O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a defender a reforma da previdência nesta quarta-feira (05), em seu encontro com o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) e com o governador de Goiás, o também democrata Ronaldo Caiado, no lançamento do programa 'Juntos pelo Araguaia', na cidade de Aragarças [GO], que faz divisa com Barra do Garças[MT].
O programa é uma ação de revitalização de bacia hidrográfica por meio de um esforço conjunto entre os governos federal, de Mato Grosso e Goiás, lançado no Dia Mundial do Meio Ambiente.
E prevê a recuperação de 10 mil hectares de áreas degradas em 27 municípios, sendo 5 mil em cada um dos estados.
Ao reforçar a importância da reforma da previdência para os estados e municípios brasileiros, o chefe do Executivo de Mato Grosso, assegurou que sua aprovação seria a única forma de encontrar 'um novo caminho para que o país não fique atolado no seu crescimento e na sua geração de empregos'.
Mauro Mendes pediu ainda aos deputados e senadores dos estados – presentes no evento -, que apoiassem o projeto de reforma enviada pelo governo de Bolsonaro, ao Congresso Nacional. Que discutissem a proposta, mas que não deixassem os estados e os municípios brasileiros de fora desta reforma, como forma de evitar que daqui há alguns anos o Brasil não fique com sua capacidade restrita de investimentos.
O programa é uma ação de revitalização de bacia hidrográfica por meio de um esforço conjunto entre os governos federal, de Mato Grosso e Goiás, lançado no Dia Mundial do Meio Ambiente.
E prevê a recuperação de 10 mil hectares de áreas degradas em 27 municípios, sendo 5 mil em cada um dos estados.
Ao reforçar a importância da reforma da previdência para os estados e municípios brasileiros, o chefe do Executivo de Mato Grosso, assegurou que sua aprovação seria a única forma de encontrar 'um novo caminho para que o país não fique atolado no seu crescimento e na sua geração de empregos'.
Mauro Mendes pediu ainda aos deputados e senadores dos estados – presentes no evento -, que apoiassem o projeto de reforma enviada pelo governo de Bolsonaro, ao Congresso Nacional. Que discutissem a proposta, mas que não deixassem os estados e os municípios brasileiros de fora desta reforma, como forma de evitar que daqui há alguns anos o Brasil não fique com sua capacidade restrita de investimentos.
Ressaltando que mesmo que a aposentadoria seja um direito legítimo, se não houver mudança, entretanto, em suas regras, em muito pouco tempo, o Brasil terá que destinar a maior parte do seu dinheiro em caixa para quitar tão somente aposentadorias, colocando fim a investimentos em outros setores como estradas, educação e a saúde. E, assim, parar de produzir benefícios à sua população como um todo, que ao pagar seus impostos espera vê-los sendo colocados à disposição de melhorias reais.



































