Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
EQUÍVOCO OPERACIONAL

Vereador admite que não assinou pedido de CPI e atribui falha à assessoria

publicidade

O vereador Demilson Nogueira admitiu que não foi o primeiro a assinar o requerimento de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar questões relacionadas à Educação em Cuiabá. Segundo ele, houve um equívoco operacional por parte de sua equipe durante o processo de assinatura eletrônica do documento.

De acordo com o parlamentar, a assessoria acreditava que a assinatura seria realizada automaticamente por meio do token utilizado para validar o requerimento. “Houve um equívoco por parte da minha assessoria ao colocar o token. Eles haviam entendido que a assinatura já sairia automaticamente no token”, explicou.

Apesar da falha, ele afirmou que o mais importante é o interesse da Câmara Municipal em participar das investigações para apurar fatos relacionados à área da Educação, tema que tem sido alvo de debates entre os vereadores.

O parlamentar destacou ainda que o requerimento conseguiu reunir o número mínimo de assinaturas necessárias para a abertura da CPI. No entanto, a tramitação da comissão esbarra na existência de outras cinco CPIs em andamento na Casa de Leis, o que impede o avanço imediato do novo pedido.

Demilson também afirmou que os vereadores discutem internamente como proceder em situações semelhantes, incluindo a possibilidade de manter requerimentos em arquivo até que haja condições regimentais para análise. Segundo ele, o assunto exige serenidade e uma definição clara sobre a validade e manutenção das assinaturas ao longo do tempo.

“É uma questão que a gente tem que discutir aqui dentro da Casa e discutir com certa serenidade”, concluiu o vereador.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

Botão WhatsApp - Canal TI