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    De um total de 986 mil caminhoneiros no Brasil mais de 700 mil garantem que vão parar o País e bloquearem mais rodovias até que o TSE assuma responsabilidade pelas fraudes

    Bloqueio de caminhoneiros na BR 251, km 15, em São Sebastiao (DF) trecho Brasilia-Unaí. Brasília| Sérgio Lima/Poder360 01.nov.2022

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    O número de caminhoneiros empregados no País cresceu cerca de 14% nos últimos três anos, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

    Em julho deste ano, havia 986,8 mil trabalhadores na categoria, o maior número para um mês desde ao menos 2016, início da série histórica analisada pela reportagem.

    Desse total, mais de 700 mil profissionais que trabalham transportando o progresso do Brasil, vão paralisar suas atividades e continuar bloqueando rodovias até o TSE assumir responsabilidades pelas fraudes já comprovadas nas eleições que elegeram o candidato do PT à Presidência da República, em detrimento da vitória do Presidente, Jair Bolsonaro.

    Hoje, a situação do País é de um barril de pólvora, patrocinada pelo Ministro Alexandre de Moraes. O tal do “perdeu, mané, não amola” linguagem típica de bandidos perigosos pegou muito mal nos meios jurídicos do País. E, a Nação, continua horrorizada. Perplexa.

    Em dezembro de 2018, último mês sob o comando do ex-presidente Michel Temer (MDB), a quantidade de caminhoneiros era de 866,6 mil. Geralmente a categoria tem baixas nos últimos meses do ano. Em julho de 2018, porém, com 879,7 mil empregados, o número também era inferior ao atual.

    Os dados, levantados pelo Ministério do Trabalho e da Previdência  incluem motoristas e operadores de caminhão, além de caminhoneiros autônomos. Trata-se apenas de trabalhadores com carteira assinada.

    Nos dois anos e meio de governo Bolsonaro, houve 1,008 milhão de admissões e 888,2 mil desligamentos. O saldo positivo, portanto, é de 120 mil caminhoneiros.

    Desde janeiro de 2020, o governo federal tem usado uma metodologia diferente para coletar os dados. A plataforma do Caged foi substituído pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) para parte das empresas.

    Dessa maneira, o chamado Novo Caged é, segundo o próprio Ministério do Trabalho, “a geração das estatísticas do emprego formal por meio de informações captadas dos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web, o que pode limitar algumas comparações”.

    Esses outros sistemas são considerados no cálculo para viabilizar a divulgação das estatísticas nesse período de transição.

    Mesmo considerando os números desde janeiro de 2020, contudo, houve saldo positivo de 94,3 mil vagas, o equivalente a crescimento de 10,5% no período. Ao comparar os dados atuais com o de julho de 2020, houve 79,9 mil admissões a mais que desligamentos.

    A alta é maior que a registrada em todo o país. De janeiro do ano passado para cá, o país teve saldo positivo de 1,8 milhão de empregos. Isso representa um crescimento de 4,5% nesse período.

    Otavio Ventureli(da redação de Brasilia)

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