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    Contador líder de organização criminosa é condenado a 62 anos de prisão pelo latrocínio de advogado em Mato Grosso

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    Um contador de Rondonópolis foi condenado a 62 anos de prisão por latrocínio, organização criminosa, roubo qualificado e corrupção de menor.
    Outros dois réus foram condenados por crimes similares e nenhum dos três pode recorrer em liberdade. O crime ocorreu em um condomínio de chácaras em Juscimeira, e sete pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil no inquérito que investigou o caso.
    Durante a Operação Flor do Vale, em setembro de 2021, parte dos envolvidos foi presa, mas o mandante ficou foragido até dezembro, quando foi encontrado em Cuiabá. O grupo invadiu o condomínio, roubou algumas propriedades e amarrou as pessoas que estavam na casa, incluindo o advogado e outra vítima.
    Os suspeitos começaram a subtrair objetos pessoais e logo depois, ouviu-se um disparo de arma de fogo vindo do banheiro onde estavam as vítimas. Uma das vítimas relatou que um dos suspeitos arrombou a porta e efetuou um disparo na cabeça do advogado. O inquérito apurou a liderança do contador no planejamento e execução de vários crimes patrimoniais na região.
    Ele indicava aos comparsas do grupo criminoso os lugares para executar os roubos, incluindo o condomínio onde o advogado foi morto. O contador tem uma chácara no mesmo condomínio e estava presente no local do roubo, se passando por vítima.
    A sentença de 62 anos de prisão imposta ao contador de Rondonópolis pelo latrocínio de um advogado em Juscimeira evidenciou a atuação de uma organização criminosa na região.

    O crime ocorreu em julho de 2021, quando o grupo invadiu o condomínio de chácaras onde o advogado residia, roubou alguns pertences e amarrou as pessoas que estavam na casa, incluindo a vítima fatal. Após subtrair objetos pessoais das vítimas, um dos suspeitos arrombou a porta do banheiro e efetuou um disparo na cabeça do advogado.

    Durante a investigação, a Polícia Civil descobriu que o contador era o responsável por indicar os locais para executar os roubos, incluindo o condomínio onde o advogado foi morto. O acusado, que tinha uma chácara no mesmo condomínio, estava presente no local do roubo, se passando por vítima.

    A Operação Flor do Vale, deflagrada em setembro de 2021, resultou na prisão de parte dos envolvidos no crime, mas o mandante ficou foragido até dezembro, quando foi encontrado em Cuiabá. Durante a investigação, a Polícia Civil também identificou a participação do grupo em outro roubo cometido contra um advogado em dezembro de 2020, em Cuiabá, e em mais dois roubos na região. O caso expõe a gravidade da criminalidade na região e a importância de ações efetivas para combater a atuação dessas organizações criminosas.

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