Nesta segunda-feira (20), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) representa a Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal durante uma audiência pública conjunta com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com foco nas questões ambientais do estado. A reunião integra as ações preparatórias para a COP 30, que será realizada em Belém (PA) em 2025.
O evento ocorre a partir das 9h, no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, em Cuiabá, com transmissão simultânea pela plataforma Zoom. A audiência é uma iniciativa do deputado Carlos Avallone, presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALMT, e conta com a presença do presidente da Assembleia, deputado Max Russi, além de autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil.
Em entrevista ao portal Momento MT, o senador Wellington Fagundes destacou a importância da audiência para fortalecer o diálogo entre os poderes e garantir que Mato Grosso assuma protagonismo nas discussões ambientais nacionais e internacionais.
“Será uma oportunidade de discutir o Estatuto do Pantanal, projeto sancionado recentemente que é uma grande conquista para Mato Grosso e para o Brasil. É uma ferramenta moderna e equilibrada, que busca conciliar a conservação ambiental com o desenvolvimento sustentável das comunidades locais. Este debate, na Assembleia Legislativa, reforça o papel do nosso estado como protagonista nas políticas ambientais do país, especialmente às vésperas da COP 30, quando o mundo estará olhando para a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal”, afirmou o senador.
O parlamentar também vai defender a implementação de políticas públicas integradas que conciliem produção sustentável, preservação ambiental e inclusão social, lembrando que Mato Grosso abriga três dos principais biomas brasileiros.
Exposição une arte, cultura e meio ambiente
Paralelamente à audiência, o Salão Negro da ALMT sedia a exposição “Biomas de Mato Grosso: Arte como diálogo sobre Desenvolvimento Sustentável, Turismo, Cultura e Conservação”, com curadoria da artista plástica Dayana Trindade.
A mostra reúne obras de artistas como Adaiele, Valdir Ricardo, Thelma “Além dos Olhos”, Victor Hugo, Carlos Bosquê e da própria curadora. As obras retratam o cotidiano de comunidades ribeirinhas e indígenas, além da fauna, flora e paisagens que compõem a identidade cultural e ambiental do estado.
“A proposta é trazer um diálogo poético entre arte e natureza, mostrando que o verdadeiro desenvolvimento é o que preserva a vida e respeita os biomas”, explicou Dayana.
A exposição é aberta ao público e reforça a proposta de integrar arte, política e consciência ambiental como ferramentas para a construção de um futuro sustentável.
































