É comum ver muitos casais que repetem brigas e não evoluem. Mas o que será que acontece com eles?
Conforme a abordagem sistêmica criada pelo alemão Bert Hellinger, base da Constelação Familiar, o início do namoro é leve e apaixonado, mas pode esconder padrões que se repetem de relações anteriores.
Todo casal carrega não só a própria história, mas também traz consigo, lealdades invisíveis de suas famílias de origem e se uma das 3 “Ordens do Amor” forem desrespeitadas, geram desgaste no relacionamento. A primeira é o Pertencimento, a segunda a Hierarquia e a terceira o Equilíbrio.
1. Pertencimento: todo mundo tem lugar
A primeira lei diz que todos que fizeram parte da vida afetiva de alguém precisam ser incluídos. Não podemos apagar uma ex-namorada, mas aceitar que ela teve o seu papel no sistema até o casal atual se formar.
2. Hierarquia: cada um no seu lugar
Sempre temos que entender que Pais vêm antes dos filhos. Quando um parceiro assume papel de pai ou mãe do outro. O que causa um sentimento no que assume papel de ‘filho ou filha’ do namorado ou namorada sempre se sentirá em dívida com o outro. Ai começam as brigas por controle e falta de espaço.
3. Equilíbrio: a troca entre iguais
É A lei da reciprocidade. Dar o que recebe. Se somente um dá e se dedica e o outro só recebe, o relacionamento adoece. Um acaba carregando a relação sozinho.
Precisamos ver o outro por inteiro com sua história, sem tentar mudar ou salvar o outro, apenas amar e respeitar. Só assim o namoro vira escolha de futuro.
Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar






























