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Pesca proibida: Começa nesta quinta-feira(1º/10) período da Piracema em Mato Grosso prolongando-se até dia 31 de janeiro de 2021

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Começa nesta quinta-feira (1º) o período de defeso da piracema no Estado de Mato Grosso.

A proibição à pesca, tanto amadora como profissional segue até o dia 31 de janeiro de 2021 incluindo os rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins. Neste período é permitida apena a pesca de subsistência, desembarcada, que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais.

Para os ribeirinhos é permitida a cota diária de três quilos e um exemplar de qualquer peso por pescador, respeitando os tamanhos mínimos de captura, estabelecidos pela legislação para cada espécie. O transporte e comercialização proveniente da pesca de subsistência também fica proibido.

A definição do período da piracema é embasado na legislação de pesca e no manejo dos recursos pesqueiros, realizados por meio de estudos da biologia das espécies mais importantes, incluindo época, idade, tamanho, tipo de reprodução, estudos de crescimento e de estrutura da população de peixes e estudos de dinâmica de populações, que incluem estimativas de taxas de crescimento e de mortalidade populacional.

A Resolução do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca), que determina o período de defesa da piracema nos rios de Mato Grosso, foi publicada no Diário Oficial no dia 26 de junho de 2020.

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O período de defeso da reprodução dos peixes, Piracema, é um dos instrumentos de gestão e ordenamento dos recursos pesqueiros de forma a assegurar a sustentabilidade do seu uso. É neste período que ocorre a reprodução da maioria das espécies de peixes e por isto a sua captura deve ser proibida, explica a secretaria Executiva do Cepesca, Gabriela Priante.

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

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Polícia Civil de MT intensifica investigações para esclarecer o desaparecimento de estudante de direto ocorrido em maio deste ano

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O Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), de Cuiabá, cumpriu dois mandados de busca e apreensão domiciliar na manhã desta quarta-feira (28), para esclarecer o desparecimento da estudante de Direito, Lucimar Fernandes Aragão de 40 anos(em destaque na foto), ocorrido em maio deste ano. Ela foi vista pela última vez com o namorado, que é o principal suspeito.

Os dois mandados de busca e apreensão domiciliar tinham como alvos duas residências de propriedade do principal suspeito (namorado) do desaparecimento da vítima. Uma casa está localizada no bairro Parque Geórgia, na Capital, e a outra situada na Cohab Cristo Rei, em Várzea Grande.

Conforme o delegado da DHPP, Anderson Veiga, que conduz as investigações, a ação é apenas umas das diligências que estão sendo realizadas pelos policiais civis para esclarecer o desaparecimento.

“Nos imóveis foram apreendidos objetos que serão analisados e submetidos a perícia. O trabalho investigativo prossegue de forma interrupta no sentido de localizar a desaparecida, a qual acredita-se que esteja morta e o cadáver ocultado”.

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Desaparecimento

Lucimar desapareceu no mês de maio e somente no dia 10 de agosto, a mãe da vítima procurou a polícia em razão da filha estar um pouco afastada da família.

A comunicante informou que desde maio não falava com a filha, que estava com o celular desligado. A mãe foi até a residência de Lucimar e encontrou a casa e o carro dela com aspecto de abandono.

Na ocasião, ela conseguiu informação da casa onde sua filha estava morando com o namorado. No endereço do namorado, ele foi perguntado sobre o paradeiro de Lucimar, informando que teve uma briga com a namorada e ela teria sumido.

Ainda de acordo com algumas testemunhas, por diversas vezes o casal foi avistado brigando.

 

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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