos locais e no cotidiano da aldeia Arayó, mas documentar uma ação extraordinária que alia geração de renda, já que o mel produzido será comercializado, sustentabilidade e preservação da uma espécie em extinção e de suma importância para o nosso ecossistema.

 

ASSISTA O TRAILER DO FILME NO CANAL DA TV CONQUISTA:

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