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    “O Brasil não está bem”, afirma Pivetta ao destacar crescimento de Mato Grosso

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    O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que medidas consideradas impopulares são necessárias para garantir equilíbrio fiscal e promover justiça na administração pública. A declaração foi feita durante um discurso em que também criticou a situação econômica do país e destacou o desempenho de Mato Grosso nos últimos anos.

    Segundo Pivetta, decisões que nem sempre agradam a população podem ser fundamentais para assegurar a sustentabilidade financeira dos governos. Para ele, o Brasil ainda enfrenta desafios estruturais que dificultam o desenvolvimento econômico e comprometem a capacidade de investimento do poder público.

    Durante a fala, o governador criticou a elevada carga tributária e o crescimento da dívida pública nacional. Ele também mencionou o cenário de juros altos, afirmando que o país enfrenta dificuldades para criar um ambiente mais favorável ao crescimento econômico.

    Ao abordar a realidade mato-grossense, Pivetta destacou que o Estado conseguiu construir um modelo de gestão baseado em autonomia financeira e equilíbrio das contas públicas. Segundo ele, esse cenário permitiu que Mato Grosso apresentasse indicadores mais positivos em comparação com outras unidades da federação.

    “Mato Grosso é uma ilha de prosperidade no meio do Brasil”, declarou o vice-governador ao defender as políticas adotadas pela atual gestão.

    Pivetta atribuiu esse resultado a medidas voltadas para o fortalecimento da autonomia estadual, ao controle dos gastos públicos e à capacidade de geração de energia. De acordo com ele, esses fatores contribuíram para que o Estado mantivesse condições favoráveis para investimentos e crescimento econômico.

    O vgovernador também ressaltou que Mato Grosso possui capacidade energética suficiente para sustentar seu desenvolvimento e continuar ampliando sua participação na economia nacional.

    As declarações reforçam o discurso frequentemente adotado pelo governo estadual de que o equilíbrio fiscal e a responsabilidade na gestão das contas públicas são pilares para a manutenção dos investimentos e para o avanço da infraestrutura e dos serviços oferecidos à população.

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