O candidato ao Senado por Mato Grosso Antônio Galvan (Avante) defendeu a adoção da pena de morte no Brasil para autores de assassinatos intencionais. A declaração ocorreu durante entrevista a um podcast, após ser questionado sobre o tema.
A discussão teve como contexto a morte de um menino de 10 anos, filho de um policial civil, durante uma tentativa de roubo de motocicleta em São Paulo.
Ao ser perguntado diretamente se o Brasil deveria adotar a pena de morte, Galvan respondeu que pessoas que tiram deliberadamente a vida de outras deveriam receber a punição máxima. “Quem tira a vida dos outros propositalmente não tem o direito de viver. Tem que ter, sim. Não pode ter dó de bandido”, afirmou.
Durante a entrevista, também foi exibida uma declaração do presidente Lula sobre jovens envolvidos em crimes e a atuação policial. No trecho apresentado, Lula afirmou: “Eu não posso ver mais jovem de 14, 15 anos assaltando e sendo violentado, assassinado pela polícia, às vezes inocente ou às vezes porque roubou um celular”.
Diante da fala de Lula, Galvan reforçou sua posição mais rígida em relação à punição de autores de crimes violentos, defendendo mudanças na legislação para endurecer as consequências aplicadas a quem provoca intencionalmente a morte de outra pessoa.




























